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	<title>Ponto de Fuga</title>
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	<description>economia digital, cibercultura, jornalismo, cinema, crônica, música</description>
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		<title>Pelé faz seu último gol em superprodução da web</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 15:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[curta-metragem]]></category>
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		<category><![CDATA[Pelé]]></category>

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		<description><![CDATA[Post meu publicado originalmente no Nave Digital, meu blog no IDG Now! 

Pelé disse que tinha um sonho. O Rei do Futebol queria que seu último gol tivesse sido com a amarelinha, e não com a do New York Cosmos, o clube americano pelo qual encerrou a carreira na década de 1970.

Pelé entrou em campo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Post meu publicado originalmente no <a href="http://idgnow.uol.com.br/blog/navedigital/2010/06/16/pele-faz-seu-ultimo-gol-pela-selecao-em-superproducao-da-web/">Nave Digital, meu blog no IDG Now! </a><br />
</em><br />
Pelé disse que tinha um sonho. O Rei do Futebol queria que seu último gol tivesse sido com a amarelinha, e não com a do New York Cosmos, o clube americano pelo qual encerrou a carreira na década de 1970.</p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/06/Pele435-91.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/06/Pele435-91-300x144.jpg" alt="" title="Pele435-9" width="300" height="144" class="aligncenter size-medium wp-image-2748" /></a><br />
<em>Pelé entrou em campo para curta em sua homenagem</em></p>
<p>Então uma legião de mais de 600 profissionais, entre diretores de publicidade, técnicos, iluminadores etc etc – e mais de mil figurantes – ficaram dois dias enfurnados no estádio do Morumbi. O objetivo era tornar “realidade” o sonho de Pelé.</p>
<p>Eles estavam lá para filmar “1284”, curta-metragem criado pela Young &#038; Rubicam, com produção da O2 Filmes, para a Vivo. O título é uma referência ao total de gols de Pelé em sua carreira – foram 1283, ou 1284, com o “gol” que o curta proporciona ao Rei do Futebol.</p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/06/Pele435-5.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/06/Pele435-5-300x151.jpg" alt="" title="Pele435-5" width="300" height="151" class="aligncenter size-medium wp-image-2746" /></a><br />
<em>Filme com o Rei quer fisgar internauta pela emoção</em></p>
<p>Com requintes de superprodução e cerca de sete minutos, o filme tem um detalhe que o torna diferente: você não o verá na TV; ele foi pensado e criado para a internet.</p>
<p><strong>Um novo paradigma de produção?</strong></p>
<p>Trata-se de um fato que merece atenção do mercado, dos profissionais de web e também dos internautas que querem ver na tela do PC ou smartphones produções de qualidade: raríssimas vezes no Brasil, se é que houve alguma (alguém aí lembra de outro exemplo?) um curta-metragem com linguagem cinematográfica, embora servindo a objetivos institucionais de uma marca, foi bancado por uma empresa.</p>
<p>Veja o curta e mais detalhes sobre a produção no meu blog no<a href="http://idgnow.uol.com.br/blog/navedigital/2010/06/16/pele-faz-seu-ultimo-gol-pela-selecao-em-superproducao-da-web/"> IDG Now!, o Nave Digital. </a></p>
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		<title>Quem matou o carro elétrico?</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 16:20:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Politicando]]></category>
		<category><![CDATA[biodiesel]]></category>
		<category><![CDATA[carro elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[GM]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Documentário aborda o projeto EV1, da GM
Carro elétrico, a hidrogênio, híbrido &#8211; carros do futuro, com os olhos voltados para o desenvolvimento sustentável? Há muitas interrogações no ar. Com tantos protótipos na praça – inclusive no Brasil -, parece-me a tecnologia não é o entrave para a comercialização em série, por exemplo, dos carros elétricos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/06/EV1camera.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/06/EV1camera-300x195.jpg" alt="" title="EV1camera" width="300" height="195" class="aligncenter size-medium wp-image-2729" /></a><br />
<em>Documentário aborda o projeto EV1, da GM</em></p>
<p>Carro elétrico, a hidrogênio, híbrido &#8211; carros do futuro, com os olhos voltados para o desenvolvimento sustentável? Há muitas interrogações no ar. Com tantos protótipos na praça – inclusive no Brasil -, parece-me a tecnologia não é o entrave para a comercialização em série, por exemplo, dos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ve%C3%ADculo_el%C3%A9trico">carros elétricos</a> (menos poluentes), embora ainda seja necessário resolver problemas, como o da autonomia. O xis da questão é político e econômico, sempre. </p>
<p>Na semana passada, o anúncio do programa brasileiro de estímulo ao carro elétrico foi cancelado de última hora por divergências no próprio <a href="http://g1.globo.com/carros/noticia/2010/05/lula-vai-discutir-carro-eletrico-no-brasil-com-ministros-em-junho.html">governo</a> – há quem tema prejuízos ao flex, bandeira do Brasil no exterior. </p>
<p>Bom, foi diante da curiosidade em torno desse tema que assisti ontem, em DVD, ao documentário <a href="http://www.whokilledtheelectriccar.com/">“Quem matou o carro elétrico?” </a>(Chris Paine, 2006, EUA). Ele aborda a criação e o fim misterioso do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/General_Motors_EV1">EV1</a>. Projeto de carro elétrico concebido pela GM nos anos 1990, nos EUA, o veículo foi recolhido do mercado americano pela própria montadora. </p>
<p>Se ele era rápido, eficiente e havia conquistado a aceitação por parte dos consumidores, por que o fim abrupto? Segundo o documentário, as montadoras, o setor petrolífero e o governo americano são os responsáveis pelo atestado de óbito do EV1. Vale assistir.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/cm-2RWtsOYM&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/cm-2RWtsOYM&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>O plano-sequência de O Jogador, de Robert Altman</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/o-plano-sequencia-de-o-jogador-de-robert-altman</link>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 00:41:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[plano-sequência]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Altman]]></category>

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		<description><![CDATA[O plano-sequência na abertura de O Jogador, de Robert Altman (1992), é marcante: mais de 8 minutos de pequenas histórias que se ligam &#8211; sem cortes. Diz muito sobre o fazer cinema. Quem quiser ler mais respeito, o crítico José Carlos Avellar explica.
&#8220;A imagem é contínua, a ação que ela narra é absolutamente descontínua.
Um plano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O plano-sequência na abertura de O Jogador, de Robert Altman (1992), é marcante: mais de 8 minutos de pequenas histórias que se ligam &#8211; sem cortes. Diz muito sobre o fazer cinema. Quem quiser ler mais respeito, o crítico José Carlos Avellar explica.</p>
<p><em>&#8220;A imagem é contínua, a ação que ela narra é absolutamente descontínua.<br />
Um plano só. Dentro dele, tudo é montagem: nenhum corte, mas um sem número de pequenos incidentes, conversas interrompidas, fragmentos de gestos que só aparecem por inteiro quando montados ao lado de outro fragmento.&#8221;<br />
</em></p>
<p>Veja análise na íntegra no <a href="http://www.escrevercinema.com/A_continuidade_descontinua.thePlayer.htm">blog dele</a>. </p>
<p>Agora veja o plano-sequência. Vale a pena.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0epB5Z6ijpk&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/0epB5Z6ijpk&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2725" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>Easy Rider, a contracultura vai ao cinema</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/easy-rider-a-contracultura-vai-ao-cinema</link>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 03:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Outro assunto]]></category>

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		<description><![CDATA[
Easy Rider ecoou a rebeldia da geração hippie   
Easy Rider (Sem Destino) foi lançado em 14 de julho de 1969, num cinema chamado Beekman,  em Nova York. A administração do local nunca tinha visto uma cena parecida por aquelas bandas: espectadores cabeludos e rebeldes sentavam-se na calçada, sem sapatos, e fumavam maconha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/Easy-Riber-abre.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/Easy-Riber-abre-300x192.jpg" alt="" title="Easy Riber-abre" width="300" height="192" class="aligncenter size-medium wp-image-2705" /></a><br />
<em>Easy Rider ecoou a rebeldia da geração hippie</em>   </p>
<p>Easy Rider (Sem Destino) foi lançado em 14 de julho de 1969, num cinema chamado Beekman,  em Nova York. A administração do local nunca tinha visto uma cena parecida por aquelas bandas: espectadores cabeludos e rebeldes sentavam-se na calçada, sem sapatos, e fumavam maconha nos banheiros, diz Peter Biskind no livro “Como a geração sexo, drogas e rock and roll salvou Hollywood” (Editora Intrínseca). </p>
<p>“Sem Destino deixou a <a href="http://www.pontodefuga.jor.br/5-curiosidades-sobre-um-heroi-quase-anonimo-de-woodstock">contracultura</a> estatelada com o choque do reconhecimento”, diz Biskind.</p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/easyrider03.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/easyrider03-300x225.jpg" alt="" title="easyrider03" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-2706" /></a><br />
Filme contou com Hopper, Fonda e Nicholson  </p>
<p>Road movie que conquistou seu espaço na história do cinema, especialmente como um dos que provocaram a derrocada na Velha Hollywood, na transição das décadas de 1960 e 1970, Easy Rider conta a história de dois caras (Dennis Hooper, também diretor do longa, e Peter Fonda, produtor; Jack Nicholson também atua) que cruzam o sul e o sudoeste dos EUA em suas motocicletas. </p>
<p>Talvez tenha sido o primeiro filme a captar as vísceras da contracultura &#8211; basta lembrar que <a href="http://www.pontodefuga.jor.br/o-ano-comeca-na-base-do-sexo-drogas-e-rock-and-roll">Woodstock</a> foi realizado no mesmo ano. A trilha é fantástica, com Steppenwolf e Jimi Hendrix, por exemplo).</p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/Hopper1.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/Hopper1-300x169.jpg" alt="" title="Hopper" width="300" height="169" class="aligncenter size-medium wp-image-2708" /></a><br />
<em>Personalidade difícil de Hooper complicou produção</em></p>
<p>O filme causou barulho em seu lançamento tanto quanto durante sua própria produção. O período de filmagens foi uma tormenta, uma confusão atrás da outra. Depois de maluquices mil de Hopper – um sujeito difícil de lidar -, a equipe começou a debandar no meio das filmagens. Para piorar, Hopper e Fonda tiveram uma briga feia.</p>
<p>Hopper queria trazer à tona a carga emocional da morte da mãe de Fonda, que havia se suicidado, para uma cena em que o parceiro faria uma série de reclamações para uma estátua de Nossa Senhora. Depois de ingerir várias bolinhas e ficar doidão, Hopper falou para Fonda: </p>
<p><em>- Eu quero que você vá lá se sente no colo dela, essa é a versão italiana da Estátua da Liberdade, bicho, eu quero que você se sente no colo dela e pergunte à sua mãe porque ela abandonou você.<br />
- Hoppy, você não pode fazer isso. Você está se aproveitando da situação – disse, irado, Peter Fonda.<br />
- Ninguém vai saber, bicho. Tem que fazer isso, bicho.<br />
- Todo mundo vai saber, todo mundo sabe o que aconteceu.</em></p>
<p>A tensão entre ambos chegou a tal ponto que os olhos de Hopper se encheram de lágrimas. Então Fonda subiu na Estátua e, com esforço, falou:</p>
<p><em>- Você é uma boba, mãe. Eu te odeio tanto.<br />
</em><br />
“Essa foi a primeira vez que vocalizei alguma coisa desse assunto”, disse Fonda posteriormente. “Na verdade, eu também comecei a sucumbir. Estava aos soluços”.     </p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/Peter-Fonda.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/Peter-Fonda-300x210.jpg" alt="" title="Peter Fonda" width="300" height="210" class="aligncenter size-medium wp-image-2709" /></a><br />
<em>Fonda atuou e produziu o longa</em></p>
<p>Easy Rider foi um sucesso: com um custo de U$S 501 mil, rendeu US$ 19,1 milhões e colocou Hooper na lista do grandes da contracultura, ao lado de John Lennon e Timothy Leary, relata Suskind, o que aguçou a megalomania do diretor. </p>
<p>“Sem Destino mostrava os rebeldes, os fora de lei e, por extensão, a contracultura como um todo, como vítimas. Estavam sendo exterminados pelo mundo careta, por Lyndon Jonhson, pela maioria silenciosa de Richard Nixon ou seus imitadores”, escreve Suskind.   </p>
<p>A cena abaixo retrata bem o clima do filme &#8211; fotografia que explora a paisagem, a liberdade da estrada ao ritmo frenético de Born to be Wild.<br />
Que começo de filme, não? </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/03FzVEUxEPU&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/03FzVEUxEPU&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2704" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>Bob Dylan, o Twitter e o futuro</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/bob-dylan-o-twitter-e-o-futuro</link>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 04:06:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosoverbologia]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Bob Dylan]]></category>

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		<description><![CDATA[Leio em &#8220;Crônicas-Volume 1&#8243;, de Bob Dylan (Ed Planeta), ele relembrando que nasceu na Segunda Guerra, época de transformações profundas. &#8220;Se você tivesse nascido por volta dessa época ou estivesse vivo e antenado, poderia sentir o velho mundo acabando e o novo começando&#8221;.
E o que dizer de hoje, com as mentes alvoroçadas diante da revolução [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leio em &#8220;<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/no-embalo-de-bob-dylan">Crônicas-Volume 1&#8243;</a>, de <a href="http://www.pontodefuga.jor.br/bob-dylan-necessario-e-revigorante">Bob Dylan</a> (Ed Planeta), ele relembrando que nasceu na Segunda Guerra, época de transformações profundas. &#8220;Se você tivesse nascido por volta dessa época ou estivesse vivo e antenado, poderia sentir o velho mundo acabando e o novo começando&#8221;.</p>
<p>E o que dizer de hoje, com as mentes alvoroçadas diante da revolução tecnológica, da contínua conexão de tudo e todos, com efeitos diretos em corações e mentes? Novas maneiras de criar, organizar e expressar ideias? Visões de mundo em 140 caracteres ? </p>
<p>Necessidade de reinventar as formas de participação política, cultural e de fazer relacionamentos? Ou tudo passaria apenas de mais uma jornada insana da humanidade, um delírio de início de milênio? Bom, se eu estiver devaneando demais, esqueça tudo. Apenas veja e ouça o velho Bob.(com Joan Baez, melhor ainda).</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NDa62INBCqw&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/NDa62INBCqw&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2698" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Para o Pomplamoose, videoclipe é  ver o que você ouve</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/para-o-pomplamoose-videoclipe-e-ver-o-que-voce-ouve</link>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 03:53:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Beat it]]></category>
		<category><![CDATA[indie]]></category>
		<category><![CDATA[Mrs Robinson]]></category>
		<category><![CDATA[Pomplamoose]]></category>

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		<description><![CDATA[Para a ótima dupla franco-americana Pomplamoose, conceito de clipe é: você vê o que você ouve.
Repare como o vídeo é feito: os cortes seguem a lógica do som, o que cada instrumento faz e quem está em destaque &#8211; se Nataly Dawn, a vocalista, ou Jack Conte, o instrumentista, ou ambos.
E gosto das versões que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para a ótima dupla franco-americana <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pomplamoose">Pomplamoose</a>, conceito de clipe é: você vê o que você ouve.</p>
<p>Repare como o vídeo é feito: os cortes seguem a lógica do som, o que cada instrumento faz e quem está em destaque &#8211; se Nataly Dawn, a vocalista, ou Jack Conte, o instrumentista, ou ambos.</p>
<p>E gosto das versões que eles fazem, como é o caso de Mrs Robinson (Simon and Garfunkel, abaixo), ou Beat it. Sem falar no espírito 2.0 (simples, feito em casa, mas com qualidade). Eles bombam no<a href="http://www.youtube.com/watch?v=f-4ZwiW1cPs&#038;feature=player_embedded"> <a href="http://www.youtube.com/watch?v=f-4ZwiW1cPs&#038;feature=player_embedded">YouTube</a></a>.</p>
<p>(Mrs Robinson, original de Simon and Garfunkel)<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/f-4ZwiW1cPs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/f-4ZwiW1cPs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Podcast: onde vai parar a pendenga Google x China?</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 02:07:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[Digital]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[
Comentário meu em podcast na rádio CBN (boletim CBN Tecnologia da Informação) sobre a pendenga China X Google. 
Clique aqui para ouvir.  
Ou aqui para ouvir mais comentários: o segredo da Apple.
 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/Google.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/Google-300x206.jpg" alt="" title="Google" width="300" height="206" class="aligncenter size-medium wp-image-2682" /></a></p>
<p>Comentário meu em podcast na rádio CBN (boletim CBN Tecnologia da Informação) sobre a pendenga China X Google. </p>
<p><a href="http://cbn.globoradio.globo.com/colunas/cbn-tecnologia-da-informacao/2010/03/24/GOOGLE-SUSPEITA-QUE-HACKERS-CHINESES-ALTERARAM-PAGINA-COORPORATIVA.htm">Clique aqui para ouvir</a>.  </p>
<p>Ou aqui para ouvir mais comentários: <a href="http://www.pontodefuga.jor.br/podcast-na-cbn-com-este-blogueiro-sobre-apple-ipad-e-marketing">o segredo da Apple</a>.</p>
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		<title>Pílulas de cinefilia: A fotografia de O Poderoso Chefão</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 03:13:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Coppola]]></category>
		<category><![CDATA[Don Corleone]]></category>
		<category><![CDATA[Marlon Brando]]></category>
		<category><![CDATA[O Poderoso Chefão]]></category>

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Fotografia escura realça o mal em Don Corleone
O visual sombrio, escuro mesmo de O Poderoso Chefão, de Francis Ford Coppola, causou estranheza e críticas na época do lançamento do filme, em 1972. Naquele tempo, a estética de Hollywood primava pela ambientação bem iluminada, limpa. “As cenas eram tão iluminadas que dava para ver cada canto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/Poderoso-Chefão.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/Poderoso-Chefão-300x214.jpg" alt="" title="Poderoso Chefão" width="300" height="214" class="aligncenter size-medium wp-image-2668" /></a><br />
<em>Fotografia escura realça o mal em Don Corleone</em></p>
<p>O visual sombrio, escuro mesmo de <a href="http://www.imdb.com/title/tt0068646/">O Poderoso Chefão</a>, de Francis Ford Coppola, causou estranheza e críticas na época do lançamento do filme, em 1972. Naquele tempo, a estética de Hollywood primava pela ambientação bem iluminada, limpa. “As cenas eram tão iluminadas que dava para ver cada canto de cada banheiro e armário no set”, descreve Gordon Willis, diretor de fotografia da <a href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=332">obra-prima</a> dirigida por Coppola. </p>
<p>Mas Willis mandou às favas a convenção e mergulhou na escuridão – uma maneira de realçar o aspecto nebuloso da máfia, personificada na figura de Don Corleone, magnificamente interpretado por Marlon Brando.</p>
<p>Veja o que o diretor de fotografia diz sobre a cena inicial, que, em muitos aspectos, mostra a que veio o filme.</p>
<p>“O desenho da luz veio da justaposição da festa de casamento no jardim, ensolorada e alegre, e a sombra do que se passava naquela casa escura. Usei iluminação vinda de cima porque Don Corleone era a personificação do mal e eu não queria que a plateia pudesse ver os olhos dele, ver o que ele estava pensando, queira mantê-lo nas sombras.&#8221;</p>
<p>Mais:</p>
<p>&#8220;&#8230;quando aquelas imagens escuras começaram a aparecer na tela, aquilo deu um tremendo susto em gente que estava habituada a ver filmes de Doris Day (&#8230;)Evans perguntou a Bart: &#8217;será que ainda estou de óculos escuros?&#8217;&#8221; </p>
<p>Detalhe: a primeira frase do filme é “Eu acredito na América”, uma ironia fina do roteiro, dado o fato de ser dita por um homem que implora ao mafioso a vingança de sua filha. É a chave para o entendimento do que o filme discute: o fracasso do sonho americano de nação ideal.</p>
<p>Vale relembrar a sequência.</p>
<p><em>Fonte: o ótimo livro “Como a geração sexo, drogas e rock and roll salvou Hollywood”, de Peter Bisking (Editora Intrínseca)</em></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/s2BdGkzqkKs&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/s2BdGkzqkKs&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>&#8220;A Fronteira da Alvorada&#8221;, de Philippe Garrel</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 02:24:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Philippe Garrel]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#8220;A Fronteira da Alvorada&#8221;, de Philippe Garrel, entortou um parafuso na minha cabeça.

 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> &#8220;A Fronteira da Alvorada&#8221;, de Philippe Garrel, entortou um parafuso na minha cabeça.</p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/a-fronteira-da-alvorada.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/a-fronteira-da-alvorada-300x200.jpg" alt="" title="a fronteira da alvorada" width="300" height="200" class="aligncenter size-medium wp-image-2665" /></a></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2664" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Um só pecado&#8221;, de François Truffaut</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/um-so-pecado-de-francois-truffaut</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 03:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema-Truffaut]]></category>
		<category><![CDATA[Françoise Dorléac]]></category>
		<category><![CDATA[Truffaut]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem não cometeria um só pecado por Françoise Dorléac? 

 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem não cometeria um só pecado por Françoise Dorléac? </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/mFwjh0123bo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/mFwjh0123bo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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