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	<title>Ponto de Fuga</title>
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	<description>economia digital, cibercultura, jornalismo, cinema, crônica, música</description>
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		<title>Conversas e devaneios via Facebook:&#8221;Meia-noite em Paris&#8221;, de Woody Allen</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 02:24:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema-Truffaut]]></category>
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* Este post traz impressões sobre a Meia-noite em Paris, de Woody Allen, enriquecidas, confundidas e cheias de graça em função de conversas travadas no Facebook. E que continuarão aqui.  
Demorei, mas vi: “Meia-noite em Paris” é excelente! E já estou com caraminholas a respeito desse ótimo Woody Allen: trata-se de um filme sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2011/08/Woody-Allen2.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2011/08/Woody-Allen2-300x207.jpg" alt="Woody Allen recorre ao realismo fanstástico em &quot;Meia-noite em Paris&quot;" title="Woody-Allen" width="300" height="207" class="alignleft size-medium wp-image-2820" /></a></p>
<p><em>* Este post traz impressões sobre a <a href="http://www.imdb.com/title/tt1605783/">Meia-noite em Paris</a>, de Woody Allen, enriquecidas, confundidas e cheias de graça em função de conversas travadas no Facebook. E que continuarão aqui.</em>  </p>
<p>Demorei, mas vi: “Meia-noite em Paris” é excelente! E já estou com caraminholas a respeito desse ótimo Woody Allen: trata-se de um filme sobre a nostalgia, individual e da própria cultura? Cada um de nós tem sua própria golden age, a sua Belle Époque amorosa e intelectual, ou tudo não passará de uma invenção para que suportemos o presente, que sempre nos soa mais enfadonho do que é, mais pobre do que é? </p>
<p><iframe width="440" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/atLg2wQQxvU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>É o tipo de filme que, para quem apenas vai se divertir, é diversão garantida, e, para quem tem um olhar um pouco mais exigente, há provocações a cada cena. Pode ser, como falei acima, um filme sobre a <a href="http://blogs.estadao.com.br/luiz-zanin/a-meia-noite-em-paris/">nostalgia da cultura ou pessoal</a>, mas também talvez não seja absurdo ver ali, em outra camada, uma conversa cinematográfica com Truffaut. Essa observação não é minha, é da <strong>Beá Tibiriçá</strong>, feita num dos tantos comentários trocados em meu mural do Facebook a respeito desse ótimo Woody Allen. </p>
<p>E eu e você podemos nos perguntar: qual a relação com <strong>Truffaut</strong>? Um palpite, transcrito do meu comentário do Facebook:<br />
<strong><br />
Clayton</strong>: <em>Beá, mas que boa provocação? Estou cá a pensar qual a semelhança com Truffaut, de quem sou fã incondicional&#8230;Bom, vou palpitar e delirar de novo, diga o que acha. Truffaut e Allen têm, cada um, sua voz cinematográfica (meu Deus, estou falando bonito agora rs) bem peculiar, mas ambos são do discurso &#8211; menos piruetas formais e imagens e mais texto. Salvo exceções, na obra dos dois os protagonistas costmam ser homens desconsertados, fora do eixo e da figura masculina padrão, o macho viril. E sempre apaixonados, embora inseguros em relação à aceitação da mulher amada, ou confusos em relação ao amor. Ambos gostam de deixar a cidade falar pela tela &#8211; neste caso, Paris para os dois, mas Allen tem o caso clássico de Nova York. Será por aí? Beijos! </em></p>
<div id="attachment_2825" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2011/08/o-owen-wilson-midnight-in-paris-on-set.jpeg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2011/08/o-owen-wilson-midnight-in-paris-on-set-300x203.jpg" alt="" title="o-owen-wilson-midnight-in-paris-on-set" width="300" height="203" class="size-medium wp-image-2825" /></a><p class="wp-caption-text">Owen Wilson (Gil) com Alison Pill (Zelda Fistgerald)</p></div>
<p>E eis que ela responde: </p>
<p><strong>Beá</strong>: <em>Veja, em “Match Point”, descubro Hitchcock, em “Barcelona”, Almodóvar e neste, Truffaut. Ele faz singelas e maravilhosas homenagens a cada cineasta marcante destas cidades<br />
</em></p>
<p>Fiquei pensando: será isso mesmo? </p>
<p>Ainda estou delirando nessa observação, mas talvez faça sentido. Visualmente faz sentido. Como abordagem faz sentido. Creio que não seja absurdo pensar que a fase européia da Woody Allen, com “Match Point”, “Vicky Cristina Barcelona” e “Meia-noite em Paris”, por exemplo, permita fazer ilações com Hitchcock, Almodóvar e Truffaut, respectivamente. </p>
<div id="attachment_2813" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2011/08/noite-americana-_truffault.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2011/08/noite-americana-_truffault-300x227.jpg" alt="" title="noite-americana-_truffault" width="300" height="227" class="size-medium wp-image-2813" /></a><p class="wp-caption-text">Truffaut nas filmagens de A Noite americana</p></div>
<p>Em “Match Point”, há um thriller com nuanças à lá Hitchcock, mas com o jeitão do Woody Allen, enquanto em “Barcelona” temos o amor mais exaltado, personagens mais à flor da pele, entre cores e exageros, que remetem a Almodóvar. Em Meia-Noite em Paris, a leveza, o insegurança infantil de um homem pretensamente maduro, como nos acostumamos a ver em Truffaut-Jean Pierre Léaud &#8230;</p>
<p>E lá vem a Nica e Beá:</p>
<p><strong><em>Verônica Couto: </strong>ambos são metalinguísticos. Tratam o filme, a arte, o criador, o fazer cinema, como tema do filme e da arte&#8230;<br />
<strong>Beá Tibiriça</strong>: Lembra de <a href="http://www.cineplayers.com/filme.php?id=1292">noite americana</a>?</em></p>
<p>Falou de um filme que gosto demais! </p>
<p><em><strong>Clayton</strong>: Sim, total: a Noite Americana é uma ode ao cinema, ao amor de fazer e ver cinema, e aos profissionais de cinema. Foi um contraponto à visão de <a href="http://www.mnemocine.com.br/oficina/desprezomonica.htm">Godard em O Desprezo</a>, filme ácido em relação à indústria (Hollywood), que também é metalinguístico.<br />
</em><br />
Bom, isso é apenas um pensamento mal rascunhado, meio mal ajambrado. São apenas minhas primeiras impressões, enriquecidas pela conversa facebucana. Fica o assunto para a meditação dos que lerem esse post. </p>
<p>E o filme também nos provoca por sua leitura do passado e sua conotação na cultura, até mesmo no plano individual. Sobre isso, <strong>Verônica Couto, a Nica</strong>, também deu uma contribuição poderosa. Ela citou um trecho de T.S Eliot matador sobre a questão do passado. Vejam:  </p>
<p><strong><em>Verônica Couto</strong>: &#8220;O tempo presente e o tempo passado/Estão ambos talvez presentes no tempo futuro/E o tempo futuro contido no tempo passado./Se todo o tempo é eternamente presente/Todo tempo é irredimível./O que poderia ter sido é uma abstração/Que permanece, perpétua possibilidade,/Num mundo apenas de especulação./O que poderia ter sido o que foi/Convergem para um só fim, &#8230;</em></p>
<div id="attachment_2823" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2011/08/439368-tournage-de-midnight-in-paris-de-woody-637x0-31.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2011/08/439368-tournage-de-midnight-in-paris-de-woody-637x0-31-300x199.jpg" alt="" title="439368-tournage-de-midnight-in-paris-de-woody-637x0-3" width="300" height="199" class="size-medium wp-image-2823" /></a><p class="wp-caption-text">A caranga que transporta os personagens para a Paris dos anos 1920</p></div>
<p>Meu comentário:<br />
<strong><br />
<em>Clayton Melo</strong>: “Nica, gostei demais desse poema do T.S. Eliot, que, aliás, aparece do realismo fantástico do Woody Allen no filme ( ele dá uma carona para o Gil entrar no “túnel do tempo”, lembra?) . Esse tema – o passado &#8211; me atrai porque o passado pode, de alguma forma, perturbar, ainda que estejamos caminhando para a frente. Este trecho do Eliot: “O que poderia ter sido é uma abstração/Que permanece, perpétua possibilidade/Num mundo apenas de especulação&#8230; É fantástico! “Perpétua possibilidade! É isso: nossas memórias não são inocentes, são recriações vistas com os olhos do presente. Bom, sei que posso estar viajando, mas é que estou sob o impacto do filme”</em></p>
<p>Como se vê, o filme dá pano para manga e ainda vamos pensar a respeito. Para fechar, recorro ao camarada Evandro Lima, que comentou: </p>
<p><em><strong>Evandro Lima</strong>: Muito bom mesmo, Clayton, saí do cinema com uma vontade de ler todos os livros do mundo e uma certeza, ainda que controversa, de que o bicho homem tem uma bela história.</em></p>
<p>Evandro, faço minhas as suas palavras.<br />
Até o próximo post. </p>
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		<title>Mais sobre a história sexual da MPB</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Aug 2011 05:58:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais de &#8220;História sexual da MPB&#8220;. Eis uma pérola do cancioneiro libidinoso: &#8216;Tenho&#8217;, de Sidney Magal. Abstraindo a estética brega e o festival de clichês &#8211; que, à distância, têm seu valor ou, pelo menos, são engraçadíssimos -, a música é ótima. O trecho abaixo é do filme Amante Latino (1979). Olha a letra sacana: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de &#8220;<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/a-historia-sexual-da-mpb-bem-sacana-alias">História sexual da MPB</a>&#8220;. Eis uma pérola do cancioneiro libidinoso: &#8216;Tenho&#8217;, de Sidney Magal. Abstraindo a estética brega e o festival de clichês &#8211; que, à distância, têm seu valor ou, pelo menos, são engraçadíssimos -, a música é ótima. O trecho abaixo é do filme Amante Latino (1979). Olha a letra sacana: &#8216;Tenho um mundo de sensações/Um mundo de vibrações/Que posso te oferecer&#8217;. </p>
<p><iframe width="420" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/9SEzzFEA1BM" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>A história sexual da MPB &#8211; bem sacana, aliás</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Aug 2011 05:46:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comecei a ler o &#8216;História sexual da MPB&#8216; O livro parece muito bom: a pesquisa vai da malícia do lundu até hoje. Nossa música tem machismo, mulheres fatais, libido, romances com açúcar e com afeto e entre tapas e beijos. É um olhar diferente sobre a canção brasileira. Tem também o programa, no Canal Brasil. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comecei a ler o <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,AA1331408-5606,00.html">&#8216;História sexual da MPB</a>&#8216; O livro parece muito bom: a pesquisa vai da malícia do lundu até hoje. Nossa música tem machismo, mulheres fatais, libido, romances com açúcar e com afeto e entre tapas e beijos. É um olhar diferente sobre a canção brasileira. Tem também o programa, no <a href="http://canalbrasil.globo.com/historiasexualdampb">Canal Brasil</a>. O vídeo aí discute a libertação feminina. É, cá entre nós, a nossa música é bem sacana, hein? </p>
<p><iframe width="420" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/sUkPQu4fFeI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>O clipe interativo do Móveis Coloniais de Acaju</title>
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		<pubDate>Sun, 01 May 2011 23:30:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ótima ideia e belíssima execução do clipe de O tempo, do Móveis Coloniais de Acaju. Gravado com transmissão ao vivo, em plano sequência, teve a participação do público via Twitter. As pessoas postavam uma hashtag específica e seus nomes foram pintados pelos artistas em um vidro. Detalhes: só ao final da transmissão foi revelado que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ótima ideia e belíssima execução do clipe de O tempo, do <a href="http://www.moveiscoloniaisdeacaju.com.br/">Móveis Coloniais de Acaju</a>. Gravado com transmissão ao vivo, em plano sequência, teve a participação do público via Twitter. As pessoas postavam uma hashtag específica e seus nomes foram pintados pelos artistas em um vidro. Detalhes: só ao final da transmissão foi revelado que ali estava sendo gravado um clipe. E com a colaboração dos tuiteiros. Veja mais <a href="http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/moveis-coloniais-de-acaju-lanca-clipe-gravado-com-transmissao-ao-vivo-e-em-plano-sequencia/">aqui</a>. </p>
<p>Eis o clipe. </p>
<p><iframe width="440" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/NUlbPAzKFFo" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Aqui vai o making of. </p>
<p><iframe width="440" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/G1EuFriMNa8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2795" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>Crônica de Ano Novo sobre amor e tecnologia: ou revisitando arquivos de um PC aposentado</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 16:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escritos de cinema, posts para blogs, documentos. Minhas imagens, minhas músicas, minhas pastas compartilhadas. Planilhas de Excel que nunca usei direito.  
Fotos, poesias, projetos. Boletos vencidos. Mensagens que nunca li, e-mails que nunca responderei. 
Downloads de diversos timbres – do rock ao jazz, do tango ao samba. Tem até punk e heavy metal. Reportagens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2779" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2011/01/Ella1.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2011/01/Ella1-300x225.jpg" alt="" title="Ella" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-2779" /></a><p class="wp-caption-text"><em>Experimente religar um computador seu há anos aposentado e repassar sua vida digital a limpo. O passado vira presente, mesmo que por instantes</em></p></div>
<p>Escritos de cinema, posts para blogs, documentos. Minhas imagens, minhas músicas, minhas pastas compartilhadas. Planilhas de Excel que nunca usei direito.  </p>
<p>Fotos, poesias, projetos. Boletos vencidos. Mensagens que nunca li, e-mails que nunca responderei. </p>
<p><strong>Downloads de diversos timbres</strong> – do rock ao jazz, do tango ao samba. Tem até punk e heavy metal. Reportagens prontas e inacabadas. Transcrições de entrevistas, títulos pela metade. Pautas e sonhos sonhados – realizados ou não. Ideias para artigos e outros rabiscos. Fotos de quando era mais cabeludo. </p>
<p>Críticas de filmes. Resenhas, delírios, minutos gravados numa câmera digital. As baladas que me fizeram a cabeça. As mulheres que me fizeram o coração. Registros de festas, de tristezas e andanças, de soluços e contas a pagar. Skype e messenger mudos.</p>
<p><strong>Erro de proteção</strong> contra gravação. Remova a proteção contra gravação ou use outro disco. Disquete de 3 ¹/², antivírus desatualizado. Remover hardware de segurança.</p>
<p>E lá está ela tocando violino&#8230; Cabelos curtos, levemente ondulados. </p>
<p>Tão linda, tão delicada, tão minha.  </p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2772" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>O clipe de &#8220;Nada mais que cinema&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Dec 2010 19:03:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Compartilho um projeto do qual tenho orgulho de ter dado uma ajudinha: o videoclipe &#8220;Nada mais que cinema&#8221;, música do meu grande amigo Thiago Pimentel. No vídeo, ele e outro grande chapa, Tuco Oliveira, interpretam essa bela música. A direção do vídeo é do grande brother Daniel Rubio. Fiz a seleção de imagens. Está repleta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Compartilho um projeto do qual tenho orgulho de ter dado uma ajudinha: o videoclipe <strong>&#8220;Nada mais que cinema&#8221;,</strong> música do meu grande amigo Thiago Pimentel. No vídeo, ele e outro grande chapa, Tuco Oliveira, interpretam essa bela música. A direção do vídeo é do grande brother Daniel Rubio. Fiz a seleção de imagens. Está repleta de filmes com os quais chorei, me emocionei, sorri e que, penso, traduzem o clima da música. </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/RCCmmIYuZgM?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/RCCmmIYuZgM?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2763" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>Amy Macdonald, YouTube e a música na web</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Dec 2010 18:58:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Gosto dessa liberdade que a web estimula: violão, uma boa voz e uma câmera no terraço. E com vigor, emoção, simplicidade. A ótima Amy Macdonald em versão acústica de This is the life.

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto dessa liberdade que a web estimula: violão, uma boa voz e uma câmera no terraço. E com vigor, emoção, simplicidade. A ótima Amy Macdonald em versão acústica de This is the life.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gagolGCFcyQ?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/gagolGCFcyQ?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>&#8220;A felicidade paradoxal&#8221;, de Gilles Lipovetsky</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Dec 2010 18:55:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[A era do vazio]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Gilles Lipovetsky]]></category>
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A &#8220;A felicidade paradoxal&#8221; (Gilles Lipovetsky, de A Era do Vazio). Ele analisa as implicações de o &#8220;capitalismo de consumo&#8221; ter tomado o lugar do &#8220;capitalismo das economias de produção&#8221;. &#8220;De um consumidor sujeito às coerções sociais da posição, passou-se a um hiperconsumidor à espreita de experiências emocionais e de maior bem-estar, de qualidade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/12/lipovetsky.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/12/lipovetsky-300x195.jpg" alt="" title="lipovetsky" width="300" height="195" class="alignleft size-medium wp-image-2753" /></a></p>
<p>A <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&#038;pid=S1413-73722009000100024">&#8220;A felicidade paradoxal&#8221;</a> (Gilles Lipovetsky, de A Era do Vazio). Ele analisa as implicações de o &#8220;capitalismo de consumo&#8221; ter tomado o lugar do &#8220;capitalismo das economias de produção&#8221;. &#8220;De um consumidor sujeito às coerções sociais da posição, passou-se a um hiperconsumidor à espreita de experiências emocionais e de maior bem-estar, de qualidade de vida e de saúde, de marcas e autenticidade, de imediatismo e de comunicação&#8221;. Parece-me um retrato preciso de nossos tempos. <a href="http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=12299">Leitura </a>vai longe.</p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2754" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>Pelé faz seu último gol em superprodução da web</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/pele-faz-seu-ultimo-gol-em-superproducao-da-web</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 15:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[curta-metragem]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Pelé]]></category>

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		<description><![CDATA[Post meu publicado originalmente no Nave Digital, meu blog no IDG Now! 

Pelé disse que tinha um sonho. O Rei do Futebol queria que seu último gol tivesse sido com a amarelinha, e não com a do New York Cosmos, o clube americano pelo qual encerrou a carreira na década de 1970.

Pelé entrou em campo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Post meu publicado originalmente no <a href="http://idgnow.uol.com.br/blog/navedigital/2010/06/16/pele-faz-seu-ultimo-gol-pela-selecao-em-superproducao-da-web/">Nave Digital, meu blog no IDG Now! </a><br />
</em><br />
Pelé disse que tinha um sonho. O Rei do Futebol queria que seu último gol tivesse sido com a amarelinha, e não com a do New York Cosmos, o clube americano pelo qual encerrou a carreira na década de 1970.</p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/06/Pele435-91.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/06/Pele435-91-300x144.jpg" alt="" title="Pele435-9" width="300" height="144" class="aligncenter size-medium wp-image-2748" /></a><br />
<em>Pelé entrou em campo para curta em sua homenagem</em></p>
<p>Então uma legião de mais de 600 profissionais, entre diretores de publicidade, técnicos, iluminadores etc etc – e mais de mil figurantes – ficaram dois dias enfurnados no estádio do Morumbi. O objetivo era tornar “realidade” o sonho de Pelé.</p>
<p>Eles estavam lá para filmar “1284”, curta-metragem criado pela Young &#038; Rubicam, com produção da O2 Filmes, para a Vivo. O título é uma referência ao total de gols de Pelé em sua carreira – foram 1283, ou 1284, com o “gol” que o curta proporciona ao Rei do Futebol.</p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/06/Pele435-5.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/06/Pele435-5-300x151.jpg" alt="" title="Pele435-5" width="300" height="151" class="aligncenter size-medium wp-image-2746" /></a><br />
<em>Filme com o Rei quer fisgar internauta pela emoção</em></p>
<p>Com requintes de superprodução e cerca de sete minutos, o filme tem um detalhe que o torna diferente: você não o verá na TV; ele foi pensado e criado para a internet.</p>
<p><strong>Um novo paradigma de produção?</strong></p>
<p>Trata-se de um fato que merece atenção do mercado, dos profissionais de web e também dos internautas que querem ver na tela do PC ou smartphones produções de qualidade: raríssimas vezes no Brasil, se é que houve alguma (alguém aí lembra de outro exemplo?) um curta-metragem com linguagem cinematográfica, embora servindo a objetivos institucionais de uma marca, foi bancado por uma empresa.</p>
<p>Veja o curta e mais detalhes sobre a produção no meu blog no<a href="http://idgnow.uol.com.br/blog/navedigital/2010/06/16/pele-faz-seu-ultimo-gol-pela-selecao-em-superproducao-da-web/"> IDG Now!, o Nave Digital. </a></p>
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		<title>Quem matou o carro elétrico?</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/quem-matou-o-carro-eletrico</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/quem-matou-o-carro-eletrico#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 16:20:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Politicando]]></category>
		<category><![CDATA[biodiesel]]></category>
		<category><![CDATA[carro elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[GM]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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Documentário aborda o projeto EV1, da GM
Carro elétrico, a hidrogênio, híbrido &#8211; carros do futuro, com os olhos voltados para o desenvolvimento sustentável? Há muitas interrogações no ar. Com tantos protótipos na praça – inclusive no Brasil -, parece-me a tecnologia não é o entrave para a comercialização em série, por exemplo, dos carros elétricos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/06/EV1camera.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/06/EV1camera-300x195.jpg" alt="" title="EV1camera" width="300" height="195" class="aligncenter size-medium wp-image-2729" /></a><br />
<em>Documentário aborda o projeto EV1, da GM</em></p>
<p>Carro elétrico, a hidrogênio, híbrido &#8211; carros do futuro, com os olhos voltados para o desenvolvimento sustentável? Há muitas interrogações no ar. Com tantos protótipos na praça – inclusive no Brasil -, parece-me a tecnologia não é o entrave para a comercialização em série, por exemplo, dos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ve%C3%ADculo_el%C3%A9trico">carros elétricos</a> (menos poluentes), embora ainda seja necessário resolver problemas, como o da autonomia. O xis da questão é político e econômico, sempre. </p>
<p>Na semana passada, o anúncio do programa brasileiro de estímulo ao carro elétrico foi cancelado de última hora por divergências no próprio <a href="http://g1.globo.com/carros/noticia/2010/05/lula-vai-discutir-carro-eletrico-no-brasil-com-ministros-em-junho.html">governo</a> – há quem tema prejuízos ao flex, bandeira do Brasil no exterior. </p>
<p>Bom, foi diante da curiosidade em torno desse tema que assisti ontem, em DVD, ao documentário <a href="http://www.whokilledtheelectriccar.com/">“Quem matou o carro elétrico?” </a>(Chris Paine, 2006, EUA). Ele aborda a criação e o fim misterioso do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/General_Motors_EV1">EV1</a>. Projeto de carro elétrico concebido pela GM nos anos 1990, nos EUA, o veículo foi recolhido do mercado americano pela própria montadora. </p>
<p>Se ele era rápido, eficiente e havia conquistado a aceitação por parte dos consumidores, por que o fim abrupto? Segundo o documentário, as montadoras, o setor petrolífero e o governo americano são os responsáveis pelo atestado de óbito do EV1. Vale assistir.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/cm-2RWtsOYM&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/cm-2RWtsOYM&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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