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	<title>Ponto de Fuga &#187; Politicando</title>
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	<description>economia digital, cibercultura, jornalismo, cinema, crônica, música</description>
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		<title>Quem matou o carro elétrico?</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 16:20:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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Documentário aborda o projeto EV1, da GM
Carro elétrico, a hidrogênio, híbrido &#8211; carros do futuro, com os olhos voltados para o desenvolvimento sustentável? Há muitas interrogações no ar. Com tantos protótipos na praça – inclusive no Brasil -, parece-me a tecnologia não é o entrave para a comercialização em série, por exemplo, dos carros elétricos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/06/EV1camera.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/06/EV1camera-300x195.jpg" alt="" title="EV1camera" width="300" height="195" class="aligncenter size-medium wp-image-2729" /></a><br />
<em>Documentário aborda o projeto EV1, da GM</em></p>
<p>Carro elétrico, a hidrogênio, híbrido &#8211; carros do futuro, com os olhos voltados para o desenvolvimento sustentável? Há muitas interrogações no ar. Com tantos protótipos na praça – inclusive no Brasil -, parece-me a tecnologia não é o entrave para a comercialização em série, por exemplo, dos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ve%C3%ADculo_el%C3%A9trico">carros elétricos</a> (menos poluentes), embora ainda seja necessário resolver problemas, como o da autonomia. O xis da questão é político e econômico, sempre. </p>
<p>Na semana passada, o anúncio do programa brasileiro de estímulo ao carro elétrico foi cancelado de última hora por divergências no próprio <a href="http://g1.globo.com/carros/noticia/2010/05/lula-vai-discutir-carro-eletrico-no-brasil-com-ministros-em-junho.html">governo</a> – há quem tema prejuízos ao flex, bandeira do Brasil no exterior. </p>
<p>Bom, foi diante da curiosidade em torno desse tema que assisti ontem, em DVD, ao documentário <a href="http://www.whokilledtheelectriccar.com/">“Quem matou o carro elétrico?” </a>(Chris Paine, 2006, EUA). Ele aborda a criação e o fim misterioso do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/General_Motors_EV1">EV1</a>. Projeto de carro elétrico concebido pela GM nos anos 1990, nos EUA, o veículo foi recolhido do mercado americano pela própria montadora. </p>
<p>Se ele era rápido, eficiente e havia conquistado a aceitação por parte dos consumidores, por que o fim abrupto? Segundo o documentário, as montadoras, o setor petrolífero e o governo americano são os responsáveis pelo atestado de óbito do EV1. Vale assistir.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/cm-2RWtsOYM&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/cm-2RWtsOYM&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>&#8220;Meu amigo, o que aconteceu no Chile?&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 13:48:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Politicando]]></category>
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		<description><![CDATA[Reprodução web

Carta relembra feridas de um tempo sangrento
Daniel A. Rubio é meu amigo de fé, meu irmão camarada. “Cabra bom”, para usar uma frase típica de outro amigo querido, o jornalista Costábile Nicoletta. 
Daniel é um documentarista chileno dos bons que mora no Brasil há cerca de uma década &#8211; e com quem começo a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reprodução web</em><br />
<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/chile.pinochet1.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/chile.pinochet1-300x252.jpg" alt="" title="chile.pinochet" width="300" height="252" class="aligncenter size-medium wp-image-2556" /></a><br />
<em>Carta relembra feridas de um tempo sangrento</em></p>
<p><strong>Daniel A. Rubio</strong> é meu amigo de fé, meu irmão camarada. “Cabra bom”, para usar uma frase típica de outro amigo querido, o jornalista Costábile Nicoletta. </p>
<p><a href="http://www.zoramidia.com.br/ficha.html">Daniel </a>é um <a href="http://www.artver.com/">documentarista chileno</a> dos bons que mora no Brasil há cerca de uma década &#8211; e com quem começo a aprender essa arte, que aproxima duas de minhas paixões, o jornalismo e o cinema (<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/minha-denuncia-e-a-minha-alegria">já fizemos até um primeiro vídeo em conjunto</a>, por puro prazer e diversão).</p>
<p>Ele escreveu um texto tocante sobre seu país depois do resultado das <a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/internacional/2010/01/17/ult1859u2267.jhtm">eleições presidenciais</a>, no domingo passado. </p>
<p>A carta – é a carta aberta a um amigo em comum, o chapa <a href="http://www.pontodefuga.jor.br/889">Edson Lima</a>, produtor cultural, responsável projeto <a href="http://www.pontodefuga.jor.br/o-carimbador-maluco-na-benedito">O Autor na Praça</a> –nasceu depois que o Edson lhe enviou uma matéria de um portal cuja manchete era: “Direita volta ao poder no Chile”. </p>
<p>E então Edson, no mesmo e-mail, perguntou:“Meu amigo, o que aconteceu no Chile?</p>
<p>A carta traz reminiscências de um tempo sangrento. É como um filme que, embora de horror, também seja feito com cenas de amor e solidariedade. </p>
<p>É um pouco longo, mas vale a pena. </p>
<p><strong>CARTA ABERTA A EDSON LIMA</strong></p>
<p><strong>&#8220;Meu amigo, o que aconteceu no Chile?&#8221;	</strong></p>
<p><strong>Daniel A Rubio</strong></p>
<p><em>Na segunda-feira, dia 18 de janeiro de 2010, recebi um e-mail  de meu amigo Edson Lima. Ele me questionava. “Daniel, o que aconteceu no Chile?”, e me copiava os  resultados da eleição para presidente no meu país. “Direita volta ao poder no Chile”, dizia manchete da matéria que me enviou. </p>
<p>“Daniel, o que aconteceu?&#8221;</p>
<p>Como explicar para Edson? Pensei até em criar uma história ou inventar uma desculpa, mas ele não acreditaria em qualquer coisa. </p>
<p>Edson é um apaixonado por política. Gestor cultural na área de literatura em São Paulo, é completamente dedicado à paixão aos livros e à cultura. Eu precisava explicar de alguma forma. Foi assim que uma série de imagens me veio à mente. </p>
<p>Embora não viva no Chile há muitos anos, minha mente foi longe. </em></p>
<p><em>Reprodução web</em><br />
<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/salvador-allende.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/salvador-allende-300x140.jpg" alt="" title="salvador allende" width="300" height="140" class="aligncenter size-medium wp-image-2548" /></a><br />
<em>Empresas escondiam produtos para sabotar Allende </em></p>
<p><em>Lembrei-me de, quando ainda uma criança de doze anos, pegava filas para comprar óleo, açúcar ou arroz para minha família. Claro que não se conseguia comprar tudo no mercado negro, por causa do embargo comercial e da falta de mercadorias – a direita havia retirado os produtos das prateleiras como forma de pressionar Salvador Allende, o primeiro governo socialista eleito (1970) por voto direito e democrático na América Latina.</p>
<p>Segundo a direita – e os EUA -, essa pressão tinha o objetivo de extirpar do continente uma corrente perigosa de esquerda que crescia por aqueles anos.</p>
<p>Depois me lembrei dos aviões, rasantes, que retomavam altitude de voo depois de lançarem bombas sobre o La Moneda, o palácio de governo, naquele fatídico 11 se setembro de 1973. Gente pulava e buzinava nas ruas. E também muita gente triste. Era o começo da  ditadura de Augusto Pinochet. </p>
<p>Já de início os direitos civis foram terrivelmente esmagados. As organizações de bases foram reprimidas e  praticamente exterminadas. Não havia permissão para reuniões de grupos. Os movimentos  comunitários, clubes esportivos ou um simples centro de mães: nada podia se organizar. </p>
<p><em>Reprodução web</em><br />
<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/chile_la_moneda_attack.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/chile_la_moneda_attack.jpg" alt="" title="chile_la_moneda_attack" width="300" height="287" class="aligncenter size-full wp-image-2550" /></a><br />
<em>Bombardeio ao La Moneda matou Allende</em></p>
<p>Num país historicamente católico, extremadamente conservador e socialmente homogêneo, isso tornava a população ainda mais dependente de um poder central. As informações eram filtradas antes de chegarem ao povo, enquanto as decisões da ditadura eram disseminadas como a voz oficial, de modo a nos convencer de que um novo Chile, livre do perigo do comunismo, estava em construção. </p>
<p>E eis que, num passo de mágica, as coisas começaram a funcionar. Poucas semanas depois do golpe as prateleiras dos supermercados estavam novamente repletas de produtos&#8230; Tudo parecia voltar ao normal depois do “caos”. </p>
<p>Bom, parecia normal para a massa, mas  não para os muitos que eram perseguidos, exilados, torturados ou desaparecidos. </p>
<p>Começava a construção de um “novo” Chile.  Em meados dos anos 1970, instaurou-se o regime econômico neoliberal, inspirado em estudos de livre mercado de um grupo de economistas de Chicago (os “Chicago´s boys”). O livre mercado tomava conta do Chile. </p>
<p>Pela primeira vez na minha vida, vejam que ironia, podia sonhar com uma calça jeans da Levis, comprada numa loja de um bairro nobre de Santiago! Antes, isso só era possível se o algum amigo viajasse ao exterior e contrabandeasse os preciosos jeans da Levis. </p>
<p>E esse admirável mundo do consumo se estendeu a vários produtos: óculos,  tênis, sapatos, jaquetas de estilo. O curso da moda para os jovens era a publicidade. Muitos se viram influenciados pelo glamour e a criatividade do apaixonante mundo da propaganda. Um desses jovens fui eu.</p>
<p><em>Reprodução web</em><br />
<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/chile-mirchilepoderpopularej4.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/chile-mirchilepoderpopularej4-300x153.jpg" alt="" title="chile-mirchilepoderpopularej4" width="300" height="153" class="aligncenter size-medium wp-image-2552" /></a><br />
<em>País ficou cindido e gerou manifestações populares  </em></p>
<p>Na minha época de estudante, percebi como a criatividade pode ser uma ferramenta bela e também poderosa. Se por um lado me apaixonei pela precisão da metodologia de aplicação do processo criativo na publicidade, de outro fiquei completamente aterrorizado pelo poder da propaganda e o uso que o  mercado fazia dessa ferramenta.  </p>
<p>O questionamento ético de sua aplicação inexistia. </p>
<p>E isso me provocava repulsa. O fim era manipular as emoções com um único fim: “vender”. Mas vender o quê? Qualquer coisa, bastava vender. </p>
<p>Executavam-se estratégias para despertar as mais íntimas emoções e desejos, e as emoções eram substituídas por produtos, coisas que as pessoas compravam, compravam&#8230; Compravam como se comprassem a felicidade. Compravam emoções. </p>
<p>Os produtos conquistavam corações e mentes, partindo da classe A, que despertava o desejo da classe B, depois da classe C, da D, E. As estratégias de marketing eram planificadas dessa forma. Com perfeição milimétrica.</p>
<p><em>Reprodução web</em><br />
<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/chile-repressão.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/chile-repressão-300x181.jpg" alt="" title="chile-repressão" width="300" height="181" class="aligncenter size-medium wp-image-2553" /></a><br />
<em>Consumo crescia, e tanques tomavam as ruas </em></p>
<p>Como podia uma pessoa agüentar tudo aquilo? As comunidades estavam destruídas, logo elas que, para mim, sempre foram o berço dos valores humanos mais nobres, como a solidariedade. Elas eram o caminho para se trabalhar juntos, aprender juntos, desenvolver a consciência do bem comum. Nada disso existia mais.  </p>
<p>Assim se passaram 17 anos da ditadura que implantou o neoliberalismo no Chile, até chegarmos a 1989. </p>
<p>Depois de uma nova constituição no país, a transição para a democracia se iniciava. Mas essa transição foi feita a partir das normas da ditadura. Nesse tempo, tudo, ou boa parte no Chile, estava nas mãos do capital privado. Os primeiros ares da globalização que sopravam mundo afora tinham tomado conta do Chile, onde a política e a economia continuavam atadas. </p>
<p>Esse era o contexto quando um novo governo foi escolhido por votação popular depois dos anos de chumbo.</p>
<p>Tratava-se de um governo de coalizão dos partidos de centro e esquerda, grupo representado por Patricio Alwin. Dali por diante sucederam-se 20 anos de diferentes gestões da chamada &#8220;Concertación!&#8221;, que tentava desatar o país e acabar com a herança da ditadura por meio de políticas sociais. </p>
<p><em>Reprodução web</em><br />
<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/chile-patricio-aylwin.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/chile-patricio-aylwin.jpg" alt="" title="chile-patricio-aylwin" width="250" height="278" class="aligncenter size-full wp-image-2563" /></a><br />
<em>Patricio Alwin, o presidente da redemocratização</em></p>
<p>Percebia-se a tentativa de ficar um pouco longe do mercado, mas o mercado tinha tomado conta do Chile. Também nesses 20 anos &#8211; os mesmos anos em que a globalização  do capital tomou conta do mundo &#8211; a &#8220;Concertación&#8221; não conseguiu sair disso.</p>
<p>Bom, depois dessas reminiscências todas, volto ao meu amigo Edson: “O que aconteceu no Chile domingo passado?”</p>
<p>Edson, você me fez pensar em parte da minha história, em lembranças quase fotográficas me levam a dizer que tudo o que escrevi aqui não tem fundamento histórico algum: é apenas uma reflexão provocada pela sua pergunta e feita a partir dessas “fotografias” que tirei da memória. </p>
<p>“Daniel, o que aconteceu no Chile?&#8221; </p>
<p>A verdade, meu amigo, é que não sei&#8230; </p>
<p>Tenho mais perguntas que respostas.  A &#8220;Concertación&#8221;, com problemas de gestão, não teria conseguido superar suas próprias diferenças?</p>
<p><em>Reprodução web</em><br />
<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/bachelete-21.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/bachelete-21-300x236.jpg" alt="" title="bachelete-21" width="300" height="236" class="aligncenter size-medium wp-image-2566" /></a><br />
Michelle Bachelet não conseguiu eleger sucessor</p>
<p>A coalizão de centro-direita ganhou com 52% dos votos! Coalizão de centro-direita? Não existe direita? Não existe mais esquerda? O que fez 52% dos eleitores optarem por um Berlusconi latino americano?  Será que a exposição por 37 anos ao espírito do “mercado” criou grande classe média arrivista, que se quer nos braços da direita? </p>
<p>Quais os valores que uma sociedade em busca do desenvolvimento tem hoje? E que conceito de desenvolvimento pode ter uma sociedade exposta brutalmente ao capitalismo durante os últimos 37 anos, sem que se refletisse sobre esse processo? Eu sou o que compro e tenho? Sou feliz com o que compro e tenho? Não existe direita nem esquerda, todos são progressistas? O que posso responder?</p>
<p>Sei apenas que hoje a direita no Chile, que se autodenomina “centro-direita”, conquistou o poder. </p>
<p>Esta mesma centro-direita que procura se desvincular da era Pinochet sempre teve &#8211; e continua a ter &#8211; o poder econômico no Chile. Depois da eleição do domingo passado, voltou a ter também o poder político. Coisa muito perigosa&#8230; </p>
<p>Sim, Edson, temos que seguir lutando. Mas lutar como, contra quem ou o quê se não existe mais direita ou esquerda e todos são progressistas? </p>
<p>Dias atrás um outro amigo me deixou uma mensagem no Facebook. Ele dizia: “Daniel, estou preparando o meu ‘pasa-montaña’’. </p>
<p>“Pasa-montaña” é um boné que servia para cobrir o rosto dos jovens que faziam barricadas nos bairros populares de Santiago.</p>
<p>Barricadas? Será tempo de barricadas? Será que estou ficando velho? Será que temos que reinventar as formas de luta? Como incentivar os valores humanos em mentes mutiladas pelo mercado? </p>
<p>Perguntas, perguntas&#8230;  </p>
<p>Mas é bom pensar, né? </p>
<p>“Abrazo”</p>
<p></em></p>
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		<title>E por falar em Sarney&#8230;</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/e-por-falar-em-sarney</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 17:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[
Sarney mandou avisar que não vai autografar o Marimbondos de Fogo
para quem criou falso Twitter para ele 
Tempos férteis para o anedotário político. Foi só ver o brochinho de Fiscal do Sarney que me entusiasmei e procurei outras homenagens na rede ao excelentíssimo presidente do Senado. E eis que constato o carinho dos twitteiros com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/06/sarney3.jpg" alt="sarney3" title="sarney3" width="438" height="350" class="aligncenter size-full wp-image-2278" /><br />
<em>Sarney mandou avisar que não vai autografar o Marimbondos de Fogo<br />
para quem criou falso Twitter para ele </em></p>
<p>Tempos férteis para o anedotário político. Foi só ver o brochinho de <strong>Fiscal do Sar</strong>ney que me entusiasmei e procurei outras homenagens na rede ao excelentíssimo presidente do Senado. E eis que constato o carinho dos twitteiros com o literato do Maranhão. Mas o ilustre ex-presidente não gosta de nada que se limite a 140 caracteres.</p>
<p>O autor de <strong>Marimbondos de Fogo</strong>, esse clássico da literatura nacional (um dos livros mais vendidos e lidos desde um 3000 AC, <a href="http://desciclo.pedia.ws/wiki/Marimbondos_de_Fogo">constate</a>), ameaçou fazer a justiça arder no engraçadinho que criou um Twitter falso para ele. (<a href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,perfil-falso-de-sarney-no-twitter-nao-esta-mais-no-ar,390032,0.htm">veja aqui</a>) </p>
<p>Dias atrás, estava no ar a &#8220;página&#8221; do senador, com tweets como esse, registrados pelo blog do <a href="http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2009/06/19/sarney_ganha_perfil_falso_no_twitter_48681.php">Jamildo</a>, do JC Online: </p>
<p>&#8220;Minha secretária já deixou outro comprimido. Vou dormir.&#8221;</p>
<p>&#8220;Alguém aí foi meu fiscal? A idéia da campanha foi Maílson e a arte do broche foi de algum estágiário da UnB&#8221;</p>
<p>&#8220;Meu novo plano para limpar o senado será um marco na política brasileira. Ele será bem diferente do Plano Verão e do Plano Bresser&#8221;. </p>
<p>E personagens célebres deixaram &#8220;mensagens&#8221;. Um deles foi Paulo Coelho. <em>&#8220;@paulocoelho avisa na academia que faltarei ao nosso tradicional chá nessa semana. Estou tendo um pouco de serviço do DF</em>&#8220;. </p>
<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/06/semteto.jpg" alt="semteto" title="semteto" width="380" height="380" class="aligncenter size-full wp-image-2279" /></p>
<p>Busquei a página no Twitter (digite Jose Sarney no Twitter), mas acabou-se o que era doce. No ar, apenas uma breve perfil do ex-quase twitteiro maranhense: </p>
<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/06/sarney_01_normal.jpg" alt="sarney_01_normal" title="sarney_01_normal" width="48" height="48" class="aligncenter size-full wp-image-2276" /><br />
<em>&#8220;josesarney Sen. José Sarney<br />
Presidente do Senado brasileiro, devoto da causa pública e comprometido com a ética e a cidadania.<br />
1,447 followers · from Amapá · updated 3:52 PM Jun 19th </em>  </p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2275" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Quem é fiscal do Sarney aí?</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/quem-e-fiscal-do-sarney-ai</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 16:26:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Para os órfãos da Nova República.
Quem aí ligava para a Sunab quando sumia carne no supermercado? Discava 198, tá ligado? 
Quem anotava na cadernetinha o preço das embalagens e, se visse que o valor tinha sido alterado depois, chegava para o dono do armazém e bradava, a plenos pulmões: &#8220;Tome tento porque sou fiscal do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/06/sarney2.jpg" alt="sarney" title="sarney" width="174" height="170" class="aligncenter size-full wp-image-2265" /></p>
<p>Para os órfãos da Nova República.</p>
<p>Quem aí ligava para a Sunab quando sumia carne no supermercado? Discava 198, tá ligado? </p>
<p>Quem anotava na cadernetinha o preço das embalagens e, se visse que o valor tinha sido alterado depois, chegava para o dono do armazém e bradava, a plenos pulmões: &#8220;Tome tento porque sou fiscal do Sarney!&#8221;.</p>
<p>E, se o dono do secos e molhados enchesse seu saco, chamava o Funaro para botar ordem na casa?   </p>
<p>Em tempos de ato secreto, de &#8220;Secreta&#8221; que apita em tudo, da sarneylândia proliferando mais rápido que a gripe suína, recordar é viver.</p>
<p>Essa eu pesquei do mural do Facebook do do Maurício Machado, que por sua vez pinçou a pérola do mural do Ricardo Sá Fortes. Será que ele era fiscal do Sarney? </p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2261" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>Sou um dos Trezentos</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 05:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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Desde hoje sou um dos Trezentos. Quer dizer, desde anteontem, quando, no Sujinho, selei minha participação nessa confraria digital. Mas&#8230; quer saber? Sou há muito tempo, dada a ligação afetiva e intelectual com pessoas valorosas como o Serginho Amadeu – a quem conheço desde 1994 -, o provocador que idealizou essa rede de blogs chamada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1799" title="megaphone2" src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/04/megaphone2.jpg" alt="megaphone2" width="400" height="502" /></p>
<div class="widget">
<p><span style="color: black; font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Desde hoje sou um dos Trezentos. Quer dizer, desde anteontem, quando, no Sujinho, selei minha participação nessa confraria digital. Mas&#8230; quer saber? Sou há muito tempo, dada a ligação afetiva e intelectual com pessoas valorosas como o <strong>Serginho Amadeu</strong> – a quem conheço desde 1994 -, o provocador que idealizou essa rede de blogs chamada Trezentos. Serginho é boa praça, é camarada, é gente para ir pra vida toda.</span></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"><strong>A rede Trezentos</strong> nem acabou de nascer direito. Trata-se de um pólo que reúne pessoas com uma visão humanista e gosto por compartilhar o conhecimento. Blogs de toda a ordem, diversidade, pontos de vista os mais variados. Mas sempre com a intenção de serem um contraponto ao marasmo, uma multidão de vozes que não se encerra no virtual. <span style="mso-spacerun: yes;"> </span><span style="mso-spacerun: yes;"> </span><span style="mso-spacerun: yes;"> </span><span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Lá manterei um blog (podem me achar pelo nome, Clayton Melo, em Autores, ou pela foto) e travarei uma boas conversas à mesa de bar. Convido a todos para uma visita à casa dos <a href="http://www.trezentos.blog.br/">Trezentos</a>. Podem pedir porque ela vem gelada. </span></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"><strong>Por que Trezentos? Perguntem ao Mário.</strong> <strong>Que Mário? Xiiiii. </strong></span></span></p>
<p><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>“Eu sou trezentos, sou trezentos-e-cincoenta,<br />
As sensações renascem de si mesmas sem repouso,<br />
Ôh espelhos, ôh Pireneus! Ôh caiçaras!<br />
Si um deus morrer, irei no Piauí buscar outro!” </span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">(MÁRIO DE ANDRADE, EU SOU TREZENTOS)</span></span></em></p>
</div>
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		<title>O Protógenes tem um blog</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 02:27:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Politicando]]></category>

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Sabiam que o delegado Protógenes Queiroz tem um blog? Eu não sabia. Lá, o estilão adotado na foto é bem diferente do jeitão, digamos, despojado que ele apresenta na imagem acima. Cara de brabo, sério, dedin na boca.
Se fosse ele tomaria cuidado porque o Daniel Dantas pode ficar nervoso e infiltrar um hacker lá para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/03/protogenes.jpg" alt="protogenes" title="protogenes" width="292" height="280" class="aligncenter size-full wp-image-1711" /></p>
<p>Sabiam que o delegado Protógenes Queiroz tem um blog? Eu não sabia. Lá, o estilão adotado na foto é bem diferente do jeitão, digamos, despojado que ele apresenta na imagem acima. Cara de brabo, sério, dedin na boca.</p>
<p>Se fosse ele tomaria cuidado porque o Daniel Dantas pode ficar nervoso e infiltrar um hacker lá para bagunçar o coreto.  </p>
<p>Clique <a href="http://blogdoprotogenes.com.br/">aqui</a></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=1710" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>Estou com pena dos bilionários</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 17:05:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avacalhações]]></category>
		<category><![CDATA[Politicando]]></category>

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		<description><![CDATA[
Bill Gates se distrai com bonequinhos e cavalinhos para
não se lembrar de que está menos rico  
A nova lista da Forbes, sobre os donos da bufunfa no mundo, mostra que os bilionários (coitados!), sofrem com a crise. Esses senhores estão US$ 2 trilhões menos ricos. Culpa da crise, essa marvada.
Bill Gates, com muito empenho, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/03/bill-gates-office.jpg" alt="bill-gates-office" title="bill-gates-office" width="450" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-1646" /><br />
Bill Gates se distrai com bonequinhos e cavalinhos para<br />
não se lembrar de que está menos rico  </p>
<p>A nova lista da Forbes, sobre os donos da bufunfa no mundo, mostra que os bilionários (coitados!), sofrem com a crise. Esses senhores estão <strong>US$ 2 trilhões menos ricos</strong>. Culpa da crise, essa marvada.</p>
<p>Bill Gates, com muito empenho, dedicação e esquema tático bem definido, não é o Ronaldo, mas é um fenômeno: embora tenha visto evaporar US$ 18 bilhões de sua conta bancária, retomou a liderança no ranking com uma fortuna pessoal de US$ 40 bilhões. O investidor (?) Warren Buffet, que em 2008 era o primeiro, agora é o segundo, com US$ 37 bilhões – era US$ 62 bilhões ano anterior.  </p>
<p>Ah, e o número de bilionários no planeta caiu de 1.125 para 793.</p>
<p>Será que eles vão ter procurar o analista – não o financeiro, mas o das almas – para se livrarem do trauma?   </p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=1645" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>A diplomacia descobriu o &#8220;reset&#8221;. E deu tilt</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 20:49:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avacalhações]]></category>
		<category><![CDATA[Politicando]]></category>

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		<description><![CDATA[
Lavrov e Hilary bem que tentaram &#8220;desligar e ligar&#8221;
as relações entre Rússia e EUA
Percebo que nossos técnicos de informática, que parecem chegar ao nirvana quando nos mandam desligar e ligar o computador sempre que a máquina tem um resfriado, estão fazendo escola. Mas, só pra contrariar, o boot não funcionou! 
Da Folha de S. Paulo
LAPSO [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/03/clinton.jpg" alt="clinton" title="clinton" width="350" height="259" class="aligncenter size-full wp-image-1640" /><br />
<em>Lavrov e Hilary bem que tentaram &#8220;desligar e ligar&#8221;<br />
as relações entre Rússia e EUA</em></p>
<p>Percebo que nossos técnicos de informática, que parecem chegar ao nirvana quando nos mandam desligar e ligar o computador sempre que a máquina tem um resfriado, estão fazendo escola. Mas, só pra contrariar, o boot não funcionou! </p>
<p>Da Folha de S. Paulo<br />
<strong>LAPSO EM TRADUÇÃO GERA BRINCADEIRA </strong></p>
<p><em>Hillary Clinton (secretária de Estado dos EUA) preparou a jogada propagandística de presentear o colega russo Serguei Lavrov (ministro das Relações Exteriores) com o botão vermelho marcando o reinício das relações bilaterais. Mas o presente gerou sorrisos amarelos, pois a palavra em inglês &#8220;reset&#8221; (reiniciar) foi traduzida para &#8220;peregruzka&#8221;, termo russo que significa sobrecarregar. Ao ser informada por Lavrov do erro, Hillary, brincando, disse ao russo: &#8220;Não deixaremos vocês fazerem isso conosco&#8221;. Eles então apertaram o botão, que, segundo Lavrov, irá enfeitar sua mesa de trabalho.</em></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=1639" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>Obama, Saramago e a mudança</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/obama-saramago-e-a-mudanca</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 14:26:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outro assunto]]></category>
		<category><![CDATA[Politicando]]></category>

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		<description><![CDATA[
Obama e Michelle, que diferença em relação aos antigos inquiulinos da Casa Branca, não?   
Bush se despediu  à base da sapatadas e Barack Obama chegou ovacionado por milhões. É o porta-voz de uma euforia mundial poucas vezes na cena política internacional. Não é para menos. Ele chega com perfil, história e uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/01/obama-e-vice.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/01/obama-e-vice.jpg" alt="" title="obama-e-vice" width="450" height="363" class="aligncenter size-full wp-image-1588" /></a><br />
Obama e Michelle, que diferença em relação aos antigos inquiulinos da Casa Branca, não?   </p>
<p>Bush se despediu  à base da sapatadas e Barack Obama chegou ovacionado por milhões. É o porta-voz de uma euforia mundial poucas vezes na cena política internacional. Não é para menos. Ele chega com perfil, história e uma visão de mundo muito diferentes das do inquilino anterior da Casa Branca. </p>
<p>Seu discurso, reiterado na posse, é o pacificação, da colaboração, de um mundo multipolar, com o reconhecimento de que há novos protagonistas no tabuleiro geopolítico ( bem o posto do czar do Texas). Isso sem falar no fato de que Obama tem uma carisma inigualável. E sua mulher também, que não tem o perfil de dona-de-casa de mansão. E Jonh Favreau, que escreve os discursos, incluiu a frase que os brasileiros da Era Lula conhecem muito bem: &#8220;A esperança sobre o medo&#8221; (é um pouquinho diferentes na forma, mas o DNA é o mesmo). Coincidência? De jeito nenhum.   </p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/01/obama-povo.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/01/obama-povo.jpg" alt="" title="obama-povo" width="450" height="287" class="aligncenter size-full wp-image-1587" /></a><br />
O povo quer Obama</p>
<p>Não, não pensem que estou achando que os EUA serão uma maravilha para o mundo, um país perfeito e bonzinho. Apenas vejo que algo realmente muda na paisagem americana. Ainda bem.        </p>
<p>Para terminar, recorro a José Saramago, que publicou um post em seu <a href="http://caderno.josesaramago.org/2009/01/20/donde/">blog </a>com o qual concordo plenamente. Veja abaixo.    </p>
<p><em>Donde?<br />
By José Saramago </p>
<p>Donde saiu este homem? Não peço que me digam onde nasceu, quem foram os seus pais, que estudos fez, que projecto de vida desenhou para si e para a sua família. Tudo isso mais ou menos o sabemos, tenho aí a sua autobiografia, livro sério e sincero, além de inteligentemente escrito. </p>
<p>Quando pergunto donde saiu Barack Obama estou a manifestar a minha perplexidade por este tempo que vivemos, cínico, desesperançado, sombrio, terrível em mil dos seus aspectos, ter gerado uma pessoa (é um homem, podia ser uma mulher) que levanta a voz para falar de valores, de responsabilidade pessoal e colectiva, de respeito pelo trabalho, também pela memória daqueles que nos antecederam na vida. </p>
<p>Estes conceitos que alguma vez foram o cimento da melhor convivência humana sofreram por muito tempo o desprezo dos poderosos, esses mesmos que, a partir de hoje (tenham-no por certo), vão vestir à pressa o novo figurino e clamar em todos os tons: “Eu também, eu também.” Barack Obama, no seu discurso, deu-nos razões (as razões) para que não nos deixemos enganar. O mundo pode ser melhor do que isto a que parecemos ter sido condenados. </p>
<p>No fundo, o que Obama nos veio dizer é que outro mundo é possível. Muitos de nós já o vinhamos dizendo há muito. Talvez a ocasião seja boa para que tentemos pôr-nos de acordo sobre o modo e a maneira. Para começar.</em></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=1589" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O dinheiro sumiu do mundo</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/o-dinheiro-sumiu-do-mundo</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/o-dinheiro-sumiu-do-mundo#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 00:23:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avacalhações]]></category>
		<category><![CDATA[Politicando]]></category>

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		<description><![CDATA[
Clara fugiu de meus sonhos como quem se manda pra Bahia arrastando malas, desdizendo juras que só eu conhecia, cartas de uma história que nem começou. Ou não? Será que começou? Um não-acontecimento acontecido. E o mundo está em depressão. Ou quase. 
Mas a bolsa de Tóquio amanheceu em alta de 0,37% &#8211; veja bem, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/01/dinheiro.bmp"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/01/dinheiro.bmp" alt="" title="dinheiro" class="aligncenter size-full wp-image-1526" /></a></p>
<p>Clara fugiu de meus sonhos como quem se manda pra Bahia arrastando malas, desdizendo juras que só eu conhecia, cartas de uma história que nem começou. Ou não? Será que começou? Um não-acontecimento acontecido. E o mundo está em depressão. Ou quase. </p>
<p>Mas a bolsa de Tóquio amanheceu em alta de 0,37% &#8211; veja bem, eu disse 0,37%. <a href="http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&#038;op=view&#038;fokey=ex.stories/489909">Madoff</a>, o nome dele é Madoff, dizem os jornais. Mas Madoff não viu o show da Madonna porque estava ocupado demais levando a loucura até a <a href="http://www.terra.com.br/reporterterra/nasdaq/oquee1.htm">Nasdaq </a>– enganou todo mundo com um sonho de US$ 50 bilhões em forma de pirâmide. </p>
<p>Obama nas alturas e crédito aos homens de boa vontade. O dinheiro sumiu do mundo, e lá vem esse maldito zumbido que não me deixa dormir.    </p>
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