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	<title>Ponto de Fuga &#187; Poesia</title>
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	<description>economia digital, cibercultura, jornalismo, cinema, crônica, música</description>
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		<title>Quando um poema nos arrebata</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 02:26:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Adriana Calcanhoto]]></category>
		<category><![CDATA[Ferreira Gullar]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Reprodução(TantU de Arte, UFMG)

Adriana Calcanhoto, uma de minhas artistas minhas prediletas há muitos e muitos anos, disse que ficou chapada quando conheceu o poema Traduzir-se, de Ferreira Gullar, poeta que também admiro e leio de tempos em tempos. 
E eu digo: ao tomar contato com o texto, fiquei não só chapado, mas completamente absorto, consumido, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reprodução(TantU de Arte, UFMG)</em><br />
<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/TANTU-DE-ARTE-foto.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/TANTU-DE-ARTE-foto-224x300.jpg" alt="" title="TANTU DE ARTE-foto" width="224" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-2656" /></a></p>
<p>Adriana Calcanhoto, uma de minhas artistas minhas prediletas há muitos e muitos anos, disse que ficou chapada quando conheceu o poema Traduzir-se, de Ferreira Gullar, poeta que também admiro e leio de tempos em tempos. </p>
<p>E eu digo: ao tomar contato com o texto, fiquei não só chapado, mas completamente absorto, consumido, entregue. </p>
<p>O sentimento foi reforçado porque o conheci  a partir da música de Adriana, também de uma beleza arrebatadora.  </p>
<p>Isso aconteceu minutos antes de escrever este texto – como, sendo fã e me considerando um bom conhecedor do trabalho de Adriana, nunca tinha ouvido essa versão tão linda? </p>
<p>Embora leia Gullar, não o conheço em profundidade, o que não impede de pensar: como não conhecia um poema magistral como esse? </p>
<p>É isso o que se sente quando a Arte nos toca de modo tão profundo. </p>
<p>O texto &#8211; logo abaixo está o vídeo com a música. </p>
<p>“<em>Uma parte de mim<br />
é todo mundo:<br />
outra parte é ninguém:<br />
fundo sem fundo.<br />
Uma parte de mim<br />
é multidão:<br />
outra parte estranheza<br />
e solidão.<br />
Uma parte de mim<br />
pesa, pondera:<br />
outra parte<br />
delira.</p>
<p>Uma parte de mim<br />
alomoça e janta:<br />
outra parte<br />
se espanta.<br />
Uma parte de mim<br />
é permanente:<br />
outra parte<br />
se sabe de repente.</p>
<p>Uma parte de mim<br />
é só vertigem:<br />
outra parte,<br />
linguagem.</p>
<p>Traduzir uma parte<br />
na outra parte<br />
_ que é uma questão<br />
de vida ou morte _<br />
será arte?<br />
</em></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/G7HLmz4NvhM&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/G7HLmz4NvhM&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2655" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>Sonhadores</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 04:19:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia E Afins]]></category>

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		<description><![CDATA[
Temos tantos sonhos, tantos planos – mas quantas bocas tem a noite? E quanto céu teremos ao amanhecer?  Eu tenho fome, mas a carne é triste.  Eu tenho sede, e o mundo parece tão grande. Me espera – me espera que eu vou. Estava apenas olhando as estrelas.
 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/01/sonhadores2.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/01/sonhadores2.jpg" alt="" title="sonhadores2" width="320" height="240" class="aligncenter size-full wp-image-1556" /></a></p>
<p>Temos tantos sonhos, tantos planos – mas quantas bocas tem a noite? E quanto céu teremos ao amanhecer?  Eu tenho fome, mas a carne é triste.  Eu tenho sede, e o mundo parece tão grande. Me espera – me espera que eu vou. Estava apenas olhando as estrelas.</p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=1554" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>Incursões poéticas na querida Cidade Ademar</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/incursoes-poeticas-na-querida-cidade-ademar</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 23:22:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Outro assunto]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Sarau organizado por amigos do peito. Por falta de tempo, estou um pouco distante das atividades poéticas da turma, mas deixo aqui minha pequena contribuição. Vale a pena!    

 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sarau organizado por amigos do peito. Por falta de tempo, estou um pouco distante das atividades poéticas da turma, mas deixo aqui minha pequena contribuição. Vale a pena!    </p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/10/ademar.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/10/ademar.jpg" alt="" title="ademar" width="500" height="706" class="aligncenter size-full wp-image-1377" /></a></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=1378" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>Samba sobre o infinito</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/samba-sobre-o-infinito</link>
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		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 02:23:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia E Afins]]></category>

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		<description><![CDATA[

&#160;

Sem rancor e sem saudades, ele disse adeus e partiu. Sem nada, sem olhar pra trás, apenas o gosto da despedida. Decidiu então fazer, de algum jeito ele ia fazer um samba sobre o infinito. Como se fora o sambista, acariciaria a dor em mil compassos e em seguida se recolheria ao silêncio. 
Não disse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"></p>
<p align="left" style="text-align: center"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/07/desilusao.jpg" alt="desilusao.jpg" /></p>
<p align="left" style="text-align: center">&nbsp;</p>
<p></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana">Sem rancor e sem saudades, ele disse adeus e partiu. Sem nada, sem olhar pra trás, apenas o gosto da despedida. Decidiu então fazer, de algum jeito ele ia fazer um samba sobre o infinito. Como se fora o sambista, acariciaria a dor em mil compassos e em seguida se recolheria ao silêncio. </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana">Não disse palavra nem se arrependeu – talvez somente por se deixado no mar das ilusões. “Uma pausa, por favor, para um amor descontraído”, era o que dele agora se ouvia. </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana">Dançou aquela dança com passos enternecidos, à espera, depois navegou <span> </span>como se o mar fosse grande demais e mesmo assim não comportasse o peso de suas lembranças. <span> </span></span></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=1316" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>Das lembranças e descobertas</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 03:53:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ficções]]></category>
		<category><![CDATA[Microcontos e outras ficções]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia E Afins]]></category>

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		<description><![CDATA[Me lembrava de você. &#8211; É? e eu de você &#8211; olhar suave, uma elegância só. E você um pouco mais velho, veterano, digamos assim. - Não muito, e aqui estamos de novo; o que fez nesses anos? Viajei pelo mundo, tantos mares.  &#8211; Posso ver ondas em seus olhos. Muito trabalho, mas também foram tempos de flores. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana">Me lembrava de você. &#8211; É? e eu de você &#8211; olhar suave, uma elegância só. E você um pouco mais velho, veterano, digamos assim. -<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/belmondo-e-jean-2.jpg" title="belmondo-e-jean-2.jpg"></a> Não muito, e aqui estamos de novo; o que fez nesses anos? Viajei pelo mundo, tantos mares.  &#8211; Posso ver ondas em seus olhos. Muito trabalho, mas também foram tempos de flores. &#8211; Me acompanha em mais um chope?</span><span style="font-family: Verdana"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/belmondo-e-jean-2.jpg" title="belmondo-e-jean-2.jpg"></a></span><span style="font-family: Verdana"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/belmondo-e-jean-2.jpg" title="belmondo-e-jean-2.jpg"></a><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/belmondo-e-seberg-nova.bmp" title="belmondo-e-seberg-nova.bmp"></a></span><span style="font-family: Verdana"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/belmondo-e-seberg-nova.bmp" title="belmondo-e-seberg-nova.bmp"></a></span><span style="font-family: Verdana"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/belmondo-e-seberg-nova.bmp" title="belmondo-e-seberg-nova.bmp"></a></span><span style="font-family: Verdana"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/belmondo-e-seberg-nova.bmp" title="belmondo-e-seberg-nova.bmp"></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/belmondo-e-seberg-nova-ed.bmp" title="belmondo-e-seberg-nova-ed.bmp"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/belmondo-e-seberg-nova-ed.bmp" alt="belmondo-e-seberg-nova-ed.bmp" /></a></p>
<p></a></span></p>
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		<title>Ateliê das almas</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 02:58:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ficções]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia E Afins]]></category>

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		<description><![CDATA[Daquele momento em diante, não mais o vale das sombras, o temor do que não foi. Mesmo que já fosse tarde, do silêncio fiz meu canto, e do orvalho de meus olhos a cura de minha sede. Agora solto a voz, com fome, como se fora o último grito, a última prece. Seus faróis iluminam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana">Daquele momento em diante, não mais o vale das sombras, o temor do que não foi. Mesmo que já fosse tarde, do silêncio fiz meu canto, e do orvalho de meus olhos a cura de minha sede. Agora solto a voz, com fome, como se fora o último grito, a última prece. Seus faróis iluminam meus pés, minha paixão de viver. Eu tinha sede, mas não encontrei água.<span>   </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/atelie.bmp" title="atelie.bmp"></a></span><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/atelie.bmp" title="atelie.bmp"></a></span><span style="font-family: Verdana"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/atelie.bmp" title="atelie.bmp"></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/atelie.bmp" alt="atelie.bmp" /></p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/atelie.bmp" title="atelie.bmp"></a></p>
<p></a></span></p>
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		<title>Mar grande</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/mar-grande</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 20:13:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ficções]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia E Afins]]></category>

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		<description><![CDATA[Deram-se as mãos, serenamente. 
Velas ao mar, e depois navegaram-se noite adentro. 






 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/beijo-cinema-ed.jpg" title="beijo-cinema-ed.jpg"></a>Deram-se as mãos, serenamente. </span><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana">Velas ao mar, </span><span style="font-family: Verdana">e depois navegaram-se noite adentro. </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/beijo-cinema-ed.jpg" title="beijo-cinema-ed.jpg"></a></span></span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/beijo-cinema-ed.jpg" title="beijo-cinema-ed.jpg"></a></span></span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/acossado.jpg" title="acossado.jpg"></a></span></span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/acossado.jpg" title="acossado.jpg"></a></span></span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/acossado.jpg" title="acossado.jpg"></a></span></span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/acossado.jpg" title="acossado.jpg"></a></span></span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/acossado.jpg" title="acossado.jpg"></a></span></span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/acossado.jpg" title="acossado.jpg"></a></span></span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/acossado.jpg" title="acossado.jpg"></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/acossado.jpg" alt="acossado.jpg" /></p>
<p align="center"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/beijo-cinema-ed.jpg" title="beijo-cinema-ed.jpg"></a><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/beijo-cinema-ed.jpg" title="beijo-cinema-ed.jpg"></a><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/beijo-cinema-ed.jpg" title="beijo-cinema-ed.jpg"></a></p>
<p></a></span></span></span></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=1108" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O intervalo do olhar</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/divagacoes</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/divagacoes#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 04:04:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ficções]]></category>
		<category><![CDATA[Microcontos e outras ficções]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia E Afins]]></category>

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		<description><![CDATA[
Jean Seberg e Jean Paul Belmondo, em Acossado, de Godard 


Vamos marcar, sim. Onde iremos? Conversar, sair por aí. Claro, assunto é o que não falta – sem chance para monólogos. Lembra daquele tempo? Mal nos conhecíamos. De vista, apenas. Corredores; um sonho de primeira página. Mas aqui estamos de novo. Anos depois. Com histórias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/acossado.bmp" alt="acossado.bmp" /></p>
<p align="center" style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><em>Jean Seberg e Jean Paul Belmondo, em Acossado, de Godard</em> </span></p>
<p align="center" style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"></span></p>
<p align="center" style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana">Vamos marcar, sim. Onde iremos? Conversar, sair por aí. Claro, assunto é o que não falta – sem chance para monólogos. </span><span style="font-family: Verdana">Lembra daquele tempo? Mal nos conhecíamos. De vista, apenas. Corredores; um sonho de primeira página. Mas aqui estamos de novo. Anos depois. Com histórias na bagagem, uma imagem feliz de mulher. Um coração que sorri. A sutileza no intervalo do olhar. </span> </span><span style="font-family: Verdana"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/acossado.bmp" title="acossado.bmp"></a><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/acossado.bmp" title="acossado.bmp"></a></span></p>
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		<title>Eu fui com Jane Birkin</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 04:46:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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Jane Birkin esteve em São Paulo.   A foto acima é de show em Montevidéu
&#160;
Com um charme irresistível, ela bailou pelo palco, passeou entre as mesas, distribuiu sorrisos. E cativou corações. Chanson regada à jazz. Vestida para um café entre amigos, sem afetações. Jane Birkin, a musa de Je t&#8217;aime &#8230; moi n&#8217;on plus, o amor de Serge [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/jane-birkin-ed.jpg" title="jane-birkin-ed.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/jane-birkin-ed.jpg" alt="jane-birkin-ed.jpg" /></a></p>
<p align="center"><em>Jane Birkin esteve em São Paulo.   A foto acima é de show em Montevidéu</em></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p><font face="Times New Roman"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana">Com um charme irresistível, ela bailou pelo palco, passeou entre as mesas, distribuiu sorrisos. E cativou corações. Chanson regada à jazz. Vestida para um café entre amigos, sem afetações. Jane <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL345204-7085,00.html">Birkin</a>, a musa de </span><em><span style="font-family: Verdana" lang="PT">Je t&#8217;aime &#8230; moi n&#8217;on plus,</span></em><span style="font-family: Verdana" lang="PT"> o amor de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Serge_Gainsbourg">Serge Gainsbourg</a>, a mãe de <a href="http://www.pontodefuga.jor.br/index.php?s=Charlotte">Charlotte</a> – a </span><span style="font-family: Verdana">estonteante do primeiro nu frontal do cinema. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Blow-Up">Blow Up</a>, de Antonioni. </span></span></font><font face="Times New Roman"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"> </span></span></font><font face="Times New Roman"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana">Jane Birkin, a mesma que me levou longe, me fez voar, esquecer do tempo. </span></span></span></font></p>
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		<title>O céu é o espelho dos famintos</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 04:16:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia E Afins]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/mulher-nua-pedra.jpg" title="mulher-nua-pedra.jpg"></a><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/mulher-nua-pedra.jpg" title="mulher-nua-pedra.jpg"></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/mulher-nua-pedra.jpg" alt="mulher-nua-pedra.jpg" /></p>
<p></a></p>
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