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	<title>Ponto de Fuga &#187; Música</title>
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	<description>economia digital, cibercultura, jornalismo, cinema, crônica, música</description>
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		<title>Mais sobre a história sexual da MPB</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Aug 2011 05:58:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais de &#8220;História sexual da MPB&#8220;. Eis uma pérola do cancioneiro libidinoso: &#8216;Tenho&#8217;, de Sidney Magal. Abstraindo a estética brega e o festival de clichês &#8211; que, à distância, têm seu valor ou, pelo menos, são engraçadíssimos -, a música é ótima. O trecho abaixo é do filme Amante Latino (1979). Olha a letra sacana: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de &#8220;<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/a-historia-sexual-da-mpb-bem-sacana-alias">História sexual da MPB</a>&#8220;. Eis uma pérola do cancioneiro libidinoso: &#8216;Tenho&#8217;, de Sidney Magal. Abstraindo a estética brega e o festival de clichês &#8211; que, à distância, têm seu valor ou, pelo menos, são engraçadíssimos -, a música é ótima. O trecho abaixo é do filme Amante Latino (1979). Olha a letra sacana: &#8216;Tenho um mundo de sensações/Um mundo de vibrações/Que posso te oferecer&#8217;. </p>
<p><iframe width="420" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/9SEzzFEA1BM" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>A história sexual da MPB &#8211; bem sacana, aliás</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Aug 2011 05:46:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[História sexual da MPB]]></category>
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		<description><![CDATA[Comecei a ler o &#8216;História sexual da MPB&#8216; O livro parece muito bom: a pesquisa vai da malícia do lundu até hoje. Nossa música tem machismo, mulheres fatais, libido, romances com açúcar e com afeto e entre tapas e beijos. É um olhar diferente sobre a canção brasileira. Tem também o programa, no Canal Brasil. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comecei a ler o <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,AA1331408-5606,00.html">&#8216;História sexual da MPB</a>&#8216; O livro parece muito bom: a pesquisa vai da malícia do lundu até hoje. Nossa música tem machismo, mulheres fatais, libido, romances com açúcar e com afeto e entre tapas e beijos. É um olhar diferente sobre a canção brasileira. Tem também o programa, no <a href="http://canalbrasil.globo.com/historiasexualdampb">Canal Brasil</a>. O vídeo aí discute a libertação feminina. É, cá entre nós, a nossa música é bem sacana, hein? </p>
<p><iframe width="420" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/sUkPQu4fFeI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>O clipe de &#8220;Nada mais que cinema&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Dec 2010 19:03:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[Compartilho um projeto do qual tenho orgulho de ter dado uma ajudinha: o videoclipe &#8220;Nada mais que cinema&#8221;, música do meu grande amigo Thiago Pimentel. No vídeo, ele e outro grande chapa, Tuco Oliveira, interpretam essa bela música. A direção do vídeo é do grande brother Daniel Rubio. Fiz a seleção de imagens. Está repleta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Compartilho um projeto do qual tenho orgulho de ter dado uma ajudinha: o videoclipe <strong>&#8220;Nada mais que cinema&#8221;,</strong> música do meu grande amigo Thiago Pimentel. No vídeo, ele e outro grande chapa, Tuco Oliveira, interpretam essa bela música. A direção do vídeo é do grande brother Daniel Rubio. Fiz a seleção de imagens. Está repleta de filmes com os quais chorei, me emocionei, sorri e que, penso, traduzem o clima da música. </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/RCCmmIYuZgM?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/RCCmmIYuZgM?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Amy Macdonald, YouTube e a música na web</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Dec 2010 18:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Macdonald]]></category>
		<category><![CDATA[rock and roll]]></category>
		<category><![CDATA[Youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[Gosto dessa liberdade que a web estimula: violão, uma boa voz e uma câmera no terraço. E com vigor, emoção, simplicidade. A ótima Amy Macdonald em versão acústica de This is the life.

 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto dessa liberdade que a web estimula: violão, uma boa voz e uma câmera no terraço. E com vigor, emoção, simplicidade. A ótima Amy Macdonald em versão acústica de This is the life.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gagolGCFcyQ?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/gagolGCFcyQ?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Easy Rider, a contracultura vai ao cinema</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/easy-rider-a-contracultura-vai-ao-cinema</link>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 03:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Outro assunto]]></category>

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		<description><![CDATA[
Easy Rider ecoou a rebeldia da geração hippie   
Easy Rider (Sem Destino) foi lançado em 14 de julho de 1969, num cinema chamado Beekman,  em Nova York. A administração do local nunca tinha visto uma cena parecida por aquelas bandas: espectadores cabeludos e rebeldes sentavam-se na calçada, sem sapatos, e fumavam maconha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/Easy-Riber-abre.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/Easy-Riber-abre-300x192.jpg" alt="" title="Easy Riber-abre" width="300" height="192" class="aligncenter size-medium wp-image-2705" /></a><br />
<em>Easy Rider ecoou a rebeldia da geração hippie</em>   </p>
<p>Easy Rider (Sem Destino) foi lançado em 14 de julho de 1969, num cinema chamado Beekman,  em Nova York. A administração do local nunca tinha visto uma cena parecida por aquelas bandas: espectadores cabeludos e rebeldes sentavam-se na calçada, sem sapatos, e fumavam maconha nos banheiros, diz Peter Biskind no livro “Como a geração sexo, drogas e rock and roll salvou Hollywood” (Editora Intrínseca). </p>
<p>“Sem Destino deixou a <a href="http://www.pontodefuga.jor.br/5-curiosidades-sobre-um-heroi-quase-anonimo-de-woodstock">contracultura</a> estatelada com o choque do reconhecimento”, diz Biskind.</p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/easyrider03.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/easyrider03-300x225.jpg" alt="" title="easyrider03" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-2706" /></a><br />
Filme contou com Hopper, Fonda e Nicholson  </p>
<p>Road movie que conquistou seu espaço na história do cinema, especialmente como um dos que provocaram a derrocada na Velha Hollywood, na transição das décadas de 1960 e 1970, Easy Rider conta a história de dois caras (Dennis Hooper, também diretor do longa, e Peter Fonda, produtor; Jack Nicholson também atua) que cruzam o sul e o sudoeste dos EUA em suas motocicletas. </p>
<p>Talvez tenha sido o primeiro filme a captar as vísceras da contracultura &#8211; basta lembrar que <a href="http://www.pontodefuga.jor.br/o-ano-comeca-na-base-do-sexo-drogas-e-rock-and-roll">Woodstock</a> foi realizado no mesmo ano. A trilha é fantástica, com Steppenwolf e Jimi Hendrix, por exemplo).</p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/Hopper1.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/Hopper1-300x169.jpg" alt="" title="Hopper" width="300" height="169" class="aligncenter size-medium wp-image-2708" /></a><br />
<em>Personalidade difícil de Hooper complicou produção</em></p>
<p>O filme causou barulho em seu lançamento tanto quanto durante sua própria produção. O período de filmagens foi uma tormenta, uma confusão atrás da outra. Depois de maluquices mil de Hopper – um sujeito difícil de lidar -, a equipe começou a debandar no meio das filmagens. Para piorar, Hopper e Fonda tiveram uma briga feia.</p>
<p>Hopper queria trazer à tona a carga emocional da morte da mãe de Fonda, que havia se suicidado, para uma cena em que o parceiro faria uma série de reclamações para uma estátua de Nossa Senhora. Depois de ingerir várias bolinhas e ficar doidão, Hopper falou para Fonda: </p>
<p><em>- Eu quero que você vá lá se sente no colo dela, essa é a versão italiana da Estátua da Liberdade, bicho, eu quero que você se sente no colo dela e pergunte à sua mãe porque ela abandonou você.<br />
- Hoppy, você não pode fazer isso. Você está se aproveitando da situação – disse, irado, Peter Fonda.<br />
- Ninguém vai saber, bicho. Tem que fazer isso, bicho.<br />
- Todo mundo vai saber, todo mundo sabe o que aconteceu.</em></p>
<p>A tensão entre ambos chegou a tal ponto que os olhos de Hopper se encheram de lágrimas. Então Fonda subiu na Estátua e, com esforço, falou:</p>
<p><em>- Você é uma boba, mãe. Eu te odeio tanto.<br />
</em><br />
“Essa foi a primeira vez que vocalizei alguma coisa desse assunto”, disse Fonda posteriormente. “Na verdade, eu também comecei a sucumbir. Estava aos soluços”.     </p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/Peter-Fonda.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/Peter-Fonda-300x210.jpg" alt="" title="Peter Fonda" width="300" height="210" class="aligncenter size-medium wp-image-2709" /></a><br />
<em>Fonda atuou e produziu o longa</em></p>
<p>Easy Rider foi um sucesso: com um custo de U$S 501 mil, rendeu US$ 19,1 milhões e colocou Hooper na lista do grandes da contracultura, ao lado de John Lennon e Timothy Leary, relata Suskind, o que aguçou a megalomania do diretor. </p>
<p>“Sem Destino mostrava os rebeldes, os fora de lei e, por extensão, a contracultura como um todo, como vítimas. Estavam sendo exterminados pelo mundo careta, por Lyndon Jonhson, pela maioria silenciosa de Richard Nixon ou seus imitadores”, escreve Suskind.   </p>
<p>A cena abaixo retrata bem o clima do filme &#8211; fotografia que explora a paisagem, a liberdade da estrada ao ritmo frenético de Born to be Wild.<br />
Que começo de filme, não? </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/03FzVEUxEPU&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/03FzVEUxEPU&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2704" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>Bob Dylan, o Twitter e o futuro</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 04:06:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosoverbologia]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Bob Dylan]]></category>

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		<description><![CDATA[Leio em &#8220;Crônicas-Volume 1&#8243;, de Bob Dylan (Ed Planeta), ele relembrando que nasceu na Segunda Guerra, época de transformações profundas. &#8220;Se você tivesse nascido por volta dessa época ou estivesse vivo e antenado, poderia sentir o velho mundo acabando e o novo começando&#8221;.
E o que dizer de hoje, com as mentes alvoroçadas diante da revolução [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leio em &#8220;<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/no-embalo-de-bob-dylan">Crônicas-Volume 1&#8243;</a>, de <a href="http://www.pontodefuga.jor.br/bob-dylan-necessario-e-revigorante">Bob Dylan</a> (Ed Planeta), ele relembrando que nasceu na Segunda Guerra, época de transformações profundas. &#8220;Se você tivesse nascido por volta dessa época ou estivesse vivo e antenado, poderia sentir o velho mundo acabando e o novo começando&#8221;.</p>
<p>E o que dizer de hoje, com as mentes alvoroçadas diante da revolução tecnológica, da contínua conexão de tudo e todos, com efeitos diretos em corações e mentes? Novas maneiras de criar, organizar e expressar ideias? Visões de mundo em 140 caracteres ? </p>
<p>Necessidade de reinventar as formas de participação política, cultural e de fazer relacionamentos? Ou tudo passaria apenas de mais uma jornada insana da humanidade, um delírio de início de milênio? Bom, se eu estiver devaneando demais, esqueça tudo. Apenas veja e ouça o velho Bob.(com Joan Baez, melhor ainda).</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NDa62INBCqw&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/NDa62INBCqw&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2698" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>Para o Pomplamoose, videoclipe é  ver o que você ouve</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/para-o-pomplamoose-videoclipe-e-ver-o-que-voce-ouve</link>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 03:53:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Beat it]]></category>
		<category><![CDATA[indie]]></category>
		<category><![CDATA[Mrs Robinson]]></category>
		<category><![CDATA[Pomplamoose]]></category>

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		<description><![CDATA[Para a ótima dupla franco-americana Pomplamoose, conceito de clipe é: você vê o que você ouve.
Repare como o vídeo é feito: os cortes seguem a lógica do som, o que cada instrumento faz e quem está em destaque &#8211; se Nataly Dawn, a vocalista, ou Jack Conte, o instrumentista, ou ambos.
E gosto das versões que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para a ótima dupla franco-americana <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pomplamoose">Pomplamoose</a>, conceito de clipe é: você vê o que você ouve.</p>
<p>Repare como o vídeo é feito: os cortes seguem a lógica do som, o que cada instrumento faz e quem está em destaque &#8211; se Nataly Dawn, a vocalista, ou Jack Conte, o instrumentista, ou ambos.</p>
<p>E gosto das versões que eles fazem, como é o caso de Mrs Robinson (Simon and Garfunkel, abaixo), ou Beat it. Sem falar no espírito 2.0 (simples, feito em casa, mas com qualidade). Eles bombam no<a href="http://www.youtube.com/watch?v=f-4ZwiW1cPs&#038;feature=player_embedded"> <a href="http://www.youtube.com/watch?v=f-4ZwiW1cPs&#038;feature=player_embedded">YouTube</a></a>.</p>
<p>(Mrs Robinson, original de Simon and Garfunkel)<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/f-4ZwiW1cPs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/f-4ZwiW1cPs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2689" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Quando um poema nos arrebata</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/quando-um-poema-nos-arrebata</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 02:26:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Adriana Calcanhoto]]></category>
		<category><![CDATA[Ferreira Gullar]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Reprodução(TantU de Arte, UFMG)

Adriana Calcanhoto, uma de minhas artistas minhas prediletas há muitos e muitos anos, disse que ficou chapada quando conheceu o poema Traduzir-se, de Ferreira Gullar, poeta que também admiro e leio de tempos em tempos. 
E eu digo: ao tomar contato com o texto, fiquei não só chapado, mas completamente absorto, consumido, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reprodução(TantU de Arte, UFMG)</em><br />
<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/TANTU-DE-ARTE-foto.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/TANTU-DE-ARTE-foto-224x300.jpg" alt="" title="TANTU DE ARTE-foto" width="224" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-2656" /></a></p>
<p>Adriana Calcanhoto, uma de minhas artistas minhas prediletas há muitos e muitos anos, disse que ficou chapada quando conheceu o poema Traduzir-se, de Ferreira Gullar, poeta que também admiro e leio de tempos em tempos. </p>
<p>E eu digo: ao tomar contato com o texto, fiquei não só chapado, mas completamente absorto, consumido, entregue. </p>
<p>O sentimento foi reforçado porque o conheci  a partir da música de Adriana, também de uma beleza arrebatadora.  </p>
<p>Isso aconteceu minutos antes de escrever este texto – como, sendo fã e me considerando um bom conhecedor do trabalho de Adriana, nunca tinha ouvido essa versão tão linda? </p>
<p>Embora leia Gullar, não o conheço em profundidade, o que não impede de pensar: como não conhecia um poema magistral como esse? </p>
<p>É isso o que se sente quando a Arte nos toca de modo tão profundo. </p>
<p>O texto &#8211; logo abaixo está o vídeo com a música. </p>
<p>“<em>Uma parte de mim<br />
é todo mundo:<br />
outra parte é ninguém:<br />
fundo sem fundo.<br />
Uma parte de mim<br />
é multidão:<br />
outra parte estranheza<br />
e solidão.<br />
Uma parte de mim<br />
pesa, pondera:<br />
outra parte<br />
delira.</p>
<p>Uma parte de mim<br />
alomoça e janta:<br />
outra parte<br />
se espanta.<br />
Uma parte de mim<br />
é permanente:<br />
outra parte<br />
se sabe de repente.</p>
<p>Uma parte de mim<br />
é só vertigem:<br />
outra parte,<br />
linguagem.</p>
<p>Traduzir uma parte<br />
na outra parte<br />
_ que é uma questão<br />
de vida ou morte _<br />
será arte?<br />
</em></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/G7HLmz4NvhM&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/G7HLmz4NvhM&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2655" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>5 curiosidades sobre o homem que salvou Woodstock</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/5-curiosidades-sobre-um-heroi-quase-anonimo-de-woodstock</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/5-curiosidades-sobre-um-heroi-quase-anonimo-de-woodstock#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 18:02:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[max yasgur]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>
		<category><![CDATA[Woodstock]]></category>

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		<description><![CDATA[Reprodução web

Max Yasgur, o fazendeiro que alugou a fazenda para
 a realização do festival
Alguns posts atrás, ao comentar sobre a leitura do livro “Woodstock – quarenta anos depois, o festival dia a dia, show a show, contado por quem esteve lá” (Peter Fornatale, editora Agir), disse que voltaria ao tema. E aqui está. O personagem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reprodução web</em><br />
<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/max-yasgur-foto-AP.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/max-yasgur-foto-AP-300x187.jpg" alt="" title="max yasgur-foto AP" width="300" height="187" class="aligncenter size-medium wp-image-2501" /></a><br />
<em>Max Yasgur, o fazendeiro que alugou a fazenda para<br />
 a realização do festival</em></p>
<p>Alguns posts atrás, ao comentar sobre a leitura do livro <a href="http://www.pontodefuga.jor.br/o-ano-comeca-na-base-do-sexo-drogas-e-rock-and-roll">“Woodstock – quarenta anos depois, o festival dia a dia, show a show, contado por quem esteve lá</a>” (Peter Fornatale, editora Agir), disse que voltaria ao tema. E aqui está. O personagem agora é Max Yasgur, um pacato fazendeiro de 49 anos que alugou a fazenda que abrigou o festival. </p>
<p>Yasgur entrou para a história de Woodstock por um desses acasos do destino, e de forma dramática. </p>
<p>&#8220;Seja qual for a versão, não fosse a gentileza do fazendeiro de leite Max Yasgur não teria havido Woodstock&#8221;, escreve Fornatale  em seu livro. </p>
<p>O que está escrito abaixo foi retirado da obra de Fornatale. </p>
<p>1-<strong>Desespero </strong>- Quatro semanas antes abertura do festival, a licença para a realização do evento no local original, numa região chamada Wallkill, foi retirada – é necessário lembrar que, naqueles tempos, essa história de sexo, drogas e rock and roll arrepiava os cabelos das boas famílias e autoridades, sejam elas quais fossem. </p>
<p>“Pânico é a palavra para o que sentimos”, afirmou Michael Lang, produtor executivo do festival.  </p>
<p><em>Site de Woodstock</em><br />
<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/CreditTopFotoImageWorksmichael-lan-e-yasgur.jog_1.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/CreditTopFotoImageWorksmichael-lan-e-yasgur.jog_1-199x300.jpg" alt="" title="CreditTopFotoImageWorksmichael lan e yasgur.jog" width="199" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-2486" /></a><br />
<em>Lang e Yasgur</em></p>
<p>2-<strong>O salvador da pátria</strong> &#8211; Quem livrou os produtores do desastre foi um fazendeiro de leite chamado Max Yasgur, um dos heróis (quase) anônimos de Woodstock. Dono de uma fazenda de 240 hectares na cidade de Bethel que reunia as condições necessárias para abrigar o festival, ele foi descoberto, depois de muita procura, pelos produtores. Resolveu então alugar o espaço, mesmo com as reações nervosas de membros da comunidade local, que queriam a todo o custo impedir os shows. </p>
<p>3- <strong>Preço salgado</strong>	- Ok, Yasgur não era uma alma caridosa disposta a contribuir de graça com a felicidade dos hippies.  Ele cobrou uma fortuna para ceder a fazenda. “Em vez de US$ 7,5 mil (proposta inicial dos organizadores), pagamos a ele US$ 75 mil”, disse John Roberts, fundador de Woodstock que financiou o festival, sobre o valor inflacionado que Yasgur cobrou pelo aluguel. </p>
<p><em>Reprodução web</em><br />
<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/woodstock-multidão.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/woodstock-multidão-300x198.jpg" alt="" title="woodstock-multidão" width="300" height="198" class="aligncenter size-medium wp-image-2484" /></a><br />
<em>Estima-se em 500 mil pessoas o público de Woodstock</em></p>
<p>Mas, fechado o negócio, Yasgur segurou a bronca, que foi forte, e deu de ouvidos para as vozes contrárias à realização de Woodstock. “Vocês foram prejudicados – acho uma besteira essa guerra de gerações que está acontecendo. Posso ajudá-los, porém sou um homem de negócios e isso vai ter um custo para vocês”, falou Max Yasgur aos produtores.  </p>
<p><em>Divulgação</em><br />
<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/yasgur-ange-lee.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/yasgur-ange-lee-300x216.jpg" alt="" title="yasgur-ange lee" width="300" height="216" class="aligncenter size-medium wp-image-2489" /></a><br />
<em>Eugene Levy interpretou Yasgur<br />
em &#8220;Aconteceu em Woodstock&#8221; (Ang Lee)</em></p>
<p>4 – <strong>Deixa os garotos se divertirem </strong>- Eis o que diz Sam Yasgur, filho de Max, sobre a postura do pai: “&#8230; alguns vizinhos tiveram uma postura extremada contra os assim chamados hippies que vieram à parte oriental do condado de Sullivan. E aquilo aborreceu papai. </p>
<p>Lembro de dizerem que não gostavam do pessoal por causa da aparência e meu pai respondia que também não gostava do visual deles, mas que isso não era o mais importante – eles estavam protestando contra a guerra e milhares de soldados haviam morrido para que aqueles jovens pudessem fazer exatamente o que eles estavam fazendo, e essa era a essência da América”. </p>
<p><em>Reprodução web</em><br />
<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/max-yasgur.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/max-yasgur-192x300.jpg" alt="" title="max yasgur" width="192" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-2481" /></a><br />
<em>Max Yasgur em Woodstock</em></p>
<p>5 – <strong>Falando para meio milhão</strong> &#8211; No festival, aquele que para alguns poderia não passar de um caipira desengonçado, fez um discurso marcante no palco, para meio de milhão de pessoas. </p>
<p>“<em>Eu sou um fazendeiro. Eu não sei – eu não sei como falar para vinte pessoas ao mesmo tempo, o que dizer de uma multidão dessas. Mas acho que vocês, jovens, provaram uma coisa ao mundo. Não apenas à cidade de Bethel ou ao condado de Sullivan. Vocês provaram algo ao mundo. </p>
<p>Este é o maior grupo de pessoas já reunido num lugar. Não tínhamos ideia de que iria haver um grupo desse tamanho e, por causa disso, vocês tiveram alguma inconveniência com água, comida e outras coisas. Os produtores fizeram um esforço monumental para tomar conta de vocês. Eles apreciariam um obrigado. </p>
<p>Mas acima disso, a coisa mais importante é que vocês provaram ao mundo que meio milhão de garotos – eu chamo vocês de garotos porque tenho filhos mais velhos que vocês. Meio milhão de jovens podem ficar juntos e não vai haver nada além de diversão e música. Deus abençoe vocês”.</em>      </p>
<p>Veja o trecho do documentário sobre Woodstock, dirigido por Michael Wadleigh, com o discurso de Max Yasgur.  </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1ORMb1uwOl8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/1ORMb1uwOl8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>David Bowie e Elvis Presley, os heróis de 8 de janeiro</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/david-bowie-e-elvis-presley-os-herois-de-8-de-janeiro</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 02:28:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[David Bowie]]></category>
		<category><![CDATA[Elvis Presley]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Ponto de Fuga mantém com o maior prazer a tradição deste blog: a cada 8 de janeiro, uma homenagem, por mais simples, aos aniversariantes ilustres cujos sons, personas, ideias, loucuras me fazem a cabeça. Viva Bowie e Elvis! 
&#8220;We can be heroes!&#8221;
Sir Bowie (Heroes)

O Rei (Unchained Melody)

 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ponto de Fuga mantém com o maior prazer a tradição deste blog: a cada 8 de janeiro, uma homenagem, por mais simples, aos aniversariantes ilustres cujos sons, personas, ideias, loucuras me fazem a cabeça. Viva Bowie e Elvis! </p>
<p>&#8220;We can be heroes!&#8221;</p>
<p>Sir Bowie (Heroes)<br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YYjBQKIOb-w&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/YYjBQKIOb-w&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>O Rei (Unchained Melody)<br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ZC8tI5KADy8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ZC8tI5KADy8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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