Comemorações etílicas 1


Foto inspirada de Valéria Serpa sobre obra
Um Copinho e Chopão de…
deixa ver, Robetinha e Ju?

A idade de Cristo chegou para mim, no dia 8, com ótimos momentos ao lado de gente bacana e querida. O primeiro capítulo dos festejos começou no próprio dia em que o escriba veio ao mundo. Com chopinho com o povo da redação. E, como é de conhecimento, a “jornalistada” entorna, mesmo a ala feminina, que tornou mais bela, leve e poética a paisagem etílica. No Bar Excelentíssimo, cujas cadeiras levam o nome de Rodrigues Alves, Washington Luís, Getúlio Vargas, José Sarney, Fernando Collor, ôpa, é melhor parar por aí.

Desce mais uma!


Gilmara, me passa o menu com o Machado de Assis ao molho


Ju e Roberta, que beleza!


Duas lendas vivas do jornalismo brazuca: Costa (cabra boooooom) e

(à direita) Ari, o Lendário, o Highlander, o Mito.


Valéria e Gilmara: uma pose e um sorriso


Valéria e Claudia Bozzo (quantas conversas deliciosas não travo com
Claudia sobre cinema, livros, música)


Valim busca estrelas no teto, Eli acha que a vida é bela
e Roberta pensava na Donatela cantarolando Meu Beijinho Doce


Da esquerda para a direita: Fabi, Ju e Rosana
- charme e descontração são as palavras


Grandes Valim (cinéfilo, como eu), Márcio (meu chapa) e
Eli (camarada prá lá de gente fina).


Obra de arte da Robertinha. A menina é um talento,
logo estará no MoMa

Festival de publicidade no embalo do rock

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Este camarada foi o mestre de cerimônias do D&AD 

Estive em Londres para cobrir, pela Gazeta Mercantil,  o D&AD, festival de publicidade e design realizado anualmente há 45 anos. Badalado na Ingleterra e na Europa, seus prêmios, chamados de Black e Yellow Pencil, são alvo de cobiça entre profissionais de criação de todo o mundo. A festa foi Royal Festival Hall, uma beleza de prédio, de uma amplitude e elegância só, à beira do rio Tâmisa e pertinho do London Eye. 

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Vários desenhos desses decoravam o espaço  

 

Aqui no Brasil o festival ainda não é tão conhecido fora dos círculos publicitários. Mas quem conhece sabe o que representa ganhar um lápis amarelo ou um preto, este o de valor máximo.  Minha matéria foi publicada na segunda-feira, dia 19 de maio, e um trecho do texto pode ser conferido aqui. A Gazeta é representante oficial do evento no Brasil.

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Essa aí dançou até não aguentar mais

 

  Dois brasileiros saíram de lá com um Yellow Pencil cada um – os arquitetos Isay Weinfeld e Márcio Kogan. O primeiro com trabalho de ambientação de loja desenvolvido para a Livraria Cultura e o segundo, com um projeto para o berçário Prime Time, no Morumbi. 

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Essa urma aí também… 

Conheci gente muito bacana, como a inglesa Maeve, gerente de comunicação do D&AD, e Nina, alemã, também da equipe do festival, entre outros. Simpáticas, sorridentes, foram muito gentis conosco. E revi Lucia Caldas, assessora de imprensa de conheço de outros carnavais e que agora trabalha no D&AD.

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                                             Maeve O’Sullivan, do D&AD, foi nossa interlocutora durante o trabalho  

Depois da cerimônia, que começou com cerca de uma hora de atraso (pontualidade britânica?), dá-lhe festa. Cinco atrações, entre elas a ótima  banda Cuban Brothers e o Hot Chip. Gente do mundo inteiro na pista, curtindo: o inglês era a língua predominante, claro, mas também se ouvia espanhol, italiano, alemão e até japonês.

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 The Cuban Brothers em ação

As baladas londrinas têm boa fama, e pude provar seu gostinho por ocasião do D&AD. De fato, a pista ficou lotada gente a fim de chacoalhar o esqueleto. E como. O Cuban Brothers é eletrizante – uma espécie de, digamos assim, rock and roll misturado com ritmos latinos e uma boa dose de irreverência.  

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Essa aí era uma das mais animadas – não parece inglesa, confere?

 

Os ingleses, lá pelas tantas, soltam-se ainda mais na pista de dança, enquanto as luzes coloridas giram a mil e conferem um ar especial à noite. Este foi o D&AD. Nos próximos posts, mais histórias do velho mundo.

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O que será que tinha no teto?   

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