<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Ponto de Fuga &#187; Filosofia</title>
	<atom:link href="http://www.pontodefuga.jor.br/category/filosofia/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.pontodefuga.jor.br</link>
	<description>economia digital, cibercultura, jornalismo, cinema, crônica, música</description>
	<lastBuildDate>Mon, 22 Aug 2011 03:01:44 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>&#8220;A felicidade paradoxal&#8221;, de Gilles Lipovetsky</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/a-felicidade-paradoxal-de-gilles-lipovetsky</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/a-felicidade-paradoxal-de-gilles-lipovetsky#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Dec 2010 18:55:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[A era do vazio]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Gilles Lipovetsky]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodefuga.jor.br/?p=2754</guid>
		<description><![CDATA[
A &#8220;A felicidade paradoxal&#8221; (Gilles Lipovetsky, de A Era do Vazio). Ele analisa as implicações de o &#8220;capitalismo de consumo&#8221; ter tomado o lugar do &#8220;capitalismo das economias de produção&#8221;. &#8220;De um consumidor sujeito às coerções sociais da posição, passou-se a um hiperconsumidor à espreita de experiências emocionais e de maior bem-estar, de qualidade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/12/lipovetsky.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/12/lipovetsky-300x195.jpg" alt="" title="lipovetsky" width="300" height="195" class="alignleft size-medium wp-image-2753" /></a></p>
<p>A <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&#038;pid=S1413-73722009000100024">&#8220;A felicidade paradoxal&#8221;</a> (Gilles Lipovetsky, de A Era do Vazio). Ele analisa as implicações de o &#8220;capitalismo de consumo&#8221; ter tomado o lugar do &#8220;capitalismo das economias de produção&#8221;. &#8220;De um consumidor sujeito às coerções sociais da posição, passou-se a um hiperconsumidor à espreita de experiências emocionais e de maior bem-estar, de qualidade de vida e de saúde, de marcas e autenticidade, de imediatismo e de comunicação&#8221;. Parece-me um retrato preciso de nossos tempos. <a href="http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=12299">Leitura </a>vai longe.</p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2754" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodefuga.jor.br/a-felicidade-paradoxal-de-gilles-lipovetsky/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bob Dylan, o Twitter e o futuro</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/bob-dylan-o-twitter-e-o-futuro</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/bob-dylan-o-twitter-e-o-futuro#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 May 2010 04:06:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosoverbologia]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Bob Dylan]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodefuga.jor.br/?p=2698</guid>
		<description><![CDATA[Leio em &#8220;Crônicas-Volume 1&#8243;, de Bob Dylan (Ed Planeta), ele relembrando que nasceu na Segunda Guerra, época de transformações profundas. &#8220;Se você tivesse nascido por volta dessa época ou estivesse vivo e antenado, poderia sentir o velho mundo acabando e o novo começando&#8221;.
E o que dizer de hoje, com as mentes alvoroçadas diante da revolução [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leio em &#8220;<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/no-embalo-de-bob-dylan">Crônicas-Volume 1&#8243;</a>, de <a href="http://www.pontodefuga.jor.br/bob-dylan-necessario-e-revigorante">Bob Dylan</a> (Ed Planeta), ele relembrando que nasceu na Segunda Guerra, época de transformações profundas. &#8220;Se você tivesse nascido por volta dessa época ou estivesse vivo e antenado, poderia sentir o velho mundo acabando e o novo começando&#8221;.</p>
<p>E o que dizer de hoje, com as mentes alvoroçadas diante da revolução tecnológica, da contínua conexão de tudo e todos, com efeitos diretos em corações e mentes? Novas maneiras de criar, organizar e expressar ideias? Visões de mundo em 140 caracteres ? </p>
<p>Necessidade de reinventar as formas de participação política, cultural e de fazer relacionamentos? Ou tudo passaria apenas de mais uma jornada insana da humanidade, um delírio de início de milênio? Bom, se eu estiver devaneando demais, esqueça tudo. Apenas veja e ouça o velho Bob.(com Joan Baez, melhor ainda).</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NDa62INBCqw&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/NDa62INBCqw&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2698" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodefuga.jor.br/bob-dylan-o-twitter-e-o-futuro/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A aventura da arte</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/a-aventura-da-arte</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/a-aventura-da-arte#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 23 May 2009 17:07:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodefuga.jor.br/?p=1961</guid>
		<description><![CDATA[
“Temos a Arte para que a Verdade não nos destrua”, já disse Nietzsche.  Cioran diz algo similar quando escreveu que a &#8220;a vida só é tolerável pelo grau de mistificação que se coloca nela&#8221;. 
Não sei ao certo porque me lembrei disso hoje – essas máximas me acompanham há alguns anos. Talvez porque em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/05/felicidadeasas.jpg" alt="felicidadeasas" title="felicidadeasas" width="375" height="375" class="aligncenter size-full wp-image-1960" /></p>
<p>“Temos a Arte para que a Verdade não nos destrua”, já disse Nietzsche.  Cioran diz algo similar quando escreveu que a &#8220;a vida só é tolerável pelo grau de mistificação que se coloca nela&#8221;. </p>
<p>Não sei ao certo porque me lembrei disso hoje – essas máximas me acompanham há alguns anos. Talvez porque em certo momentos  a arte &#8211; ou mais precisamente as janelas que ela nos abre &#8211; seja mais urgente que em outros. Talvez porque em alguns instantes tudo o que menos nos apeteça seja a crueza da materialidade, a dureza da racionalidade. </p>
<p>A beleza de um poema, de um livro, de um filme: vamos com eles, de mãos dadas, numa aventura purificadora.  </p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=1961" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodefuga.jor.br/a-aventura-da-arte/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Convergência de mídias 2: dez anos de Matrix</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/convergencia-de-midias-2-dez-anos-de-matrix</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/convergencia-de-midias-2-dez-anos-de-matrix#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 05:02:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[convergência]]></category>
		<category><![CDATA[matrix]]></category>
		<category><![CDATA[mídias]]></category>
		<category><![CDATA[neo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodefuga.jor.br/?p=1839</guid>
		<description><![CDATA[Imagens: do Matrix

A cultura da convergência pode desembocar numa nova forma de participação política? 
Alguns posts atrás escrevi sobre a convergência de mídias (role a página e encontrará rapidinho). Pois falei que voltaria ao tema. E aqui estou.  
Vou rascunhar mais algumas ideias levantadas a partir da leitura de “Cultura da Convergência”, de Henry [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagens: do Matrix<br />
<img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/04/matrix1.jpg" alt="matrix1" title="matrix1" class="aligncenter size-full wp-image-1842" /><br />
<em>A cultura da convergência pode desembocar numa nova forma de participação política? </em></p>
<p>Alguns posts atrás escrevi sobre a convergência de mídias (role a página e encontrará rapidinho). Pois falei que voltaria ao tema. E aqui estou.  </p>
<p>Vou rascunhar mais algumas ideias levantadas a partir da leitura de “<em><strong>Cultura da Convergência”, de Henry Jenkins </strong></em>(esse livro que está me virando a cabeça!).  </p>
<p>Direto ao ponto: que reflexões podemos fazer sobre o significado do processo de convergência de mídias e quais as implicações desse fenômeno na sociedade, na economia e na produção de conteúdo? Para pensar a respeito, vale sintetizar novamente o raciocínio dele aqui, com todos os riscos dessa simplificação. </p>
<p>O ponto central do autor é que <strong><em>a convergência de mídias não ocorre nas máquinas, na tecnologia, mas sim “nos cérebros dos consumidores individuais e em suas interações sociais com os outros”. </em>Ou seja, devemos enxergar a convergência a partir da relação cruzada – e interconectada &#8211; que as pessoas passam a ter com as mídias. </strong></p>
<p>Se meu entendimento sobre o que diz Jenkins estiver na linha certa, a convergência estaria muito mais associada à maneira como a informação (num sentido bem amplo) é recebida, processada e re-elaborada pelas pessoas &#8211; sempre lembrando que esse movimento se dá em múltiplos canais de comunicação e a partir da interação de muitos com muitos. <em><strong>As palavras interação e a cultura participativa são fundamentais nesse percurso. </strong></em></p>
<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/04/matrix-big1.jpg" alt="matrix-big1" title="matrix-big1" width="400" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-1841" /></p>
<p>É nesse sentido que se aplica a afirmação de Jenkins de que o consumo se tornou um processo coletivo – o autor aproxima a ideia de convergência de mídias à de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intelig%C3%AAncia_coletiva">inteligência coletiva </a>desenvolvida por Pierre Lévy. “A inteligência coletiva pode ser um fonte alternativa de poder midiático. Estamos aprendendo a usar esse poder em nossas interações diárias dentro da cultura da convergência”, escreve. </p>
<p>Como resultado do desenvolvimento da cultura da convergência nasce a narrativa transmidiática. <em><strong>“A narrativa transmidiática refere-se a uma nova estética que surgiu em resposta à convergência de mídias – uma estética que faz novas exigências aos consumidores e depende da participação ativa das comunidades de conhecimento. A narrativa transmidiática é a arte da criação de um universo”. </strong></em></p>
<p>Dois símbolos da narrativa transmidiática são Heroes e Matrix, diz Jenkins. <em><em><strong>Matrix, aliás, é classificado pelo autor como o “filme cult emblemático da cultura da convergência.&#8221;</strong></em></em></p>
<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/04/matrix-big3.jpg" alt="matrix-big3" title="matrix-big3" width="400" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-1840" /></p>
<p>Isso porque, escreve Jenkins,  no contexto da convergência, </p>
<p>“<em><strong>para viver uma experiência plena num universo ficcional, os consumidores devem assumir o papel de caçadores e coletores, perseguindo pedaços da história pelos diferentes canais, comparando suas observações com a de outros fãs, em grupos de discussão on-line, e colaborando para assegurar que todos os que investiram tempo e energia tenham uma experiência de entretenimento mais rica</strong></em>. Alguns escreveram que os irmãos Wachowiski, que escreveram e dirigiram os filmes de Matrix, forçaram a narrativa transmidiática além do ponto que a maioria do público estava preparada para ir.” </p>
<p>Em outros termos, cria-se um universo ficcional, interconectado em diferentes canais de comunicação, cujo sentido só é plenamente depreendido quando o conteúdo é experimentado em todo o seu conjunto.    </p>
<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/04/matrix_5.jpg" alt="matrix_5" title="matrix_5" width="400" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-1838" /></p>
<p>Bem, poderia ir longe aqui na descrição do raciocínio de Jenkins, mas creio que esses pontos já sejam suficientes para fazer as seguintes indagações: </p>
<p>* <em><strong>O fenômeno é descrito pelo autor no universo da indústria cultural. Será que o engajamento convergente das pessoas pode se estender um dia para questões políticas e sociais? Não estaríamos diante da possibilidade de uma forma de participação política?  Qual o possível efeito disso?</strong></em></p>
<p>* Quais são as indagações certas que devemos fazer no momento de pensar uma atuação eficaz num ambiente de convergência de mídias? Imagine o caso de alguém que queira montar um projeto de conteúdo no ambiente da web 2.0, por exemplo. </p>
<p>* A “criação de um universo” no qual um determinado produto cultural é inserido, a exemplo de Matrix e Heroes, será de fato a arma mais poderosa para congregar as pessoas em torno de um produto cultural ou projeto? </p>
<p>* A partir desse cenário traçado por Jenkins, quais seriam os conceitos-chave para um uso eficiente da convergência de mídias por parte de diferentes atores sociais (podem ser empresas, veículos de comunicação, organizações sociais, culturais etc)?</p>
<p>E aí, é punk? Ô, teminha que dá pano pra manga. </p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=1839" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodefuga.jor.br/convergencia-de-midias-2-dez-anos-de-matrix/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O que significa essa tal convergência de mídias?</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/o-que-significa-essa-tal-convergencia-de-midias</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/o-que-significa-essa-tal-convergencia-de-midias#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 03:44:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[convergência]]></category>
		<category><![CDATA[henry jenkings]]></category>
		<category><![CDATA[mídias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodefuga.jor.br/?p=1748</guid>
		<description><![CDATA[
Vocês, meus amigos, devem repetidas vezes ouvir, ler e ver citações sobre a convergência de mídias. O termo costuma ser evocado como referência à reunião de vários tipos de conteúdos num mesmo suporte. Como exemplo, pensem nos celulares, que se transformaram numa maquininha maravilhosa que tem web, vídeo, música, Excel, Word, fotos, joguinhos etc. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1745" title="midia" src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/04/midia.jpg" alt="midia" width="374" height="400" /></p>
<p>Vocês, meus amigos, devem repetidas vezes ouvir, ler e ver citações sobre a convergência de mídias. O termo costuma ser evocado como referência à reunião de vários tipos de conteúdos num mesmo suporte. Como exemplo, pensem nos celulares, que se transformaram numa maquininha maravilhosa que tem web, vídeo, música, Excel, Word, fotos, joguinhos etc. E que até servem para falar com alguém.</p>
<p>Mas será que a convergência de mídias é isso mesmo?</p>
<p>Mais: já paramos para pensar em qual a serventia desse troço no qual todo mundo fala? De que forma ela interfere na vida em sociedade?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1747" title="convergencia_willpubli" src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/04/convergencia_willpubli.png" alt="convergencia_willpubli" width="320" height="240" /></p>
<p>As coisas começaram a ficar mais claras para mim a esse respeito a partir do momento em que comecei a ler um ótimo livro chamado <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/1,,EDG84922-8380,00.html">“Cultura da Convergência”, (Editora Aleph) de Henry Jenkins</a>, pesquisador e professor do badalado MIT (Massachussetts Institute of Technology). Com um texto agradável e descomplicado, Jenkins nos apresenta uma visão muito peculiar e inovadora desse fenômeno.</p>
<p>O ponto central de <a href="http://wikipos.facasper.com.br/index.php/Converg%C3%AAncia_digital_e_espectro_aberto">Jenkins</a> é o seguinte: o importante em relação à convergência de mídias não é a tecnologia, a máquina (celular, TV, PC), mas sim as pessoas, ou seja, o uso convergente que fazemos do conteúdo (entendido aqui de maneira bem ampla) nesse liquidificador digital em que se transformou o mundo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1746" title="110767024_3499e736c7" src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/04/110767024_3499e736c7.jpg" alt="110767024_3499e736c7" width="500" height="340" /></p>
<p>Vejamos o que o autor escreve:</p>
<p>“<em>Meu argumento aqui será contra a ideia de que a convergência deva ser compreendida principalmente como um processo tecnológico que une múltiplas funções dentro dos mesmos aparelhos.”</em></p>
<p>Ele continua:</p>
<p><em>“Em vez disso, a convergência representa uma transformação cultural, conforme os consumidores são incentivados a procurar novas informações e fazer conexões em meio a conteúdo midiáticos dispersos</em>.”</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1744" title="cabeca-doida" src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/04/cabeca-doida.bmp" alt="cabeca-doida" /></p>
<p>Mais algumas palavras, para clarear.</p>
<p><em>“A convergência ocorre dentro dos cérebros de consumidores individuais e em suas interações sociais com outros.”</em></p>
<p>Qualquer semelhança com a produção, distribuição e consumo de conteúdo nas redes sociais não será mera coincidência.</p>
<p>Ao falar em convergência de mídia, Jenkings nos remete à inteligência coletiva, conceito desenvolvido por <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2002/09/09/a-inteligencia-coletiva-segundo-pierre-levy/">Pierre Lévy</a>, e à cultura participativa, da qual a web 2.0 é a face mais visível.</p>
<p>A interatividade modifica o modo como nos relacionamos com a mídia e com as demais pessoas por meio das mídias, o que tem repercussões diretas na economia, política (vide Obama), cultura, publicidade e educação.</p>
<p>Por hora, é isso. Logo voltarei ao tema.</p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=1748" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodefuga.jor.br/o-que-significa-essa-tal-convergencia-de-midias/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O marketing na era do narcisismo</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/o-marketing-na-era-do-narcisismo</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/o-marketing-na-era-do-narcisismo#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 17:28:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodefuga.jor.br/?p=1629</guid>
		<description><![CDATA[
Caravaggio, Narciso, c. 1597, Palazzo Barberini, Roma 
Mais um artigo meu, publicado na Gazeta Mercantil ontem. 
Algumas ideias sobre Big Brother, web 2.0, marketing etc.
Se quiser ler no site, clique aqui.
Opinião
03/03 &#8211; 01:09
O marketing na era do narcisismo
Clayton Melo
3 de Março de 2009 &#8211; Você, leitor, já pensou por que um reality show em que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/03/21narciso_caravaggio.jpg" alt="21narciso_caravaggio" title="21narciso_caravaggio" width="328" height="400" class="aligncenter size-full wp-image-1632" /><br />
Caravaggio, Narciso, c. 1597, Palazzo Barberini, Roma </p>
<p>Mais um artigo meu, publicado na Gazeta Mercantil ontem. </p>
<p>Algumas ideias sobre Big Brother, web 2.0, marketing etc.<br />
Se quiser ler no site, clique <a href="http://www.gazetamercantil.com.br/GZM_News.aspx?parms=2368057,18,1,1">aqui.</a></p>
<p>Opinião</p>
<p>03/03 &#8211; 01:09<br />
O marketing na era do narcisismo</p>
<p>Clayton Melo</p>
<p>3 de Março de 2009 &#8211; Você, leitor, já pensou por que um reality show em que moças turbinadas e rapazes sarados, entre fuxicos e remelexos debaixo dos lençóis, continua a hipnotizar milhões de telespectadores? Já analisou a razão pela qual as campanhas publicitárias usam cidadãos comuns como estrelas (vide Brahma, com um gari que trabalha no sambódromo do Rio de Janeiro) e grandes eventos (como o festival musical Skol Beats, cuja programação foi influenciada pelos internautas) converteram-se em tendência nos projetos de marketing? </p>
<p>Ou então já se perguntou o que levou à explosão extraordinária das comunidades virtuais, como Orkut e Facebook? Por que os blogs, espaços onde qualquer um é o protagonista, são acessados por mais de 11,6 milhões de pessoas por mês no Brasil? </p>
<p>De onde vem esse desejo irrefreável de participação, colaboração e exposição na sociedade contemporânea, fenômeno que a web 2.0 &#8211; modo como é definido o estágio atual da internet &#8211; deu novos contornos? O livro <strong>&#8220;A Era do Vazio – ensaios sobre o individualismo contemporâneo&#8221; (Editora Manole), do filósofo francês Gilles Lipovetsky, </strong>nos dá a chave para a compreensão desse complexo e fragmentado modo de vida. </p>
<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/03/francisbacon04-02.jpg" alt="francisbacon04-02" title="francisbacon04-02" width="362" height="428" class="aligncenter size-full wp-image-1631" /><br />
FRANCIS Bacon, Série de Auto-Retratos (1971/72)</p>
<p>Mesmo publicado no distante 1983, &#8220;A Era do Vazio&#8221; nos fornece uma análise atual sobre um processo que só se acentuou de lá para cá. Se hoje vivemos o reinado do indivíduo, as bases para essa realidade foram pavimentadas há algumas décadas, notadamente dos anos 1980 em diante. </p>
<p>O vazio a que se refere o título do livro é a &#8220;era pós-moralista, o fim de uma época de valorização do sacrifício e de condenação do prazer&#8221;, escreve na apresentação da obra Juremir Machado da Silva, doutor em Sociologia pela Sorbonne, Paris V. Assim, estamos mais soltos, livres e perdidos e menos engessados pelas regras sociais. É o &#8220;crepúsculo do dever&#8221; e a <strong>exaltação do efêmero como atmosfera cultural. </strong><br />
Para Lipovetsky, trata-se de um modo de socialização e de individualização inédito, que rompe com o que foi instituído a partir dos séculos XVII e XVIII. É a segunda revolução individualista. &#8220;Negativamente, o processo de personalização remete à fratura da socialização disciplinar; positivamente, ele corresponde ao agenciamento de uma sociedade flexível baseada na informação e no estímulo das necessidades, no sexo e na consideração dos ‘fatores humanos’, do culto ao natural, da cordialidade e do humor.&#8221; </p>
<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/03/narciso_1.jpg" alt="narciso_1" title="narciso_1" width="320" height="318" class="aligncenter size-full wp-image-1630" /></p>
<p>E o que a web 2.0 e o Big Brother Brasil, da Rede Globo, têm a ver com isso? É que o diagnóstico feito por Lipovetsky &#8211; quando a internet comercial nem existia &#8211; constata que chegamos ao &#8220;individualismo total&#8221;, uma espécie de neonarcisismo. Época em que tudo muda pela comunicação, interação, contato e a livre escolha. </p>
<p>&#8220;Assim como a idade moderna foi obcecada pela produção e pela revolução, a idade pós-moderna é obcecada pela informação e pela expressão&#8221;, analisa Lipovetsky. &#8220;(&#8230;) trata-se de uma aspiração de massa cujo último avatar é o extraordinário aumento das rádios livres. Somos todos DJs, apresentadores e animadores: ligue na FM e será envolvido por uma onda de músicas, de mensagens rápidas, de entrevistas, de confidências (&#8230;). <strong>Democratização sem precedentes da palavra</strong>: todo mundo é incitado a ligar para a central telefônica, quer contar algo a partir de sua experiência íntima, ou pode se tornar um locutor e ser ouvido.&#8221; O filósofo completa ao dizer que, &#8220;quanto mais a gente se expressa, menos há o que dizer&#8221;. &#8220;Esse paradoxo é reforçado também pelo fato de que ninguém, no fundo, está interessado nessa profusão de expressões, com uma exceção que deve ser levada em conta: o próprio emitente ou criador.&#8221; Onde Lipovetsky escreve rádios livres, poderíamos perfeitamente colocar a palavra blogs. </p>
<p>Depois de ler o trecho acima, você pode pensar que o <strong>filósofo francês </strong>é mais um chato de galocha que está louco para lançar a mídia e a internet, essas criações do Coisa Ruim, no fogo do inferno. Não é nada disso. Embora crítico, Lipovetsky não se coloca nessa posição &#8211; muito menos eu. Antes, quer nos mostrar que já não somos os mesmos, pois cultural e moralmente mudamos de pressupostos, observa Juremir Machado da Silva. Talvez assim possamos sintonizar com outros olhos o Big Brother Brasil e então compreender melhor o tempo em que vivemos. </p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=1629" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodefuga.jor.br/o-marketing-na-era-do-narcisismo/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A felicidade, desesperadamente</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/a-felicidade-desesperadamente</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/a-felicidade-desesperadamente#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 04:05:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodefuga.jor.br/?p=1433</guid>
		<description><![CDATA[


Este post foi feito ao som de Chet Baker
 
 
“Todo homem quer ser feliz, inclusive o que vai se enforcar” (Pascal)
 
Depois de quase uma semana na encantadora Buenos Aires, cá estou de volta à terrinha querida, à marginal do meu coração. Muitas histórias e fotos para postar. Mas, antes disso, umas palavrinhas sobre algo que atualmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><span style="font-size: small;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: Verdana;"><img class="size-full wp-image-1434  aligncenter" title="liberdade-criancas-praia1" src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/11/liberdade-criancas-praia1.jpg" alt="" width="435" height="300" /><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/11/felicidade-cartier-casal1.bmp"></a><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/11/felicidade-cartier-bresson-e-o-guarda-sol12.jpg"></a></span></em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"></em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana;">Este post foi feito ao som de Chet Baker</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: Verdana;">“Todo homem quer ser feliz, inclusive o que vai se enforcar”</span></em></strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana;"> (Pascal</span></strong><span style="font-family: Verdana;">)</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Depois de quase uma semana na encantadora Buenos Aires, cá estou de volta à terrinha querida, à marginal do meu coração. Muitas histórias e fotos para postar. Mas, antes disso, umas palavrinhas sobre algo que atualmente me perturba &#8211; no melhor sentido do termo, diga-se. Um sentimento que a elegância melancólica da capital portenha pode ter feito aflorar. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Estou lendo “A felicidade, desesperadamente”, de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">André Comte-Sponville</strong>. Fruto de uma conferência feita pelo filósofo francês em 1999, o livro é um grande bate-papo sobre o que é a felicidade e por que a perseguimos eternamente (“Todo homem quer ser feliz, inclusive o que vai se enforcar”, escreve Sponville, citando Pascal). </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Com leveza e uma narrativa claro e simples, Sponville nos mostra que o fim da filosofia não é formulação de tratados inacessíveis, estéreis, mas sim ser uma amiga que nos auxilia a tornar a vida uma jornada mais prazerosa. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Diz Sponville, citando Epicuro, que “<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">a filosofia é uma atividade que, por discursos e raciocínios, nos proporciona uma vida feliz</strong>”. <span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">“Trata-se de pensar melhor para viver melhor”, reforça Sponville. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"><img class="size-full wp-image-1432  aligncenter" title="felicidade-cartier-casal1" src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/11/felicidade-cartier-casal1.bmp" alt="" /></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Ele continua: </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana;">“A felicidade é a meta da filosofia</span></strong><span style="font-family: Verdana;">. Ou, mais exatamente, a meta da filosofia é a sabedoria – já que, mais uma vez, uma das idéias mais aceitas em toda a tradição filosófica , especialmente na tradição grega, é que se reconhece a sabedoria pela felicidade, em todo caso por certo tipo de felicidade.(&#8230;) Digamos que a sabedoria aponta para uma direção: a do máximo de felicidade no máximo de lucidez”. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Conforme Sponville, a norma da filosofia é a verdade, pelo menos a “verdade possível (porque nunca a conhecemos por inteiro, nem absolutamente, nem com total certeza)”. Portanto, “trata-se de pensar não o que me torna feliz, mas o que me parece verdadeiro – e fica a meu encargo tentar encontrar, diante dessa verdade, seja ela triste ou angustiante, o máximo de felicidade possível”. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Se não dermos a devida atenção ao fato, o cinza da paisagem cotidiana – reflexo da preocupação com contas, dívidas, problemas e dedicação exacerbada ao trabalho -, é capaz de nos embotar a vista e nos tirar do prumo. A filosofia, assim com a Arte, nos aproxima de nossa essência e nos humaniza. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Por isso leituras como a de Sponville são necessárias. E renovadoras. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=1433" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodefuga.jor.br/a-felicidade-desesperadamente/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sempre é hora de criar e inventar</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/sempre-e-hora-de-criar-e-inventar</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/sempre-e-hora-de-criar-e-inventar#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 04:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodefuga.jor.br/?p=1314</guid>
		<description><![CDATA[
Sabe quando a cabeça está a mil, cheia de planos, projetos, vontade de realizar? Sabe quando você está inquieto, porque algo lhe cutuca e diz “ei, não fica aí parado, não? Vai em frente, o tempo é agora”? 
Sabe quando está decidido a não ser somente mais um e nem de perto lhe passa pela mente ficar no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/07/gockel_music_life_lg1.jpg" alt="gockel_music_life_lg1.jpg" /></p>
<p><span style="font-family: Verdana">Sabe quando a cabeça está a mil, cheia de planos, projetos, vontade de realizar? Sabe quando você está inquieto, porque algo lhe cutuca e diz “ei, não fica aí parado, não? Vai em frente, o tempo é agora”? </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana">Sabe quando está decidido a não ser somente mais um e nem de perto lhe passa pela mente ficar no feijão com arroz, ainda mais se sabendo capaz de um caviar? </span><span style="font-family: Verdana"> </span><span style="font-family: Verdana"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana">Sabe quando dá aquela vontad</span><span style="font-family: Verdana">e de ir ainda mais além, olhar pra frente e dizer “vamos nessa, porra!” Criar, inventar, ousar? </span><span style="font-family: Verdana"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana">É isso, cara. É isso aí o que tô sentindo.<span>  </span></span></span></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=1314" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodefuga.jor.br/sempre-e-hora-de-criar-e-inventar/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O cheiro da alma</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/o-cheiro-da-alma</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/o-cheiro-da-alma#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 06:58:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodefuga.jor.br/?p=1119</guid>
		<description><![CDATA[
Busquei na prateleira um livro que me acompanha desde 2001 e ao qual recorro de tempos em tempos. De Pierre Lévy ( ele mesmo, o filósofo da cibercultura), O Fogo Liberador (Iluminuras). Ótimo. Uma espécie de coleção de memórias filosóficas, aforismos existenciais, reflexões. “Um diário de bordo de um início de viagem, da descoberta do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"></span></span></span><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><font size="3"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">Busquei na prateleira um livro que me acompanha desde 2001 e ao qual recorro de tempos em tempos. De Pierre Lévy ( ele mesmo, o filósofo da cibercultura), <strong>O Fogo Liberador </strong>(Iluminuras). Ótimo. Uma espécie de coleção de memórias filosóficas, aforismos existenciais, reflexões. “Um diário de bordo de um início de viagem, da descoberta do viajante. No meu caso, a viagem certamente não terminou”, diz Lévy no prefácio.</span><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/alma-praia-ed.bmp" title="alma-praia-ed.bmp"></a></font></span></span></span></span><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><font size="3"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/alma-praia-ed.bmp" title="alma-praia-ed.bmp"></a></font></span></span></span></span></span></span><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><font size="3"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/alma-praia-ed.bmp" title="alma-praia-ed.bmp"></a></font></span></span></span></span></span></span><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><font size="3"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/alma-praia-ed.bmp" title="alma-praia-ed.bmp"> </a></font></span></span></span></span></span></span><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><font size="3"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/alma-praia-ed.bmp" title="alma-praia-ed.bmp"></a></font></span></span></span></span></span></span><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><font size="3"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/alma-praia-ed.bmp" title="alma-praia-ed.bmp"></a></font></span></span></span></span></span></span><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><font size="3"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/alma-praia-ed.bmp" title="alma-praia-ed.bmp"></a></font></span></span></span></span></span></span><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"></span></span></span></span></span></span><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"></span></span></span></span></span></span><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><font size="3"></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/03/alma-praia-ed.bmp" alt="alma-praia-ed.bmp" /><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"> </span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">Tamanha a identificação com o que sinto atualmente, essas palavras poderiam ser minhas.<span>     </span></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><span>                  </span></span></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">Vejam esse trecho escrito por Lévy: </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">“Que atmosfera reina no seu íntimo? O ódio? A agressividade? O ressentimento? A falta? A voracidade? A cobiça? O medo? A culpa? A autocrítica? A auto-satisfação? A hipocrisia? O recalque? A serenidade de fachada? Ou antes a honestidade, o amor, a abertura ao instante? Observe sem tréguas. Sinta o cheiro de sua alma.</span> </span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"></span></span></p>
<p></span></p>
<p style="text-align: center"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"></span></p>
<p></font></span></span></span></span></span></span></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=1119" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodefuga.jor.br/o-cheiro-da-alma/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Procuram-se blogueiros</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/procuram-se-blogueiros</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/procuram-se-blogueiros#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 02:42:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodefuga.jor.br/?p=995</guid>
		<description><![CDATA[


Marimoon: de blogueira a VJ da MTV 



Quando o assunto é blog, alguns torcem o nariz, outros o consideram passatempo de adolescente e por aí vai. Que me perdoem os que pensam assim, mas não há nada mais equivocado. Sim, tem tudo isso no bolo, mas não só. Pelo contrário: há conteúdo bom, há cabeças pensantes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/02/ora_bebe.jpg" title="ora_bebe.jpg"></a></p>
<p align="center" style="text-align: center"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/02/luciana-soldi-ed.jpg" title="luciana-soldi-ed.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/02/materia_gazeta.jpg" title="materia_gazeta.jpg"></a><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/02/marymoob.bmp" alt="marymoob.bmp" /></p>
<p style="text-align: center"><span style="font-family: Verdana"><em>Marimoon: de blogueira a VJ da MTV</em> </span></p>
<p style="text-align: center"><span style="font-family: Verdana"></span></p>
<p style="text-align: center"><span style="font-family: Verdana"></span></p>
<p style="text-align: center"><span style="font-family: Verdana"></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana">Quando o assunto é blog, alguns torcem o nariz, outros o consideram passatempo de adolescente e por aí vai. Que me perdoem os que pensam assim, mas não há nada mais equivocado. Sim, tem tudo isso no bolo, mas não só. Pelo contrário: há conteúdo bom, há cabeças pensantes, há divertimento de qualidade e – aí é que vem a novidade – há inclusive blogueiros tão talentosos que estão sendo requisitados pelas empresas. É isso mesmo: a tal brincadeira de moleque começa a invadir as empresas e já rende uns bons trocados para aqueles que dominam a arte de blogar. É uma profissão do futuro. Futuro mais próximo do que se imagina. </span><span style="font-family: Verdana"> </span></span><span style="font-family: Verdana"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana"></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana"></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana"></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/02/materia_gazeta.jpg" alt="materia_gazeta.jpg" /></p>
<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><em>A referida reportagem deste missivista</em></p>
<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Verdana">Fiz uma matéria, publicada no dia 30 de janeiro na Gazeta Mercantil, sobre os blogs corporativos. A história é a seguinte: algumas companhias, atentas às mudanças de comportamento na sociedade, começam a apostar nesse instrumento de comunicação, cujas características principais são a interatividade, o diálogo, a agilidade na comunicação e o compartilhamento de experiências. </span><span style="font-family: Verdana"> </span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana">Por que empresas como Tecnisa, IBM, Natura, Intel, Microsot, Unilever e Melissa, entre tantas outras, resolveram blogar? Bem resumidamente, porque perceberam que as novas gerações (muitas das quais chegando à fase adulta) e também uma boa parcela dos marmanjos na casa dos 20 aos 30 e poucos mais ou menos passeiam sempre pela blogosfera. Já imaginou a garotada que hoje tem 10 ou 15 anos daqui uns 20 anos? Eles pensam e se relacionam com os meios de comunicação de uma maneira muito diferente daquela como nós nos acostumamos. Eles recebem doses de aveia Quaker digital na mamadeira. </span><span style="font-family: Verdana"> </span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"></span></span></p>
<p></span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"></span></span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"></span></span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"></span></span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/02/ora_bebe.jpg" alt="ora_bebe.jpg" /></p>
<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><em>No futuro, como esses pimpolhos usarão as mídias?</em></p>
<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Verdana"></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana">Um grande exemplo é o de Luciana Soldi &#8211; não de aveia Quaker digital, porque ela já tem trintinha, né, Luciana?). Trata-se de uma moça descolada que fez, como lembra o dito popular, de um limão, uma limonada (é ela quem está na foto da matéria e aqui embaixo). Conheci a Luciana num curso de blogs que fizemos juntos. Como trabalha com o mundo digital (que eu cubro com prazer como jornalista), batemos um longo papo sobre web 2.0, entre outros assuntos.<span>  </span>Quem nos apresentou foi Gil Giardelli, especialista em marketing digital e um dos professores do curso (ele também foi meu entrevistado na reportagem). </span><span style="font-family: Verdana"> </span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana">Outro bom caso é o Ian Black, um dos pioneiros da blogosfera no Brasil, um desbravador digital. Sua experiência como blogueiro levou-o a se tornar um consultor profissional para a área de blogs.<span>  </span></span></span></p>
<p></span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"><span> </span></span><span style="font-family: Verdana"> </span></span><span style="font-family: Verdana"> </span></p>
<p></span><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/02/luciana-soldi-ed.jpg" alt="luciana-soldi-ed.jpg" /></p>
<p style="text-align: center"><em>Luciana ousou e agora colhe os frutos (foto: Revista Publicidad)</em></p>
<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Verdana"></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana">E tem também a história de Marimoon, que rumou de blogueira a VJ da MTV ( é a garota descoladérrima que abre este post). Famosa na blogosfera juvenil e adepta de cabelos coloridos, botas e meias modernosas, ela é articulada e talentosa. Foi chamada para um teste na emissora. Passou e hoje comanda um programa. Conversei com ela uns dias antes da estréia. Ela estava ansiosa e feliz da vida.<span>     </span></span><span style="font-family: Verdana"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana"></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"></span></span></p>
<p></span><span style="font-family: Verdana">Como diz Cátia Lassalvia, especialista em marketing digital que conheci nesse mesmo curso, o “blog é uma grande conversa”. É esse o lado bacana da história: o blog nos permite conhecer pessoas, que aprendem mutuamente, divertem-se juntas, trocam experiências </span><span style="font-family: Verdana">e podem também se mobilizar para defender alguma idéia ou movimento. <span> </span></span><span style="font-family: Verdana"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana"></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana"></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana"></span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"></span></span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana">Poderia falar muito mais. Mas chega. Recomendo agora a leitura de um trecho da matéria (clique <a href="http://www.gazeta.com.br/integraNoticia.aspx?Param=28,0,1442864,UIOU">aqui</a>) e a visita aos blogs de <a href="http://movimentonatura.wordpress.com/2008/01/30/procuram-se-blogueiros/">Luciana</a>, <a href="http://gilgiardelli.wordpress.com/2008/02/04/surge-uma-nova-e-rentavel-profissao-o-blogueiro-corporativo/">Gil Giardelli</a> e <a href="http://www.interney.net/blogs/enloucrescendo/">Ian Black</a>. Ah, e o de <a href="http://www.flickr.com/photos/marimoon/354890989/">Marimoon</a>, claro. Que figura, essa moça!</span><span style="font-family: Verdana"> </span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-family: Verdana"></span></span></span></p>
<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2008/02/marymoob.bmp" title="marymoob.bmp"></a></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=995" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodefuga.jor.br/procuram-se-blogueiros/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

