<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Ponto de Fuga &#187; Cinema</title>
	<atom:link href="http://www.pontodefuga.jor.br/category/cinema/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.pontodefuga.jor.br</link>
	<description>economia digital, cibercultura, jornalismo, cinema, crônica, música</description>
	<lastBuildDate>Mon, 22 Aug 2011 03:01:44 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Conversas e devaneios via Facebook:&#8221;Meia-noite em Paris&#8221;, de Woody Allen</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/conversas-e-devaneios-via-facebookmeia-noite-em-paris-de-woody-allen</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/conversas-e-devaneios-via-facebookmeia-noite-em-paris-de-woody-allen#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 02:24:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema-Truffaut]]></category>
		<category><![CDATA[Outro assunto]]></category>
		<category><![CDATA[Carla Bruni]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>
		<category><![CDATA[Woody Allen]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodefuga.jor.br/?p=2810</guid>
		<description><![CDATA[
* Este post traz impressões sobre a Meia-noite em Paris, de Woody Allen, enriquecidas, confundidas e cheias de graça em função de conversas travadas no Facebook. E que continuarão aqui.  
Demorei, mas vi: “Meia-noite em Paris” é excelente! E já estou com caraminholas a respeito desse ótimo Woody Allen: trata-se de um filme sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2011/08/Woody-Allen2.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2011/08/Woody-Allen2-300x207.jpg" alt="Woody Allen recorre ao realismo fanstástico em &quot;Meia-noite em Paris&quot;" title="Woody-Allen" width="300" height="207" class="alignleft size-medium wp-image-2820" /></a></p>
<p><em>* Este post traz impressões sobre a <a href="http://www.imdb.com/title/tt1605783/">Meia-noite em Paris</a>, de Woody Allen, enriquecidas, confundidas e cheias de graça em função de conversas travadas no Facebook. E que continuarão aqui.</em>  </p>
<p>Demorei, mas vi: “Meia-noite em Paris” é excelente! E já estou com caraminholas a respeito desse ótimo Woody Allen: trata-se de um filme sobre a nostalgia, individual e da própria cultura? Cada um de nós tem sua própria golden age, a sua Belle Époque amorosa e intelectual, ou tudo não passará de uma invenção para que suportemos o presente, que sempre nos soa mais enfadonho do que é, mais pobre do que é? </p>
<p><iframe width="440" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/atLg2wQQxvU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>É o tipo de filme que, para quem apenas vai se divertir, é diversão garantida, e, para quem tem um olhar um pouco mais exigente, há provocações a cada cena. Pode ser, como falei acima, um filme sobre a <a href="http://blogs.estadao.com.br/luiz-zanin/a-meia-noite-em-paris/">nostalgia da cultura ou pessoal</a>, mas também talvez não seja absurdo ver ali, em outra camada, uma conversa cinematográfica com Truffaut. Essa observação não é minha, é da <strong>Beá Tibiriçá</strong>, feita num dos tantos comentários trocados em meu mural do Facebook a respeito desse ótimo Woody Allen. </p>
<p>E eu e você podemos nos perguntar: qual a relação com <strong>Truffaut</strong>? Um palpite, transcrito do meu comentário do Facebook:<br />
<strong><br />
Clayton</strong>: <em>Beá, mas que boa provocação? Estou cá a pensar qual a semelhança com Truffaut, de quem sou fã incondicional&#8230;Bom, vou palpitar e delirar de novo, diga o que acha. Truffaut e Allen têm, cada um, sua voz cinematográfica (meu Deus, estou falando bonito agora rs) bem peculiar, mas ambos são do discurso &#8211; menos piruetas formais e imagens e mais texto. Salvo exceções, na obra dos dois os protagonistas costmam ser homens desconsertados, fora do eixo e da figura masculina padrão, o macho viril. E sempre apaixonados, embora inseguros em relação à aceitação da mulher amada, ou confusos em relação ao amor. Ambos gostam de deixar a cidade falar pela tela &#8211; neste caso, Paris para os dois, mas Allen tem o caso clássico de Nova York. Será por aí? Beijos! </em></p>
<div id="attachment_2825" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2011/08/o-owen-wilson-midnight-in-paris-on-set.jpeg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2011/08/o-owen-wilson-midnight-in-paris-on-set-300x203.jpg" alt="" title="o-owen-wilson-midnight-in-paris-on-set" width="300" height="203" class="size-medium wp-image-2825" /></a><p class="wp-caption-text">Owen Wilson (Gil) com Alison Pill (Zelda Fistgerald)</p></div>
<p>E eis que ela responde: </p>
<p><strong>Beá</strong>: <em>Veja, em “Match Point”, descubro Hitchcock, em “Barcelona”, Almodóvar e neste, Truffaut. Ele faz singelas e maravilhosas homenagens a cada cineasta marcante destas cidades<br />
</em></p>
<p>Fiquei pensando: será isso mesmo? </p>
<p>Ainda estou delirando nessa observação, mas talvez faça sentido. Visualmente faz sentido. Como abordagem faz sentido. Creio que não seja absurdo pensar que a fase européia da Woody Allen, com “Match Point”, “Vicky Cristina Barcelona” e “Meia-noite em Paris”, por exemplo, permita fazer ilações com Hitchcock, Almodóvar e Truffaut, respectivamente. </p>
<div id="attachment_2813" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2011/08/noite-americana-_truffault.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2011/08/noite-americana-_truffault-300x227.jpg" alt="" title="noite-americana-_truffault" width="300" height="227" class="size-medium wp-image-2813" /></a><p class="wp-caption-text">Truffaut nas filmagens de A Noite americana</p></div>
<p>Em “Match Point”, há um thriller com nuanças à lá Hitchcock, mas com o jeitão do Woody Allen, enquanto em “Barcelona” temos o amor mais exaltado, personagens mais à flor da pele, entre cores e exageros, que remetem a Almodóvar. Em Meia-Noite em Paris, a leveza, o insegurança infantil de um homem pretensamente maduro, como nos acostumamos a ver em Truffaut-Jean Pierre Léaud &#8230;</p>
<p>E lá vem a Nica e Beá:</p>
<p><strong><em>Verônica Couto: </strong>ambos são metalinguísticos. Tratam o filme, a arte, o criador, o fazer cinema, como tema do filme e da arte&#8230;<br />
<strong>Beá Tibiriça</strong>: Lembra de <a href="http://www.cineplayers.com/filme.php?id=1292">noite americana</a>?</em></p>
<p>Falou de um filme que gosto demais! </p>
<p><em><strong>Clayton</strong>: Sim, total: a Noite Americana é uma ode ao cinema, ao amor de fazer e ver cinema, e aos profissionais de cinema. Foi um contraponto à visão de <a href="http://www.mnemocine.com.br/oficina/desprezomonica.htm">Godard em O Desprezo</a>, filme ácido em relação à indústria (Hollywood), que também é metalinguístico.<br />
</em><br />
Bom, isso é apenas um pensamento mal rascunhado, meio mal ajambrado. São apenas minhas primeiras impressões, enriquecidas pela conversa facebucana. Fica o assunto para a meditação dos que lerem esse post. </p>
<p>E o filme também nos provoca por sua leitura do passado e sua conotação na cultura, até mesmo no plano individual. Sobre isso, <strong>Verônica Couto, a Nica</strong>, também deu uma contribuição poderosa. Ela citou um trecho de T.S Eliot matador sobre a questão do passado. Vejam:  </p>
<p><strong><em>Verônica Couto</strong>: &#8220;O tempo presente e o tempo passado/Estão ambos talvez presentes no tempo futuro/E o tempo futuro contido no tempo passado./Se todo o tempo é eternamente presente/Todo tempo é irredimível./O que poderia ter sido é uma abstração/Que permanece, perpétua possibilidade,/Num mundo apenas de especulação./O que poderia ter sido o que foi/Convergem para um só fim, &#8230;</em></p>
<div id="attachment_2823" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2011/08/439368-tournage-de-midnight-in-paris-de-woody-637x0-31.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2011/08/439368-tournage-de-midnight-in-paris-de-woody-637x0-31-300x199.jpg" alt="" title="439368-tournage-de-midnight-in-paris-de-woody-637x0-3" width="300" height="199" class="size-medium wp-image-2823" /></a><p class="wp-caption-text">A caranga que transporta os personagens para a Paris dos anos 1920</p></div>
<p>Meu comentário:<br />
<strong><br />
<em>Clayton Melo</strong>: “Nica, gostei demais desse poema do T.S. Eliot, que, aliás, aparece do realismo fantástico do Woody Allen no filme ( ele dá uma carona para o Gil entrar no “túnel do tempo”, lembra?) . Esse tema – o passado &#8211; me atrai porque o passado pode, de alguma forma, perturbar, ainda que estejamos caminhando para a frente. Este trecho do Eliot: “O que poderia ter sido é uma abstração/Que permanece, perpétua possibilidade/Num mundo apenas de especulação&#8230; É fantástico! “Perpétua possibilidade! É isso: nossas memórias não são inocentes, são recriações vistas com os olhos do presente. Bom, sei que posso estar viajando, mas é que estou sob o impacto do filme”</em></p>
<p>Como se vê, o filme dá pano para manga e ainda vamos pensar a respeito. Para fechar, recorro ao camarada Evandro Lima, que comentou: </p>
<p><em><strong>Evandro Lima</strong>: Muito bom mesmo, Clayton, saí do cinema com uma vontade de ler todos os livros do mundo e uma certeza, ainda que controversa, de que o bicho homem tem uma bela história.</em></p>
<p>Evandro, faço minhas as suas palavras.<br />
Até o próximo post. </p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2810" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodefuga.jor.br/conversas-e-devaneios-via-facebookmeia-noite-em-paris-de-woody-allen/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O clipe de &#8220;Nada mais que cinema&#8221;</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/o-clipe-de-nada-mais-que-cinema</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/o-clipe-de-nada-mais-que-cinema#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Dec 2010 19:03:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema - Godard]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[clipe]]></category>
		<category><![CDATA[MPB]]></category>
		<category><![CDATA[Youtube]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodefuga.jor.br/?p=2763</guid>
		<description><![CDATA[Compartilho um projeto do qual tenho orgulho de ter dado uma ajudinha: o videoclipe &#8220;Nada mais que cinema&#8221;, música do meu grande amigo Thiago Pimentel. No vídeo, ele e outro grande chapa, Tuco Oliveira, interpretam essa bela música. A direção do vídeo é do grande brother Daniel Rubio. Fiz a seleção de imagens. Está repleta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Compartilho um projeto do qual tenho orgulho de ter dado uma ajudinha: o videoclipe <strong>&#8220;Nada mais que cinema&#8221;,</strong> música do meu grande amigo Thiago Pimentel. No vídeo, ele e outro grande chapa, Tuco Oliveira, interpretam essa bela música. A direção do vídeo é do grande brother Daniel Rubio. Fiz a seleção de imagens. Está repleta de filmes com os quais chorei, me emocionei, sorri e que, penso, traduzem o clima da música. </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/RCCmmIYuZgM?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/RCCmmIYuZgM?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2763" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodefuga.jor.br/o-clipe-de-nada-mais-que-cinema/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pelé faz seu último gol em superprodução da web</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/pele-faz-seu-ultimo-gol-em-superproducao-da-web</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/pele-faz-seu-ultimo-gol-em-superproducao-da-web#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 15:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[curta-metragem]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Pelé]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodefuga.jor.br/?p=2736</guid>
		<description><![CDATA[Post meu publicado originalmente no Nave Digital, meu blog no IDG Now! 

Pelé disse que tinha um sonho. O Rei do Futebol queria que seu último gol tivesse sido com a amarelinha, e não com a do New York Cosmos, o clube americano pelo qual encerrou a carreira na década de 1970.

Pelé entrou em campo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Post meu publicado originalmente no <a href="http://idgnow.uol.com.br/blog/navedigital/2010/06/16/pele-faz-seu-ultimo-gol-pela-selecao-em-superproducao-da-web/">Nave Digital, meu blog no IDG Now! </a><br />
</em><br />
Pelé disse que tinha um sonho. O Rei do Futebol queria que seu último gol tivesse sido com a amarelinha, e não com a do New York Cosmos, o clube americano pelo qual encerrou a carreira na década de 1970.</p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/06/Pele435-91.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/06/Pele435-91-300x144.jpg" alt="" title="Pele435-9" width="300" height="144" class="aligncenter size-medium wp-image-2748" /></a><br />
<em>Pelé entrou em campo para curta em sua homenagem</em></p>
<p>Então uma legião de mais de 600 profissionais, entre diretores de publicidade, técnicos, iluminadores etc etc – e mais de mil figurantes – ficaram dois dias enfurnados no estádio do Morumbi. O objetivo era tornar “realidade” o sonho de Pelé.</p>
<p>Eles estavam lá para filmar “1284”, curta-metragem criado pela Young &#038; Rubicam, com produção da O2 Filmes, para a Vivo. O título é uma referência ao total de gols de Pelé em sua carreira – foram 1283, ou 1284, com o “gol” que o curta proporciona ao Rei do Futebol.</p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/06/Pele435-5.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/06/Pele435-5-300x151.jpg" alt="" title="Pele435-5" width="300" height="151" class="aligncenter size-medium wp-image-2746" /></a><br />
<em>Filme com o Rei quer fisgar internauta pela emoção</em></p>
<p>Com requintes de superprodução e cerca de sete minutos, o filme tem um detalhe que o torna diferente: você não o verá na TV; ele foi pensado e criado para a internet.</p>
<p><strong>Um novo paradigma de produção?</strong></p>
<p>Trata-se de um fato que merece atenção do mercado, dos profissionais de web e também dos internautas que querem ver na tela do PC ou smartphones produções de qualidade: raríssimas vezes no Brasil, se é que houve alguma (alguém aí lembra de outro exemplo?) um curta-metragem com linguagem cinematográfica, embora servindo a objetivos institucionais de uma marca, foi bancado por uma empresa.</p>
<p>Veja o curta e mais detalhes sobre a produção no meu blog no<a href="http://idgnow.uol.com.br/blog/navedigital/2010/06/16/pele-faz-seu-ultimo-gol-pela-selecao-em-superproducao-da-web/"> IDG Now!, o Nave Digital. </a></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2736" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodefuga.jor.br/pele-faz-seu-ultimo-gol-em-superproducao-da-web/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quem matou o carro elétrico?</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/quem-matou-o-carro-eletrico</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/quem-matou-o-carro-eletrico#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 16:20:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Politicando]]></category>
		<category><![CDATA[biodiesel]]></category>
		<category><![CDATA[carro elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[GM]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodefuga.jor.br/?p=2728</guid>
		<description><![CDATA[
Documentário aborda o projeto EV1, da GM
Carro elétrico, a hidrogênio, híbrido &#8211; carros do futuro, com os olhos voltados para o desenvolvimento sustentável? Há muitas interrogações no ar. Com tantos protótipos na praça – inclusive no Brasil -, parece-me a tecnologia não é o entrave para a comercialização em série, por exemplo, dos carros elétricos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/06/EV1camera.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/06/EV1camera-300x195.jpg" alt="" title="EV1camera" width="300" height="195" class="aligncenter size-medium wp-image-2729" /></a><br />
<em>Documentário aborda o projeto EV1, da GM</em></p>
<p>Carro elétrico, a hidrogênio, híbrido &#8211; carros do futuro, com os olhos voltados para o desenvolvimento sustentável? Há muitas interrogações no ar. Com tantos protótipos na praça – inclusive no Brasil -, parece-me a tecnologia não é o entrave para a comercialização em série, por exemplo, dos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ve%C3%ADculo_el%C3%A9trico">carros elétricos</a> (menos poluentes), embora ainda seja necessário resolver problemas, como o da autonomia. O xis da questão é político e econômico, sempre. </p>
<p>Na semana passada, o anúncio do programa brasileiro de estímulo ao carro elétrico foi cancelado de última hora por divergências no próprio <a href="http://g1.globo.com/carros/noticia/2010/05/lula-vai-discutir-carro-eletrico-no-brasil-com-ministros-em-junho.html">governo</a> – há quem tema prejuízos ao flex, bandeira do Brasil no exterior. </p>
<p>Bom, foi diante da curiosidade em torno desse tema que assisti ontem, em DVD, ao documentário <a href="http://www.whokilledtheelectriccar.com/">“Quem matou o carro elétrico?” </a>(Chris Paine, 2006, EUA). Ele aborda a criação e o fim misterioso do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/General_Motors_EV1">EV1</a>. Projeto de carro elétrico concebido pela GM nos anos 1990, nos EUA, o veículo foi recolhido do mercado americano pela própria montadora. </p>
<p>Se ele era rápido, eficiente e havia conquistado a aceitação por parte dos consumidores, por que o fim abrupto? Segundo o documentário, as montadoras, o setor petrolífero e o governo americano são os responsáveis pelo atestado de óbito do EV1. Vale assistir.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/cm-2RWtsOYM&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/cm-2RWtsOYM&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2728" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodefuga.jor.br/quem-matou-o-carro-eletrico/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O plano-sequência de O Jogador, de Robert Altman</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/o-plano-sequencia-de-o-jogador-de-robert-altman</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/o-plano-sequencia-de-o-jogador-de-robert-altman#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 May 2010 00:41:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[plano-sequência]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Altman]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodefuga.jor.br/?p=2725</guid>
		<description><![CDATA[O plano-sequência na abertura de O Jogador, de Robert Altman (1992), é marcante: mais de 8 minutos de pequenas histórias que se ligam &#8211; sem cortes. Diz muito sobre o fazer cinema. Quem quiser ler mais respeito, o crítico José Carlos Avellar explica.
&#8220;A imagem é contínua, a ação que ela narra é absolutamente descontínua.
Um plano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O plano-sequência na abertura de O Jogador, de Robert Altman (1992), é marcante: mais de 8 minutos de pequenas histórias que se ligam &#8211; sem cortes. Diz muito sobre o fazer cinema. Quem quiser ler mais respeito, o crítico José Carlos Avellar explica.</p>
<p><em>&#8220;A imagem é contínua, a ação que ela narra é absolutamente descontínua.<br />
Um plano só. Dentro dele, tudo é montagem: nenhum corte, mas um sem número de pequenos incidentes, conversas interrompidas, fragmentos de gestos que só aparecem por inteiro quando montados ao lado de outro fragmento.&#8221;<br />
</em></p>
<p>Veja análise na íntegra no <a href="http://www.escrevercinema.com/A_continuidade_descontinua.thePlayer.htm">blog dele</a>. </p>
<p>Agora veja o plano-sequência. Vale a pena.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0epB5Z6ijpk&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/0epB5Z6ijpk&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2725" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodefuga.jor.br/o-plano-sequencia-de-o-jogador-de-robert-altman/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Easy Rider, a contracultura vai ao cinema</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/easy-rider-a-contracultura-vai-ao-cinema</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/easy-rider-a-contracultura-vai-ao-cinema#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 May 2010 03:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Outro assunto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodefuga.jor.br/?p=2704</guid>
		<description><![CDATA[
Easy Rider ecoou a rebeldia da geração hippie   
Easy Rider (Sem Destino) foi lançado em 14 de julho de 1969, num cinema chamado Beekman,  em Nova York. A administração do local nunca tinha visto uma cena parecida por aquelas bandas: espectadores cabeludos e rebeldes sentavam-se na calçada, sem sapatos, e fumavam maconha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/Easy-Riber-abre.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/Easy-Riber-abre-300x192.jpg" alt="" title="Easy Riber-abre" width="300" height="192" class="aligncenter size-medium wp-image-2705" /></a><br />
<em>Easy Rider ecoou a rebeldia da geração hippie</em>   </p>
<p>Easy Rider (Sem Destino) foi lançado em 14 de julho de 1969, num cinema chamado Beekman,  em Nova York. A administração do local nunca tinha visto uma cena parecida por aquelas bandas: espectadores cabeludos e rebeldes sentavam-se na calçada, sem sapatos, e fumavam maconha nos banheiros, diz Peter Biskind no livro “Como a geração sexo, drogas e rock and roll salvou Hollywood” (Editora Intrínseca). </p>
<p>“Sem Destino deixou a <a href="http://www.pontodefuga.jor.br/5-curiosidades-sobre-um-heroi-quase-anonimo-de-woodstock">contracultura</a> estatelada com o choque do reconhecimento”, diz Biskind.</p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/easyrider03.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/easyrider03-300x225.jpg" alt="" title="easyrider03" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-2706" /></a><br />
Filme contou com Hopper, Fonda e Nicholson  </p>
<p>Road movie que conquistou seu espaço na história do cinema, especialmente como um dos que provocaram a derrocada na Velha Hollywood, na transição das décadas de 1960 e 1970, Easy Rider conta a história de dois caras (Dennis Hooper, também diretor do longa, e Peter Fonda, produtor; Jack Nicholson também atua) que cruzam o sul e o sudoeste dos EUA em suas motocicletas. </p>
<p>Talvez tenha sido o primeiro filme a captar as vísceras da contracultura &#8211; basta lembrar que <a href="http://www.pontodefuga.jor.br/o-ano-comeca-na-base-do-sexo-drogas-e-rock-and-roll">Woodstock</a> foi realizado no mesmo ano. A trilha é fantástica, com Steppenwolf e Jimi Hendrix, por exemplo).</p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/Hopper1.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/Hopper1-300x169.jpg" alt="" title="Hopper" width="300" height="169" class="aligncenter size-medium wp-image-2708" /></a><br />
<em>Personalidade difícil de Hooper complicou produção</em></p>
<p>O filme causou barulho em seu lançamento tanto quanto durante sua própria produção. O período de filmagens foi uma tormenta, uma confusão atrás da outra. Depois de maluquices mil de Hopper – um sujeito difícil de lidar -, a equipe começou a debandar no meio das filmagens. Para piorar, Hopper e Fonda tiveram uma briga feia.</p>
<p>Hopper queria trazer à tona a carga emocional da morte da mãe de Fonda, que havia se suicidado, para uma cena em que o parceiro faria uma série de reclamações para uma estátua de Nossa Senhora. Depois de ingerir várias bolinhas e ficar doidão, Hopper falou para Fonda: </p>
<p><em>- Eu quero que você vá lá se sente no colo dela, essa é a versão italiana da Estátua da Liberdade, bicho, eu quero que você se sente no colo dela e pergunte à sua mãe porque ela abandonou você.<br />
- Hoppy, você não pode fazer isso. Você está se aproveitando da situação – disse, irado, Peter Fonda.<br />
- Ninguém vai saber, bicho. Tem que fazer isso, bicho.<br />
- Todo mundo vai saber, todo mundo sabe o que aconteceu.</em></p>
<p>A tensão entre ambos chegou a tal ponto que os olhos de Hopper se encheram de lágrimas. Então Fonda subiu na Estátua e, com esforço, falou:</p>
<p><em>- Você é uma boba, mãe. Eu te odeio tanto.<br />
</em><br />
“Essa foi a primeira vez que vocalizei alguma coisa desse assunto”, disse Fonda posteriormente. “Na verdade, eu também comecei a sucumbir. Estava aos soluços”.     </p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/Peter-Fonda.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/Peter-Fonda-300x210.jpg" alt="" title="Peter Fonda" width="300" height="210" class="aligncenter size-medium wp-image-2709" /></a><br />
<em>Fonda atuou e produziu o longa</em></p>
<p>Easy Rider foi um sucesso: com um custo de U$S 501 mil, rendeu US$ 19,1 milhões e colocou Hooper na lista do grandes da contracultura, ao lado de John Lennon e Timothy Leary, relata Suskind, o que aguçou a megalomania do diretor. </p>
<p>“Sem Destino mostrava os rebeldes, os fora de lei e, por extensão, a contracultura como um todo, como vítimas. Estavam sendo exterminados pelo mundo careta, por Lyndon Jonhson, pela maioria silenciosa de Richard Nixon ou seus imitadores”, escreve Suskind.   </p>
<p>A cena abaixo retrata bem o clima do filme &#8211; fotografia que explora a paisagem, a liberdade da estrada ao ritmo frenético de Born to be Wild.<br />
Que começo de filme, não? </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/03FzVEUxEPU&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/03FzVEUxEPU&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2704" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodefuga.jor.br/easy-rider-a-contracultura-vai-ao-cinema/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pílulas de cinefilia: A fotografia de O Poderoso Chefão</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/pilulas-de-cinefilia-a-fotografia-de-o-poderoso-chefao</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/pilulas-de-cinefilia-a-fotografia-de-o-poderoso-chefao#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 03:13:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Coppola]]></category>
		<category><![CDATA[Don Corleone]]></category>
		<category><![CDATA[Marlon Brando]]></category>
		<category><![CDATA[O Poderoso Chefão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodefuga.jor.br/?p=2667</guid>
		<description><![CDATA[
Fotografia escura realça o mal em Don Corleone
O visual sombrio, escuro mesmo de O Poderoso Chefão, de Francis Ford Coppola, causou estranheza e críticas na época do lançamento do filme, em 1972. Naquele tempo, a estética de Hollywood primava pela ambientação bem iluminada, limpa. “As cenas eram tão iluminadas que dava para ver cada canto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/Poderoso-Chefão.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/Poderoso-Chefão-300x214.jpg" alt="" title="Poderoso Chefão" width="300" height="214" class="aligncenter size-medium wp-image-2668" /></a><br />
<em>Fotografia escura realça o mal em Don Corleone</em></p>
<p>O visual sombrio, escuro mesmo de <a href="http://www.imdb.com/title/tt0068646/">O Poderoso Chefão</a>, de Francis Ford Coppola, causou estranheza e críticas na época do lançamento do filme, em 1972. Naquele tempo, a estética de Hollywood primava pela ambientação bem iluminada, limpa. “As cenas eram tão iluminadas que dava para ver cada canto de cada banheiro e armário no set”, descreve Gordon Willis, diretor de fotografia da <a href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=332">obra-prima</a> dirigida por Coppola. </p>
<p>Mas Willis mandou às favas a convenção e mergulhou na escuridão – uma maneira de realçar o aspecto nebuloso da máfia, personificada na figura de Don Corleone, magnificamente interpretado por Marlon Brando.</p>
<p>Veja o que o diretor de fotografia diz sobre a cena inicial, que, em muitos aspectos, mostra a que veio o filme.</p>
<p>“O desenho da luz veio da justaposição da festa de casamento no jardim, ensolorada e alegre, e a sombra do que se passava naquela casa escura. Usei iluminação vinda de cima porque Don Corleone era a personificação do mal e eu não queria que a plateia pudesse ver os olhos dele, ver o que ele estava pensando, queira mantê-lo nas sombras.&#8221;</p>
<p>Mais:</p>
<p>&#8220;&#8230;quando aquelas imagens escuras começaram a aparecer na tela, aquilo deu um tremendo susto em gente que estava habituada a ver filmes de Doris Day (&#8230;)Evans perguntou a Bart: &#8217;será que ainda estou de óculos escuros?&#8217;&#8221; </p>
<p>Detalhe: a primeira frase do filme é “Eu acredito na América”, uma ironia fina do roteiro, dado o fato de ser dita por um homem que implora ao mafioso a vingança de sua filha. É a chave para o entendimento do que o filme discute: o fracasso do sonho americano de nação ideal.</p>
<p>Vale relembrar a sequência.</p>
<p><em>Fonte: o ótimo livro “Como a geração sexo, drogas e rock and roll salvou Hollywood”, de Peter Bisking (Editora Intrínseca)</em></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/s2BdGkzqkKs&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/s2BdGkzqkKs&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2667" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodefuga.jor.br/pilulas-de-cinefilia-a-fotografia-de-o-poderoso-chefao/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;A Fronteira da Alvorada&#8221;, de Philippe Garrel</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/a-fronteira-da-alvorada-de-philippe-garrel</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/a-fronteira-da-alvorada-de-philippe-garrel#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 02:24:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Philippe Garrel]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodefuga.jor.br/?p=2664</guid>
		<description><![CDATA[ &#8220;A Fronteira da Alvorada&#8221;, de Philippe Garrel, entortou um parafuso na minha cabeça.

 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> &#8220;A Fronteira da Alvorada&#8221;, de Philippe Garrel, entortou um parafuso na minha cabeça.</p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/a-fronteira-da-alvorada.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/a-fronteira-da-alvorada-300x200.jpg" alt="" title="a fronteira da alvorada" width="300" height="200" class="aligncenter size-medium wp-image-2665" /></a></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2664" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodefuga.jor.br/a-fronteira-da-alvorada-de-philippe-garrel/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Um só pecado&#8221;, de François Truffaut</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/um-so-pecado-de-francois-truffaut</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/um-so-pecado-de-francois-truffaut#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 03:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema-Truffaut]]></category>
		<category><![CDATA[Françoise Dorléac]]></category>
		<category><![CDATA[Truffaut]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodefuga.jor.br/?p=2661</guid>
		<description><![CDATA[Quem não cometeria um só pecado por Françoise Dorléac? 

 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem não cometeria um só pecado por Françoise Dorléac? </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/mFwjh0123bo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/mFwjh0123bo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2661" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodefuga.jor.br/um-so-pecado-de-francois-truffaut/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Especial &#8220;Os melhores filmes de tecnologia de todos os tempos: parte 1- o post que deu origem à série&#8221;</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/especial-os-melhores-filmes-de-tecnologia-de-todos-os-tempos-%e2%80%93-parte-1</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/especial-os-melhores-filmes-de-tecnologia-de-todos-os-tempos-%e2%80%93-parte-1#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 17:31:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[filmes de tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodefuga.jor.br/?p=2599</guid>
		<description><![CDATA[
Planeta Proibido, filme de 1957
A arte cinematográfica existe por uma traição bem organizada da realidade, já disse François Truffaut, um dos fundadores da nouvelle vague, movimento criado na França no finalzinho dos anos 1950 e que, seguindo a trilha aberta pelo neo-realismo italiano, revolucionou o cinema.
A frase de Truffaut – cineasta que, exceto por Fahrenheit [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/forbidden-planet1.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/forbidden-planet1-300x217.jpg" alt="" title="forbidden-planet1" width="300" height="217" class="aligncenter size-medium wp-image-2600" /></a><br />
<em>Planeta Proibido, filme de 1957</em></p>
<p>A arte cinematográfica existe por uma traição bem organizada da realidade, já disse François Truffaut, um dos fundadores da nouvelle vague, movimento criado na França no finalzinho dos anos 1950 e que, seguindo a trilha aberta pelo neo-realismo italiano, revolucionou o cinema.</p>
<p>A frase de Truffaut – cineasta que, exceto por Fahrenheit 451, não tinha o universo tecnológico como matéria-prima – nos ajuda a entender o modo como o cinema retratou a tecnologia ao longo de sua história.</p>
<p><strong>Fantasia de futuro</strong></p>
<p>Melhor dizendo, o cinema deu conta de como o homem pode desenhar sua fantasia de futuro, suas expectativas e projeções diante das máquinas. Ao fazer isso, nos fez rir, pensar, ter medo, achar que podemos ser muito poderosos e – por que não? – também ridículos.</p>
<p>“Até onde podemos chegar e qual o preço a pagar por isso?”, parecem nos dizer os filmes dessa lavra.</p>
<p>Ou “será que as máquinas vão nos vencer?”, como nos faz pensar Limite de Segurança (Sidney Lumet), enquanto War Games (John Badham) diz “cuidado, vocês podem perder o controle desse jogo, e aí bum! – vai tudo pelos ares”.</p>
<p>Veja a matéria completa no <strong><a href="http://idgnow.uol.com.br/blog/navedigital/2010/02/06/os-melhores-filmes-de-tecnologia-de-todos-os-tempos-parte-1/">Nave Digital</a></strong>, blog que mantenho no <strong><a href="http://idgnow.uol.com.br/">IDG Now</a></strong>!</p>
<p>E aguardem, porque logo vem mais cinefilia tecnológica.</p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2599" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodefuga.jor.br/especial-os-melhores-filmes-de-tecnologia-de-todos-os-tempos-%e2%80%93-parte-1/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

