Folia, marchinhas e Twitter no lançamento do Bloco de Notas no Carnaval 2010


Ala das Princesas alegrou a noite no O do Borogodó

Aguardem: nos próximos dias, a cobertura completa do lançamento do Bloco de Notas, o bloco de carnaval dos profissionais de comunicação de São Paulo, lançado no sábado, no O do Borogodó. Jornalista para contar a história é o que não falta.

Quem estava online acompanhou em tempo real a cobertura pelo Twitter! É a folia 2.0

A imprensa vai botar o Bloco de Notas na rua


Atenção, convocatória para jornalistas, assessores de imprensa e simpatizantes:

Nós – um grupo de jornalistas de TI – estamos (a)fundando um bloco de carnaval.

Um bloco da imprensa, porque jornalista pode não saber sambar direito, mas sempre acha um lead para fazer festa.

A (a)fundação do BLOCO DE NOTAS será neste domingo (14/2) no bar Ó do Borogodó, na rua Horácio Lane, 21, na Vila Madalena.

Estaremos lá a partir das 19h!

Por favor, espalhem a convocatória carnavalesca para os amigos das redações, assessorias e simpatizantes.

Mais informações e conspirações, procure o Núcleo Duro do Bloco(!) no Twitter: @clayton_melo, @veronicacouto, @DeLuca, @rsantos e @ brauncafe.
Ou mande um e-mail: cmelo2010@gmail.com

Contatos: cmelo2010@gmail ou Twitter @clayton_melo.

E por falar em Sarney…

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Sarney mandou avisar que não vai autografar o Marimbondos de Fogo
para quem criou falso Twitter para ele

Tempos férteis para o anedotário político. Foi só ver o brochinho de Fiscal do Sarney que me entusiasmei e procurei outras homenagens na rede ao excelentíssimo presidente do Senado. E eis que constato o carinho dos twitteiros com o literato do Maranhão. Mas o ilustre ex-presidente não gosta de nada que se limite a 140 caracteres.

O autor de Marimbondos de Fogo, esse clássico da literatura nacional (um dos livros mais vendidos e lidos desde um 3000 AC, constate), ameaçou fazer a justiça arder no engraçadinho que criou um Twitter falso para ele. (veja aqui)

Dias atrás, estava no ar a “página” do senador, com tweets como esse, registrados pelo blog do Jamildo, do JC Online:

“Minha secretária já deixou outro comprimido. Vou dormir.”

“Alguém aí foi meu fiscal? A idéia da campanha foi Maílson e a arte do broche foi de algum estágiário da UnB”

“Meu novo plano para limpar o senado será um marco na política brasileira. Ele será bem diferente do Plano Verão e do Plano Bresser”.

E personagens célebres deixaram “mensagens”. Um deles foi Paulo Coelho. “@paulocoelho avisa na academia que faltarei ao nosso tradicional chá nessa semana. Estou tendo um pouco de serviço do DF“.

semteto

Busquei a página no Twitter (digite Jose Sarney no Twitter), mas acabou-se o que era doce. No ar, apenas uma breve perfil do ex-quase twitteiro maranhense:

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“josesarney Sen. José Sarney
Presidente do Senado brasileiro, devoto da causa pública e comprometido com a ética e a cidadania.
1,447 followers · from Amapá · updated 3:52 PM Jun 19th

Quem é fiscal do Sarney aí?

sarney

Para os órfãos da Nova República.

Quem aí ligava para a Sunab quando sumia carne no supermercado? Discava 198, tá ligado?

Quem anotava na cadernetinha o preço das embalagens e, se visse que o valor tinha sido alterado depois, chegava para o dono do armazém e bradava, a plenos pulmões: “Tome tento porque sou fiscal do Sarney!”.

E, se o dono do secos e molhados enchesse seu saco, chamava o Funaro para botar ordem na casa?

Em tempos de ato secreto, de “Secreta” que apita em tudo, da sarneylândia proliferando mais rápido que a gripe suína, recordar é viver.

Essa eu pesquei do mural do Facebook do do Maurício Machado, que por sua vez pinçou a pérola do mural do Ricardo Sá Fortes. Será que ele era fiscal do Sarney?

Vamos de Barão de Itararé

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Essa eu tirei do Bloghumor do Novaes, chargista companheiro da Gazeta Mercantil.

Novaes, boa ideia relembrar o Barão de Itararé, o sarcástico jornalista que fez história na imprensa brazuca.

E aí, alguém rebate a máxima do glorioso Barão?

Entrevista de emprego

Eis um comercial da Pepsi repassado pela Lu Collet.
Estratégia um tanto heterodoxa, digamos.

Chama o Pai Ambrósio

Essa quem repassou foi o glorioso Dubes Sônego. Impagável!

ambrosio

Çábia filozofia

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Uma análise obânica da Atoladinha

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A minha descoberta de hoje é a Atoladinha. É isso: descobri a Atoladinha. E admito: até hoje não tinha tocado a Atoladinha, para minha infelicidade. Só agora sei o que estava perdendo.

Descobri-a por recomendação de Sérgio Amadeu, o mentor do Trezentos, “Irineu Franco, o Perpétuo”, Silvio Rocha e Mariel. Estávamos no glorioso Sujinho, hoje à noite, quando eles me contaram do famoso funk cujo lastro cultural é invejável.

E o fizeram para falar do curta caseiro L´ Atolerette, feito a partir da letra do funk Atoladinha. Sensacional, de verdade. Uma aula de linguagem cinematográfica. A Atoladinha à lá Godard, à lá nouvelle vague, com planos longos, poucos diálogos, o ar blasé que tanto nos acostumamos a ver no Cinema Moderno. Que Jean Seberg; que Anna Karina que nada. O negócio é A Mulher da Areia, a Atoladinha.
Gamei. Bom, mas deixemos o vídeo para um próximo post.

Melhor é uma explicação epifânica que Tom Zé fez de quem? Da Atoladinha.

Primeiro foi no Globo, depois no Jô Soares.

Trata-se de uma explicação obanicamente – não macainquicamente nem bushimente – feita por nosso bardo a respeito do refrão “Tô ficando atoladinha, tõ ficando atoladinha.”

Analisa Tom Zé:

“ O refrão de Atoladinha é uma metarefrão microtonal e polissemiótico”.

Hã?

“É uma das ondas concêntricas que a bossa nova fez desencadear”.
Fantástico. Bravo!

“Uma moça qualquer estava com esse rapaz e disse: “Tô ficando a-to-la-di-nha. Tô ficando a-to-la-di-nha. Que liberdade essa mulher lançou no mundo!

Inenarrável!

“A professora Carmita Abdo, diretora de departamento de sexologia da USP – vejam, o mundo mais civilizado do Brasil, o mais educado-, fez uma pesquisa com as meninas da USP, de 15 a 25 anos. (Constatou que) 68%, 75% das meninas da USP não GO-ZA-VAM. Não GO-ZA-VAM. E eram vocês que não gozavam!

Impagável. Vale a pena conferir.

Ponto de Fuga revigorado

digital
Imagem fisgada do blog de Gil Giardelli

Amigos do PdF (outrora PF),

o blog ficou fora do ar entre sexta-feira e parte deste sábado por questões técnicas. Sabem a história de trocar o pneu com o carro andando? Pois é, aqui a caranga ficou estacionada. Explico.

A parada nos boxes aconteceu porque meu amigo João Paulo Freitas fez atualizou o PHP do blog (Hããã?). Bom, deixemos os palavrões pra lá.

O importante a destacar é que agora o PdF tem novidades em campo (meu instinto marqueteiro criou essa sigla, PdF, para Ponto de Fuga, em vez de PF; gostaram? Inventei sozinho. Se não tiverem gostado, aí não fui eu, não)

Vamos à escalação

Na lateral esquerda (dá olhadinha lá, ó), mais avançado, vocês podem acessar o Twitter. Garoto prodígio, habilidoso, capaz de encantar as multidões com dribles rápidos e fulminantes.

Vai pras cabeças, mas é de poucas palavras (só agüenta 140 caracteres). Ágil e perspicaz, embora também livre para abarcar todo o tipo de bobagens, aposta nas intervenções em tempo real para levar equipe aos três pontos.

Também no flanco esquerdo, só que vindo de trás (ôpa!), entram MySpace, Facebook e Orkut. Este já é velho conhecido da torcida varonil. Não tem firulas, faz o feijão com arroz e não tem toquinho de lado. Alguns o consideram ultrapassado, mas é ainda campeão na preferência nacional. Adora aparecer para dar um “oi”.

Já o Facebook, contratação mais ou menos recente vinda do estrangeiro, já aprendeu a falar português há algum tempo e exibe mais recursos técnicos. Como diriam os boleiros de botequim, tem um “toque mais cadenciado”.

O MySpace, bem, este joga por música! Maestro para todos os estilos e gostos, é quase completo, refinado. E esteja certo: suas jogadas afinadas ainda vão cair nas graças da galera.

Para terminar, do lado direito a Blogolândia. Renovada, essa seleção terá fôlego para agüentar os 90 minutos mais a prorrogação. Se precisar, bate pênalti.

Na meio-campo, claro, está o cérebro e o coração do escrete ponta-fuguense. Por isso a ordem do professor é para o pessoal da meia-cancha diversificar as jogadas (pois as laterais estão reforçadas), fazer lançamentos profundidade de temas e estar atento à movimentação dentro e fora da blogosfera.

E tudo com catiguria e cuidado para não dar muitas caneladas.

“Quem foi que mandou tirar o blog do ar?!”

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Calma, querida, já voltou. No próximo post eu explico tudinho.

O xavequeiro da lan house

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Frequentar lan house também é ouvir a conversa alheia, especialmente quando a criatura da cabine ao lado vale-se de alguns decibéis além da conta.

“Mari, não te liguei ontem porque não deu. Estava na balada, se eu atendesse não ia adiantar”.

Como é que é?

“Você ia ouvir aquela barulheira e não ia entender nada”.

Deu pra sacar que o camarada estava se explicando porque foi pra gandaia enquanto a moçoila sonhava com os anjos. No mínimo ele deve ter dito que estaria de pijama e pantufas na noite em questão.

Mas o distinto confessou um crime inafiançável: estava na balada, ouviu o celular tocar, olhou a bina e fingiu-se de morto! E confessou tudinho, de cara lavada, nem aí.

Mas a Mariana – este é nome da estridente namorada – não pensava assim. “Mari”, ele repetia o nome dela toda hora, “você está brava à-toa. Não fiz nada, só fiquei tomando cerveja com meus amigos”.

Ele tentava emendar as frases, mas ela cortava aos berros, dava para perceber. A orelha do sujeito devia arder.

“Não, não olhei pra menina nenhuma!”. Alguém tem dúvidas de qual foi a acusação?

A garota devia espumar, babar de raiva. “Mari, para, para. Por que você fica assim? Vamos conversar como gente civilizada?”. Temos de reconhecer: o cara é profissional no embromation, tem tanta experiência na parada que nem se constrange.

“É simples: se eu atendesse, não ia adiantar nada, já falei. Você ia ficar mais pê da vida ainda. Então não atendi”.

Mais direto impossível. O sujeito falava com segurança, firme, e alternava a entonação – ora na retranca, ora cão sem dono. Era talhado para o cargo, embora o julgamento estivesse em última instância . Talvez fosse um mitômano, como diria a Marta ao Maluf.

Bem, foi essa lenga-lenga um tempão. Dez, 15, 20 minutos. Fiquei me perguntando quem estava pegando a conta do celular.

Ah, bom. Eles estavam no Skype.

Estou com pena dos bilionários

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Bill Gates se distrai com bonequinhos e cavalinhos para
não se lembrar de que está menos rico

A nova lista da Forbes, sobre os donos da bufunfa no mundo, mostra que os bilionários (coitados!), sofrem com a crise. Esses senhores estão US$ 2 trilhões menos ricos. Culpa da crise, essa marvada.

Bill Gates, com muito empenho, dedicação e esquema tático bem definido, não é o Ronaldo, mas é um fenômeno: embora tenha visto evaporar US$ 18 bilhões de sua conta bancária, retomou a liderança no ranking com uma fortuna pessoal de US$ 40 bilhões. O investidor (?) Warren Buffet, que em 2008 era o primeiro, agora é o segundo, com US$ 37 bilhões – era US$ 62 bilhões ano anterior.

Ah, e o número de bilionários no planeta caiu de 1.125 para 793.

Será que eles vão ter procurar o analista – não o financeiro, mas o das almas – para se livrarem do trauma?

A diplomacia descobriu o “reset”. E deu tilt

clinton
Lavrov e Hilary bem que tentaram “desligar e ligar”
as relações entre Rússia e EUA

Percebo que nossos técnicos de informática, que parecem chegar ao nirvana quando nos mandam desligar e ligar o computador sempre que a máquina tem um resfriado, estão fazendo escola. Mas, só pra contrariar, o boot não funcionou!

Da Folha de S. Paulo
LAPSO EM TRADUÇÃO GERA BRINCADEIRA

Hillary Clinton (secretária de Estado dos EUA) preparou a jogada propagandística de presentear o colega russo Serguei Lavrov (ministro das Relações Exteriores) com o botão vermelho marcando o reinício das relações bilaterais. Mas o presente gerou sorrisos amarelos, pois a palavra em inglês “reset” (reiniciar) foi traduzida para “peregruzka”, termo russo que significa sobrecarregar. Ao ser informada por Lavrov do erro, Hillary, brincando, disse ao russo: “Não deixaremos vocês fazerem isso conosco”. Eles então apertaram o botão, que, segundo Lavrov, irá enfeitar sua mesa de trabalho.

Recarregando as baterias

Amigos, sei que estou devagar com este blog. É a trabalheira. Mas logo retomarei o ritmo de cachorro louco. Se isso é bom ou ruim, só um psiquiatra pra dizer.

devagar1

Obamis forevis

A onda retrô cult chegou com força total aos Trapalhões, mais notadamente ao Mussum, ora Cacilds!
Dê uma googada (hum?) e perceba que a maré cibernética está repleta de uma mussunização sensacional. A melhor de todas que vi é “Obama Forevis”. As camisetas com a estampa proliferam como ninhada de coelhos. Conheci a novidade pela foto de identificação do Orkut de uma amiga.

Como se não bastasse, tem “Mussum Tse Tung” e Mussum na clássica obra de Andy Warhol “Marylin“.

Os demais trapalhões também não escapam. Bom, que o Evo Morales é a cópia “cuspida e escarrada” do Zacarias ninguém duvida. E que o Marcelo Barreto, apresentador do SportTV, é um irmão gêmeo uns trinta anos mais novo que o Didi também difícil de negar.

Só faltou o Dedé. Quem arrisca um palpite?


A web ama Mussum


Mussum é a revolução cultural


Nas horas vagas, Didi é apresentador
do SportTV, com o codinome Marcelo Barreto


Zacarias, ops, Evo Morales, acaba de ser aprovar mudanças na constituição boliviana

Sujeito oculto

O dinheiro sumiu do mundo

Clara fugiu de meus sonhos como quem se manda pra Bahia arrastando malas, desdizendo juras que só eu conhecia, cartas de uma história que nem começou. Ou não? Será que começou? Um não-acontecimento acontecido. E o mundo está em depressão. Ou quase.

Mas a bolsa de Tóquio amanheceu em alta de 0,37% – veja bem, eu disse 0,37%. Madoff, o nome dele é Madoff, dizem os jornais. Mas Madoff não viu o show da Madonna porque estava ocupado demais levando a loucura até a Nasdaq – enganou todo mundo com um sonho de US$ 50 bilhões em forma de pirâmide.

Obama nas alturas e crédito aos homens de boa vontade. O dinheiro sumiu do mundo, e lá vem esse maldito zumbido que não me deixa dormir.

O Obama brasileiro gosta, é claro, de churrasquinho

 Já temos o nosso Barack Obama. É Rinaldo Gaudêncio Américo, de 36 anos, motorista da Rádio Globo do Rio de Janeiro.

 Veja mais aqui:

Ponto de Fuga em reformulação

“Hey, baby, aguenta só mais um pouquinho. O Ponto de Fuga vai voltar. Perco o fôlego só de pensar”.