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	<title>Ponto de Fuga &#187; Amigos</title>
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	<description>economia digital, cibercultura, jornalismo, cinema, crônica, música</description>
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		<title>O clipe de &#8220;Nada mais que cinema&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Dec 2010 19:03:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Compartilho um projeto do qual tenho orgulho de ter dado uma ajudinha: o videoclipe <strong>&#8220;Nada mais que cinema&#8221;,</strong> música do meu grande amigo Thiago Pimentel. No vídeo, ele e outro grande chapa, Tuco Oliveira, interpretam essa bela música. A direção do vídeo é do grande brother Daniel Rubio. Fiz a seleção de imagens. Está repleta de filmes com os quais chorei, me emocionei, sorri e que, penso, traduzem o clima da música. </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/RCCmmIYuZgM?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/RCCmmIYuZgM?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Folia, marchinhas e Twitter no lançamento do Bloco de Notas no Carnaval 2010</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 22:57:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Ala das Princesas alegrou a noite no O do Borogodó
Aguardem: nos próximos dias, a cobertura completa do lançamento do Bloco de Notas, o bloco de carnaval dos profissionais de comunicação de São Paulo, lançado no sábado, no O do Borogodó. Jornalista para contar a história é o que não falta.
Quem estava online acompanhou em tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/Cópia-de-IMG_0099.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/Cópia-de-IMG_0099-300x225.jpg" alt="" title="Cópia de IMG_0099" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-2648" /></a><br />
<em>Ala das Princesas alegrou a noite no O do Borogodó</em></p>
<p>Aguardem: nos próximos dias, a cobertura completa do lançamento do <strong>Bloco de Notas</strong>, o bloco de carnaval dos profissionais de comunicação de São Paulo, lançado no sábado, no O do Borogodó. Jornalista para contar a história é o que não falta.</p>
<p>Quem estava online acompanhou em tempo real a cobertura pelo Twitter!  É a folia 2.0</p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2647" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>Bloco Vai Quem Qué e a alegria da festa nas ruas</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 17:53:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No sábado de Carnaval, o Bloco Vai Quem Qué saiu pelas ruas de Pinheiros e arrastou uma multidão. 
Eu estava lá, como já faço há alguns anos. Ao lado de velhos e novos amigos e de pessoas que nunca vi antes. O que vale é que todos estavam ali para se divertir e fazer uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No sábado de Carnaval, o Bloco Vai Quem Qué saiu pelas ruas de Pinheiros e arrastou uma multidão. </p>
<p>Eu estava lá, como já faço há alguns anos. Ao lado de velhos e novos amigos e de pessoas que nunca vi antes. O que vale é que todos estavam ali para se divertir e fazer uma festa bem brasileira como ela tem de ser: nas ruas. </p>
<p>E assim é a vida. Assim é o Brasil. </p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/Bloco1.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/Bloco1-225x300.jpg" alt="" title="Bloco" width="225" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-2625" /></a></p>
<p>Bloco Vai quem Qué agitou a<br />
Madalena no sábado de Carnaval.</p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/IMG_00081.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/IMG_00081-300x225.jpg" alt="" title="IMG_0008" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-2626" /></a></p>
<p>Pausa para a pose carnavalesca, com os queridos<br />
amigos da Benedito, antes de seguirmos com o bloco.</p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/IMG_00182.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/IMG_00182-300x225.jpg" alt="" title="IMG_0018" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-2637" /></a></p>
<p>Bateria do bloco esquenta os tamborins na praça.</p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/IMG_00202.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/IMG_00202-300x225.jpg" alt="" title="IMG_0020" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-2629" /></a></p>
<p>Todas as tribos em torno do samba. Esse garotinho<br />
de azul, de costas, era um dos mais animados.</p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/IMG_0024.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/IMG_0024-300x225.jpg" alt="" title="IMG_0024" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-2630" /></a></p>
<p>Bloco partiu da Benedito.</p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/IMG_00421.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/IMG_00421-300x225.jpg" alt="" title="IMG_0042" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-2631" /></a></p>
<p>Na Henrique Schaumann com a Arthur de Azevedo.</p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/IMG_00481.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/IMG_00481-300x225.jpg" alt="" title="IMG_0048" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-2632" /></a></p>
<p>A comissão de frente.</p>
<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/IMG_00561.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/IMG_00561-300x225.jpg" alt="" title="IMG_0056" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-2633" /></a></p>
<p>Resumo da épera: como é bom uma festa tomar<br />
as ruas e a gente fazer disso.</p>
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		<title>A imprensa vai botar o Bloco de Notas na rua</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 20:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

Atenção, convocatória para jornalistas, assessores de imprensa e simpatizantes:
Nós &#8211; um grupo de jornalistas de TI &#8211; estamos (a)fundando um bloco de carnaval. 
Um bloco da imprensa, porque jornalista pode não saber sambar direito, mas sempre acha um lead para fazer festa.  
A (a)fundação do BLOCO DE NOTAS será neste domingo (14/2) no bar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/samba_01.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/samba_01-300x199.jpg" alt="" title="samba_01" width="300" height="199" class="aligncenter size-medium wp-image-2609" /></a></p>
<p><strong><br />
Atenção, convocatória para jornalistas, assessores de imprensa e simpatizantes:</strong></p>
<p>Nós &#8211; um grupo de jornalistas de TI &#8211; estamos (a)fundando um bloco de carnaval. </p>
<p>Um bloco da imprensa, porque jornalista pode não saber sambar direito, mas sempre acha um lead para fazer festa.  </p>
<p><strong>A (a)fundação do BLOCO DE NOTAS será neste domingo (14/2) no bar Ó do Borogodó, na rua Horácio Lane, 21, na Vila Madalena.</strong></p>
<p>Estaremos lá a partir das 19h! </p>
<p>Por favor, espalhem a convocatória carnavalesca para os amigos das redações, assessorias e simpatizantes.</p>
<p>Mais informações e conspirações, procure o Núcleo Duro do Bloco(!) no Twitter: @clayton_melo, @veronicacouto, @DeLuca, @rsantos e @ brauncafe.<br />
 Ou mande um e-mail: cmelo2010@gmail.com</p>
<p>Contatos: cmelo2010@gmail ou Twitter @clayton_melo. </p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2607" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Meu amigo, o que aconteceu no Chile?&#8221;</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/meu-amigo-o-que-aconteceu-no-chile</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 13:48:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Reprodução web

Carta relembra feridas de um tempo sangrento
Daniel A. Rubio é meu amigo de fé, meu irmão camarada. “Cabra bom”, para usar uma frase típica de outro amigo querido, o jornalista Costábile Nicoletta. 
Daniel é um documentarista chileno dos bons que mora no Brasil há cerca de uma década &#8211; e com quem começo a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reprodução web</em><br />
<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/chile.pinochet1.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/chile.pinochet1-300x252.jpg" alt="" title="chile.pinochet" width="300" height="252" class="aligncenter size-medium wp-image-2556" /></a><br />
<em>Carta relembra feridas de um tempo sangrento</em></p>
<p><strong>Daniel A. Rubio</strong> é meu amigo de fé, meu irmão camarada. “Cabra bom”, para usar uma frase típica de outro amigo querido, o jornalista Costábile Nicoletta. </p>
<p><a href="http://www.zoramidia.com.br/ficha.html">Daniel </a>é um <a href="http://www.artver.com/">documentarista chileno</a> dos bons que mora no Brasil há cerca de uma década &#8211; e com quem começo a aprender essa arte, que aproxima duas de minhas paixões, o jornalismo e o cinema (<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/minha-denuncia-e-a-minha-alegria">já fizemos até um primeiro vídeo em conjunto</a>, por puro prazer e diversão).</p>
<p>Ele escreveu um texto tocante sobre seu país depois do resultado das <a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/internacional/2010/01/17/ult1859u2267.jhtm">eleições presidenciais</a>, no domingo passado. </p>
<p>A carta – é a carta aberta a um amigo em comum, o chapa <a href="http://www.pontodefuga.jor.br/889">Edson Lima</a>, produtor cultural, responsável projeto <a href="http://www.pontodefuga.jor.br/o-carimbador-maluco-na-benedito">O Autor na Praça</a> –nasceu depois que o Edson lhe enviou uma matéria de um portal cuja manchete era: “Direita volta ao poder no Chile”. </p>
<p>E então Edson, no mesmo e-mail, perguntou:“Meu amigo, o que aconteceu no Chile?</p>
<p>A carta traz reminiscências de um tempo sangrento. É como um filme que, embora de horror, também seja feito com cenas de amor e solidariedade. </p>
<p>É um pouco longo, mas vale a pena. </p>
<p><strong>CARTA ABERTA A EDSON LIMA</strong></p>
<p><strong>&#8220;Meu amigo, o que aconteceu no Chile?&#8221;	</strong></p>
<p><strong>Daniel A Rubio</strong></p>
<p><em>Na segunda-feira, dia 18 de janeiro de 2010, recebi um e-mail  de meu amigo Edson Lima. Ele me questionava. “Daniel, o que aconteceu no Chile?”, e me copiava os  resultados da eleição para presidente no meu país. “Direita volta ao poder no Chile”, dizia manchete da matéria que me enviou. </p>
<p>“Daniel, o que aconteceu?&#8221;</p>
<p>Como explicar para Edson? Pensei até em criar uma história ou inventar uma desculpa, mas ele não acreditaria em qualquer coisa. </p>
<p>Edson é um apaixonado por política. Gestor cultural na área de literatura em São Paulo, é completamente dedicado à paixão aos livros e à cultura. Eu precisava explicar de alguma forma. Foi assim que uma série de imagens me veio à mente. </p>
<p>Embora não viva no Chile há muitos anos, minha mente foi longe. </em></p>
<p><em>Reprodução web</em><br />
<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/salvador-allende.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/salvador-allende-300x140.jpg" alt="" title="salvador allende" width="300" height="140" class="aligncenter size-medium wp-image-2548" /></a><br />
<em>Empresas escondiam produtos para sabotar Allende </em></p>
<p><em>Lembrei-me de, quando ainda uma criança de doze anos, pegava filas para comprar óleo, açúcar ou arroz para minha família. Claro que não se conseguia comprar tudo no mercado negro, por causa do embargo comercial e da falta de mercadorias – a direita havia retirado os produtos das prateleiras como forma de pressionar Salvador Allende, o primeiro governo socialista eleito (1970) por voto direito e democrático na América Latina.</p>
<p>Segundo a direita – e os EUA -, essa pressão tinha o objetivo de extirpar do continente uma corrente perigosa de esquerda que crescia por aqueles anos.</p>
<p>Depois me lembrei dos aviões, rasantes, que retomavam altitude de voo depois de lançarem bombas sobre o La Moneda, o palácio de governo, naquele fatídico 11 se setembro de 1973. Gente pulava e buzinava nas ruas. E também muita gente triste. Era o começo da  ditadura de Augusto Pinochet. </p>
<p>Já de início os direitos civis foram terrivelmente esmagados. As organizações de bases foram reprimidas e  praticamente exterminadas. Não havia permissão para reuniões de grupos. Os movimentos  comunitários, clubes esportivos ou um simples centro de mães: nada podia se organizar. </p>
<p><em>Reprodução web</em><br />
<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/chile_la_moneda_attack.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/chile_la_moneda_attack.jpg" alt="" title="chile_la_moneda_attack" width="300" height="287" class="aligncenter size-full wp-image-2550" /></a><br />
<em>Bombardeio ao La Moneda matou Allende</em></p>
<p>Num país historicamente católico, extremadamente conservador e socialmente homogêneo, isso tornava a população ainda mais dependente de um poder central. As informações eram filtradas antes de chegarem ao povo, enquanto as decisões da ditadura eram disseminadas como a voz oficial, de modo a nos convencer de que um novo Chile, livre do perigo do comunismo, estava em construção. </p>
<p>E eis que, num passo de mágica, as coisas começaram a funcionar. Poucas semanas depois do golpe as prateleiras dos supermercados estavam novamente repletas de produtos&#8230; Tudo parecia voltar ao normal depois do “caos”. </p>
<p>Bom, parecia normal para a massa, mas  não para os muitos que eram perseguidos, exilados, torturados ou desaparecidos. </p>
<p>Começava a construção de um “novo” Chile.  Em meados dos anos 1970, instaurou-se o regime econômico neoliberal, inspirado em estudos de livre mercado de um grupo de economistas de Chicago (os “Chicago´s boys”). O livre mercado tomava conta do Chile. </p>
<p>Pela primeira vez na minha vida, vejam que ironia, podia sonhar com uma calça jeans da Levis, comprada numa loja de um bairro nobre de Santiago! Antes, isso só era possível se o algum amigo viajasse ao exterior e contrabandeasse os preciosos jeans da Levis. </p>
<p>E esse admirável mundo do consumo se estendeu a vários produtos: óculos,  tênis, sapatos, jaquetas de estilo. O curso da moda para os jovens era a publicidade. Muitos se viram influenciados pelo glamour e a criatividade do apaixonante mundo da propaganda. Um desses jovens fui eu.</p>
<p><em>Reprodução web</em><br />
<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/chile-mirchilepoderpopularej4.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/chile-mirchilepoderpopularej4-300x153.jpg" alt="" title="chile-mirchilepoderpopularej4" width="300" height="153" class="aligncenter size-medium wp-image-2552" /></a><br />
<em>País ficou cindido e gerou manifestações populares  </em></p>
<p>Na minha época de estudante, percebi como a criatividade pode ser uma ferramenta bela e também poderosa. Se por um lado me apaixonei pela precisão da metodologia de aplicação do processo criativo na publicidade, de outro fiquei completamente aterrorizado pelo poder da propaganda e o uso que o  mercado fazia dessa ferramenta.  </p>
<p>O questionamento ético de sua aplicação inexistia. </p>
<p>E isso me provocava repulsa. O fim era manipular as emoções com um único fim: “vender”. Mas vender o quê? Qualquer coisa, bastava vender. </p>
<p>Executavam-se estratégias para despertar as mais íntimas emoções e desejos, e as emoções eram substituídas por produtos, coisas que as pessoas compravam, compravam&#8230; Compravam como se comprassem a felicidade. Compravam emoções. </p>
<p>Os produtos conquistavam corações e mentes, partindo da classe A, que despertava o desejo da classe B, depois da classe C, da D, E. As estratégias de marketing eram planificadas dessa forma. Com perfeição milimétrica.</p>
<p><em>Reprodução web</em><br />
<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/chile-repressão.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/chile-repressão-300x181.jpg" alt="" title="chile-repressão" width="300" height="181" class="aligncenter size-medium wp-image-2553" /></a><br />
<em>Consumo crescia, e tanques tomavam as ruas </em></p>
<p>Como podia uma pessoa agüentar tudo aquilo? As comunidades estavam destruídas, logo elas que, para mim, sempre foram o berço dos valores humanos mais nobres, como a solidariedade. Elas eram o caminho para se trabalhar juntos, aprender juntos, desenvolver a consciência do bem comum. Nada disso existia mais.  </p>
<p>Assim se passaram 17 anos da ditadura que implantou o neoliberalismo no Chile, até chegarmos a 1989. </p>
<p>Depois de uma nova constituição no país, a transição para a democracia se iniciava. Mas essa transição foi feita a partir das normas da ditadura. Nesse tempo, tudo, ou boa parte no Chile, estava nas mãos do capital privado. Os primeiros ares da globalização que sopravam mundo afora tinham tomado conta do Chile, onde a política e a economia continuavam atadas. </p>
<p>Esse era o contexto quando um novo governo foi escolhido por votação popular depois dos anos de chumbo.</p>
<p>Tratava-se de um governo de coalizão dos partidos de centro e esquerda, grupo representado por Patricio Alwin. Dali por diante sucederam-se 20 anos de diferentes gestões da chamada &#8220;Concertación!&#8221;, que tentava desatar o país e acabar com a herança da ditadura por meio de políticas sociais. </p>
<p><em>Reprodução web</em><br />
<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/chile-patricio-aylwin.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/chile-patricio-aylwin.jpg" alt="" title="chile-patricio-aylwin" width="250" height="278" class="aligncenter size-full wp-image-2563" /></a><br />
<em>Patricio Alwin, o presidente da redemocratização</em></p>
<p>Percebia-se a tentativa de ficar um pouco longe do mercado, mas o mercado tinha tomado conta do Chile. Também nesses 20 anos &#8211; os mesmos anos em que a globalização  do capital tomou conta do mundo &#8211; a &#8220;Concertación&#8221; não conseguiu sair disso.</p>
<p>Bom, depois dessas reminiscências todas, volto ao meu amigo Edson: “O que aconteceu no Chile domingo passado?”</p>
<p>Edson, você me fez pensar em parte da minha história, em lembranças quase fotográficas me levam a dizer que tudo o que escrevi aqui não tem fundamento histórico algum: é apenas uma reflexão provocada pela sua pergunta e feita a partir dessas “fotografias” que tirei da memória. </p>
<p>“Daniel, o que aconteceu no Chile?&#8221; </p>
<p>A verdade, meu amigo, é que não sei&#8230; </p>
<p>Tenho mais perguntas que respostas.  A &#8220;Concertación&#8221;, com problemas de gestão, não teria conseguido superar suas próprias diferenças?</p>
<p><em>Reprodução web</em><br />
<a href="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/bachelete-21.jpg"><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/bachelete-21-300x236.jpg" alt="" title="bachelete-21" width="300" height="236" class="aligncenter size-medium wp-image-2566" /></a><br />
Michelle Bachelet não conseguiu eleger sucessor</p>
<p>A coalizão de centro-direita ganhou com 52% dos votos! Coalizão de centro-direita? Não existe direita? Não existe mais esquerda? O que fez 52% dos eleitores optarem por um Berlusconi latino americano?  Será que a exposição por 37 anos ao espírito do “mercado” criou grande classe média arrivista, que se quer nos braços da direita? </p>
<p>Quais os valores que uma sociedade em busca do desenvolvimento tem hoje? E que conceito de desenvolvimento pode ter uma sociedade exposta brutalmente ao capitalismo durante os últimos 37 anos, sem que se refletisse sobre esse processo? Eu sou o que compro e tenho? Sou feliz com o que compro e tenho? Não existe direita nem esquerda, todos são progressistas? O que posso responder?</p>
<p>Sei apenas que hoje a direita no Chile, que se autodenomina “centro-direita”, conquistou o poder. </p>
<p>Esta mesma centro-direita que procura se desvincular da era Pinochet sempre teve &#8211; e continua a ter &#8211; o poder econômico no Chile. Depois da eleição do domingo passado, voltou a ter também o poder político. Coisa muito perigosa&#8230; </p>
<p>Sim, Edson, temos que seguir lutando. Mas lutar como, contra quem ou o quê se não existe mais direita ou esquerda e todos são progressistas? </p>
<p>Dias atrás um outro amigo me deixou uma mensagem no Facebook. Ele dizia: “Daniel, estou preparando o meu ‘pasa-montaña’’. </p>
<p>“Pasa-montaña” é um boné que servia para cobrir o rosto dos jovens que faziam barricadas nos bairros populares de Santiago.</p>
<p>Barricadas? Será tempo de barricadas? Será que estou ficando velho? Será que temos que reinventar as formas de luta? Como incentivar os valores humanos em mentes mutiladas pelo mercado? </p>
<p>Perguntas, perguntas&#8230;  </p>
<p>Mas é bom pensar, né? </p>
<p>“Abrazo”</p>
<p></em></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2543" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>Eles foram pra lá de Marrakech e contam o que viram</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 12:52:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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Monte Atlas no álbum de fotos do UOL Viagem
Arnaldo Comin e Iris Jönck, grandes amigos que colocaram a mochila nas costas e estão há cerca de um ano na Europa, estiveram pra lá de Marrakech e resolveram contar – e mostrar – o que viram. Suas aventuras na lendária cidade marroquina podem ser conferidas no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/07/comã.bmp" alt="comã" title="comã" class="aligncenter size-full wp-image-2359" /><br />
<em>Monte Atlas no álbum de fotos do UOL Viagem</em></p>
<p><a href="http://madrilenhas.wordpress.com/2009/07/11/guia-de-marrocos-no-uol-viagem/">Arnaldo Comin </a>e <a href="http://procurandobob.wordpress.com/">Iris Jönck</a>, grandes amigos que colocaram a mochila nas costas e estão há cerca de um ano na Europa, estiveram pra lá de <strong>Marrakech </strong>e resolveram contar – e mostrar – o que viram. Suas aventuras na lendária cidade marroquina podem ser conferidas no <strong>Guia UOL Viagem</strong>. Com belas fotos e serviço detalhado, eles relatam que Marrakech, localizada no centro-sul do país africano e fundada no século 11, é uma boa opção para conhecer a cultura islâmica de modo seguro e confortável.</p>
<p>O guia conta que a cidade, alvo de diversas guerras e ocupações, recebeu até 1950 forte influência de colonizadores espanhóis e franceses.  E que os tempos de glória muçulmana podem ser relembrados em belos palácios e mesquitas, como a Kutubiyya. </p>
<p>Vale a pena ler.</p>
<p>Como os dois gastaram sola por diversos países, a parceria bem que poderia render outros guias. Que tal, Arnaldo e Iris? </p>
<p>Parabéns aos dois. </p>
<p>Confira <a href="http://viagem.uol.com.br/guia/cidade/marrakech_index.jhtm">aqui</a>. </p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2360" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>Vamos de Barão de Itararé</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 16:09:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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Essa eu tirei do Bloghumor do Novaes, chargista companheiro da Gazeta Mercantil. 
Novaes, boa ideia relembrar o Barão de Itararé, o sarcástico jornalista que fez história na imprensa brazuca. 
E aí, alguém rebate a máxima do glorioso Barão? 
 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/06/barão.bmp" alt="barão" title="barão" class="aligncenter size-full wp-image-2252" /></p>
<p>Essa eu tirei do <a href="http://novacharges.wordpress.com/">Bloghumor do Novaes</a>, chargista companheiro da Gazeta Mercantil. </p>
<p>Novaes, boa ideia relembrar o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bar%C3%A3o_de_Itarar%C3%A9">Barão de Itararé</a>, o sarcástico jornalista que fez história na imprensa brazuca. </p>
<p>E aí, alguém rebate a máxima do glorioso Barão? </p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2251" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Minha denúncia é a minha alegria&#8221;</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/minha-denuncia-e-a-minha-alegria</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 01:02:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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Vídeo com o poeta Miró da Muribeca agora está no YouTube e no Ponto de Fuga
Agora, sim: o vídeo Miró da Muribeca em São Paulo, que eu e Daniel A. Rubio fizemos (veja detalhes no post anterior ), está no YouTube. Para facilitar, replico-o neste post. Para que o YouTube comportasse o material, tivemos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/06/miro3.jpg" alt="miro3" title="miro3" width="405" height="255" class="aligncenter size-full wp-image-2127" /><br />
<em>Vídeo com o poeta Miró da Muribeca agora está no YouTube e no <strong>Ponto de Fuga</strong></em></p>
<p>Agora, sim: o vídeo <strong>Miró da Muribeca em São Paulo</strong>, que eu e Daniel A. Rubio fizemos (<em>veja detalhes no post anterior</em> ), está no YouTube. Para facilitar, replico-o neste post. Para que o YouTube comportasse o material, tivemos de dividi-lo em dois: Parte 1 e Parte 2. Sugiro assisti-los na seqüência. </p>
<p>Eis algumas frases de Miró frases extraídas do curta: </p>
<p>“<em>Sou poeta pernambucano, tenho 48 anos, oito livros publicados e nasci no bairro da Encruzilhada. Aí já começou a tragédia: nascer na Encruzilhada”</em>  </p>
<p>“<em>A poesia me deu a oportunidade de conhecer o País”</em></p>
<p><em>“Quando estava na oitava série, uma professora pediu para fazer uma redação. Então disse: ‘Chove um sol lá fora’. Ela falou: ‘Meu filho, como pode chover um sol lá fora?’. E respondi: ‘A senhora já ouviu falar em metáfora?’”  </em>   </p>
<p><em>“Tenho um poema que diz: “Jesus não vem: prepara-te”. Porque todo mundo diz ‘Jesus vem’. E se não vier?</p>
<p></em>“Minha denúncia é a minha alegria”<br />
<em><br />
“Sou ‘Alegrista’, gosto de pessoas simpáticas, que riem. A maior frase do Alegrismo é da minha mãe. Ela diz sempre: “Meu filho, fuja de gente que não ri. Gente que não ri é perigosa”.  </em></p>
<p><strong>PARTE 1</strong><br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/waC7O1P4EnY&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/waC7O1P4EnY&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><strong>PARTE 2</strong><br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tT53CzpIvyw&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/tT53CzpIvyw&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2126" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>Ponto de Fuga produz vídeo sobre o poeta Miró</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/ponto-de-fuga-produz-video-sobre-o-poeta-miro</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 19:18:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ao lado do documentarista Daniel A. Rubio, este blogueiro fez vídeo sobre o poeta pernambucano Miró 
Clique aqui para ver o vídeo (ao acessar o site, basta esperar alguns segundos para o filme começar automaticamente a ser exibido, no alto da tela, à esquerda). 
Miró da Muribeca é um peregrino das palavras. Poeta pernambucano, anda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/06/poeta_miro.jpg" alt="poeta_miro" title="poeta_miro" width="400" height="348" class="aligncenter size-full wp-image-2109" /><br />
<em>Ao lado do documentarista Daniel A. Rubio, este blogueiro fez vídeo sobre o poeta pernambucano Miró</em> </p>
<p><a href="http://www.artver.com/">Clique aqui para ver o vídeo</a> (<em>ao acessar o site, basta esperar alguns segundos para o filme começar automaticamente a ser exibido, no alto da tela, à esquerda</em>). </p>
<p><strong><a href="http://www.pontodefuga.jor.br/index.php?s=Mir%C3%B3">Miró da Muribeca </a></strong>é um peregrino das palavras. Poeta pernambucano, anda de um lado a outro do Brasil colecionando histórias e amigos, risos e lágrimas. Joga conversa fora e bisbilhota outras tantas em esquinas e becos com a mesma facilidade com que declama um poema – eis sua especialidade, a isca com que fisga ouvidos e corações.  Sua carpintaria poética se faz das agruras e belezas urbanas, dos semáforos, das conspirações de botequim, da urgência da contemporaneidade.  </p>
<p>Em janeiro, eu e o Daniel A. Rubio, documentarista chileno que mora no Brasil, nos juntamos para fazer um vídeo sobre o Miró. A ideia surgiu por acaso. Resolvi transformar meus agradáveis bate-papos com o poeta &#8211; de quem me tornei amigo por meio outro amigo do peito, o produtor Edson Lima, de O Autor na Praça (produtor-associado do filme)– em entrevista. Poderia oferecer a pauta como frila para alguma publicação impressa. A força do personagem e a qualidade de sua poesia poderiam render um belo perfil. Por essas contingências cotidianas, não batalhei esse frila imediatamente, sempre deixando para depois.</p>
<p>Então numa tarde de sábado no espaço de O Autor na Praça, na praça Benedito Calixto, em Pinheiros, São Paulo, saquei meu bloquinho e botei <a href="http://www.overmundo.com.br/agenda/o-autor-na-praca-com-o-poeta-recifense-miro-da-muribeca">Miró </a>para falar. </p>
<p>E Miró falou tanto, mas tanto de sua vida e seu processo de criação que Daniel, que estava de antenas ligadas ali perto, sugeriu que fizéssemos, naquela mesma hora, um vídeo. Como eu e ele já pensávamos em levar adiante alguns projetos de vídeos, fomos então ao estúdio-apartamento do Daniel, distante algumas quadras dali. À noite, amigos recepcionaram Miró em uma festa, o que também serviu de matéria-prima para nosso trabalho. E assim nasceu o vídeo agora disponível no site Artver.     </p>
<p>Convido aos amigos para uma sessão com <strong>“Miró da Muribeca em São Paulo”, </strong>que tem direção e edição do Daniel e produção e entrevista a cargo deste blogueiro. </p>
<p>Basta clicar <a href="http://www.artver.com/">aqui ver o vídeo</a>.   </p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2108" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>Homenagem e notícias internacionais sobre a Gazeta</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/homenagem-e-noticias-internacionais-sobre-a-gazeta</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/homenagem-e-noticias-internacionais-sobre-a-gazeta#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 17:19:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
O blog Madrilenhas, que replicou post sobre a GZM, fala de jornalismo, cultura, política, economia e a vida na Península Ibérica
Existem amigos que temos a impressão – posso bem usar a palavra certeza – de que nos acompanharão por toda a vida. Chapas para toda a ocasião. Arnaldo Comin é um desses. Somos comparsas há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/06/madrilenhas.bmp" alt="madrilenhas" title="madrilenhas" class="aligncenter size-full wp-image-2025" /><br />
<em>O blog Madrilenhas, que replicou post sobre a GZM, fala de jornalismo, cultura, política, economia e a vida na Península Ibérica</em></p>
<p>Existem amigos que temos a impressão – posso bem usar a palavra certeza – de que nos acompanharão por toda a vida. Chapas para toda a ocasião. <strong>Arnaldo Comin </strong>é um desses. Somos comparsas há dez anos. </p>
<p>Jornalista que atualmente mora na Espanha e já trabalhou no Valor e no Meio &#038; Mensagem, o Arnaldo prestou uma bonita homenagem aos últimos moicanos da Gazeta Mercantil.  </p>
<p>Ele replicou em seu blog, o Madrilenhas, o post que fiz aqui sobre os instantes finais do jornal. </p>
<p>E acrescentou a indicação de links que noticiam o fim da GZM. Caso do <a href="http://www.233grados.com/blog/2009/06/cierra-el-peri%C3%B3dico-brasile%C3%B1o-gazeta-mercantil.html">233 Grados</a>, site espanhol que aborda a crise mundial da imprensa. Ao fuçar da nota do Grados, vejo que o site replicou a informação de outro endereço, o <a href="http://mediamanagementblog.com/2009/06/01/gazeta-mercantil-el-diario-mas-antiguo-de-brasil-dejo-de-salir-por-deudas-de-us-120-m/">Media Management</a>, cuja matéria traz mais detalhes. </p>
<p>Clique aqui para ir ao <a href="http://madrilenhas.wordpress.com/2009/06/03/233-grados/">Madrilenhas</a>. </p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2024" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodefuga.jor.br/homenagem-e-noticias-internacionais-sobre-a-gazeta/feed</wfw:commentRss>
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