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Jean-Pierre Léaud (Doinel) e Dorothée (Sabine) 

Com Antoine Doinel, o amor em fuga. “Toda a minha vida é correr atrás de coisas que escapam/Jovens perfumadas, buquês de lágrimas de rosas”.  Escapam pelos dedos, mas não do coração – um eterno menino em busca do amor. E tem Colette, Christine, Sabine. “Rápido feito em pedaços/ que cortam e sangram/ E, veja, sobre o piso a porcelana/ Nós não conseguimos segurar a onda”.

Entre beijos proibidos e domicílios conjugais, Doinel carrega no peito a tinta vermelha da decepção, mas também a chama da esperança.  

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Doinel foi casado com Christine (Claude Jade) 

Ele não desiste.  Doinel cola a fotografia, vai atrás de seu amor, corre, pede perdão. Doinel quer Sabine. Doinel escreve cartas, escreve o livro. E pega Sabine nos braços, dança e sente mais uma vez como é bom o gosto da paixão.