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	<title>Ponto de Fuga</title>
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	<description>economia digital, cibercultura, jornalismo, cinema, crônica, música</description>
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		<title>Não, não fuja não</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 04:20:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das músicas de Chico que mais aprecio. João e Maria, porque a fantasia também é necessária. 

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das músicas de Chico que mais aprecio. João e Maria, porque a fantasia também é necessária. </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/K2dqYhkXHWk&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/K2dqYhkXHWk&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Bod Woodward e &#8220;Todos os homens do presidente&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 04:39:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[
 Em cena Dustin Hoffman (Carl Berstein), Robert Redford (Bob Woodward) 
Sábado comprei por acaso num sebo da Augusta o livro &#8220;Bush em Guerra&#8221;,do jornalista Bob Woodward, parceiro de Carl Berstein na série de reportagens que desmascarou o escândalo de Watergate, responsável pelo impeachment de Richard Nixon. Louco para lê-lo. 
Assim me lembrei, claro, do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/09/All-Presidents-Men-np02.jpg" alt="All-Presidents-Men-np02" title="All-Presidents-Men-np02" width="440" height="293" class="aligncenter size-full wp-image-2445" /><br />
<em> Em cena Dustin Hoffman (Carl Berstein), Robert Redford (Bob Woodward) </em></p>
<p>Sábado comprei por acaso num sebo da Augusta o livro &#8220;Bush em Guerra&#8221;,do jornalista <a href="http://bobwoodward.com/">Bob Woodward</a>, parceiro de Carl Berstein na série de reportagens que desmascarou o escândalo de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Caso_Watergate">Watergate</a>, responsável pelo impeachment de Richard Nixon. Louco para lê-lo. </p>
<p>Assim me lembrei, claro, do ótimo <strong>&#8220;Todos os homens do presidente</strong>&#8216;, filme de 1976 de <strong>Alan Pakula</strong>. O longa tem Robert Redford e Dustin Hoffman nos papéis, respectivamente, de Woodward e Berstein. A cena final é esplêndida, esplêndida! </p>
<p>Mas separo aqui trecho em que Woodward se encontra com o <strong>Deep Throat</strong>, a fonte que mostra onde estão os ovos de ouro dessa história cabeluda. Na cena &#8211; os encontros sempre se dão num estacionamento, tarde da noite-, Woooward perde apaciência com os &#8220;joguinhos&#8221; do Garganta Profunda, que passa as dicas em pílulas. </p>
<p>Reparem na atmosfera angustiante e na tensão da cena, presente no diálogo, nos sinais corporais e na fotografia obscura. Ouve-se até o barulho da saliva que percorre o Garganta Profunda. </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/e8r-YD3FdlE&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/e8r-YD3FdlE&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Um dos grandes filmes sobre jornalismo. Vencedor de quatro estatuetas do <a href="//www.imdb.com/title/tt0074119/">Oscars</a>.  Memorável. </p>
<p>O longa mereceu um homenagem bem bacana. Bacana, não: nota dez!  </p>
<p>Embalado pela eletrizante &#8220;Sabotage&#8221;, dos nova-iorquinos do Beast Boys &#8211; a música é uma de minhas preferidas da banda -, esse filmete praticamente resume o longa, ou pelo menos faz uma leitura em ritmo de videoclipe da obra. Edição caprichada, alucinada. Vejam: </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/pDvD1tbPfiA&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/pDvD1tbPfiA&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Exemplo da cultura do fá de que fala Henry Jenkins. No mais alto nível.    </p>
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		<title>4º Mostra de cinema árabe</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 02:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#8220;Andarilhos do Silêncio&#8221;, da diretora tunisiana Moufida Tlatli  
Boa pedida na área: 4º Mostra de Cinema Árabe, projeto capitaneado pelo Instituto da Cultura Árabe em parceria com a Secretaria Municipal da Cultura de São Paulo, o CineSesc e a Casa Árabe de Madri-Espanha.
Obras de países como Tunísia, Egito, Líbano e  Iraque. 
Os filmes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/09/sinopses_01_andarilhos.jpg" alt="sinopses_01_andarilhos" title="sinopses_01_andarilhos" width="320" height="195" class="aligncenter size-full wp-image-2440" /><br />
<em>&#8220;Andarilhos do Silêncio&#8221;, da diretora tunisiana Moufida Tlatli  </em></p>
<p>Boa pedida na área: 4º Mostra de Cinema Árabe, projeto capitaneado pelo Instituto da Cultura Árabe em parceria com a Secretaria Municipal da Cultura de São Paulo, o CineSesc e a Casa Árabe de Madri-Espanha.<br />
Obras de países como Tunísia, Egito, Líbano e  Iraque. </p>
<p>Os filmes podem ser vistos até 13 de setembro. Confira a programação e outras informações <a href="http://www.icarabe.org/mundoarabe2009/">aqui</a>.</p>
<p>Agradecimento especial ao André Dogon, que fez o ótimo site da Mostra e passou a dica. </p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2439" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Sueña. Sí se puede&#8221;?</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 01:08:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[A vitória acachapante sobre los hermanos me fez lembrar um comercial da DDB México.
Os argentinos poderiam aproveitar a ideia. Que tal um filme com a seleção brasileira vestindo a camisa da Argentina e o slogan &#8220;Sueña. Sí se puede&#8221;? Confira. 

 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vitória acachapante sobre los hermanos me fez lembrar um comercial da DDB México.<br />
Os argentinos poderiam aproveitar a ideia. Que tal um filme com a seleção brasileira vestindo a camisa da Argentina e o slogan &#8220;Sueña. Sí se puede&#8221;? Confira. </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yGfBD7UnTo4&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/yGfBD7UnTo4&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Cuidado com o sexo digital</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 01:01:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dia do Sexo? Divirta-se, mas cuidado com a webcam. 

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia do Sexo? Divirta-se, mas cuidado com a webcam. </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/PFWIyQhiTok&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/PFWIyQhiTok&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Sobre John Lennon</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 03:55:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Beatles]]></category>
		<category><![CDATA[John Lennon]]></category>
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		<description><![CDATA[O marinheiro Alf e a cantora diletante Julia fizeram amor no chão da cozinha de casa. Foi em algum dia de janeiro de 1940, em plena guerra. A gravidez, inesperada, foi desalentadora para o casal. “Noventa por cento das pessoas da minha geração nascer&#8230;am da garrafa de uísque numa noite de sábado, e não havia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O marinheiro Alf e a cantora diletante Julia fizeram amor no chão da cozinha de casa. Foi em algum dia de janeiro de 1940, em plena guerra. A gravidez, inesperada, foi desalentadora para o casal. “Noventa por cento das pessoas da minha geração nascer&#8230;am da garrafa de uísque numa noite de sábado, e não havia nenhuma intenção de se ter um filho”, diria muitos anos depois o fruto dessa relação – um homem chamado John Winston Lennon. Na primeira noite após seu nascimento, um mina terrestre explodiu perto da maternidade, e a mãe o colocou debaixo da cama por medida de segurança.</p>
<p>Essas histórias estão no livro &#8220;John Lennon &#8211; a vida&#8221; (Companhias das Letras), de Philip Norman. Vale a pena enfrentar o catatau de 839 páginas.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0P8IdHwLFzk&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/0P8IdHwLFzk&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>O mar em torno do mar</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 03:46:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[navegar]]></category>
		<category><![CDATA[Paulinho da Viola]]></category>
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		<description><![CDATA[Para quando pensarmos, entre um descuido e outro, que é possível traçar todos os passos da vida. 

 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quando pensarmos, entre um descuido e outro, que é possível traçar todos os passos da vida. </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VKzpytpVbfU&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/VKzpytpVbfU&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Quando o rock subiu no telhado</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 20:02:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Beatles]]></category>
		<category><![CDATA[roberto carlos]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>
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		<description><![CDATA[Dois exemplos clássicos (seriam os únicos?) de &#8220;rooftop concert&#8221;. 
Há 40 anos, no dia  30 de janeiro de 1969, os Beatles subiam ao terraço do prédio de sua gravadora, a Apple, para aquele que seria o show de despedida da banda.  

A histórica apresentação no terraço do prédio da gravadora Apple 
Embora as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dois exemplos clássicos (seriam os únicos?) de &#8220;rooftop concert&#8221;. </p>
<p>Há 40 anos, no dia  30 de janeiro de 1969, os Beatles subiam ao terraço do prédio de sua gravadora, a Apple, para aquele que seria o <a href="http://www.geocities.com/trabalhosujo/20030101beatles.html">show de despedida da banda.  </a></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nT6325bmcsQ&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/nT6325bmcsQ&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object><br />
<em>A histórica apresentação no terraço do prédio da gravadora Apple</em> </p>
<p>Embora as pessoas costumem lembrar dos Beatles quando o assunto é rock no telhado, justiça seja feita: nosso glorioso Robertão realizou a proeza antes dos garotos de Liverpool. Foi em 1968, com o lançamento de  <a href="http://www.adorocinemabrasileiro.com.br/filmes/roberto-carlos-em-ritmo-de-aventura/roberto-carlos-em-ritmo-de-aventura.asp">&#8220;Roberto Carlos em Ritmo de Aventura&#8221;</a>. O hit foi a sensacional &#8220;Quando&#8221;. Com direção de Roberto Farias, que também assina o roteiro ao lado de Paulo Mendes, o longa traz Reginaldo Faria e José Lewgoy no elenco.  </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wdW2Eo7xY5w&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/wdW2Eo7xY5w&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object><br />
<em>Cena de &#8220;Roberto Carlos em ritmo de aventura&#8221;</em></p>
 <img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=2421" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O nascimento da reportagem</title>
		<link>http://www.pontodefuga.jor.br/?p=2409</link>
		<comments>http://www.pontodefuga.jor.br/?p=2409#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 03:42:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[
A reportagem é o quebra-cabeça montado que nos ajuda a entender
melhor um determinado recorte da sociedade 
Duas leituras me fazem a cabeça no momento: “John Lennon – a vida”, biografia do beatle escrita por Philip Norman (Companhia das Letras), e “A Reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística”, de Nilson Lage, da Universidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/08/jornalismo-101.jpg" alt="jornalismo 10" title="jornalismo 10" width="417" height="250" class="aligncenter size-full wp-image-2411" /><br />
<em>A reportagem é o quebra-cabeça montado que nos ajuda a entender<br />
melhor um determinado recorte da sociedade </em></p>
<p>Duas leituras me fazem a cabeça no momento: <strong>“John Lennon – a vida”</strong>, biografia do beatle escrita por <strong>Philip Norman </strong>(Companhia das Letras), e “<strong>A Reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística”, de Nilson Lage,</strong> da Universidade Federal de Santa Catarina (Editora Record). Pois vamos de jornalismo hoje. </p>
<p>Um dos principais estudiosos da área no País, o professor Lage vai às origens da reportagem para refletir sobre essa atividade, tão afetada pelas transformações provocadas pelo digital. </p>
<p>No livro, Laje conta, por exemplo, que <strong>os primeiros jornais começaram a circular</strong>, a partir de 1609, em regiões de comércio ligadas à burguesia. Justamente por isso os primeiros jornalistas difundiam as ideias burguesas. E fazer jornal era uma atividade barata: eram necessários apenas uma prensa, tipos móveis, papel e tinta. Foi nesse período que nossa profissão ficou associada ao publicismo, ou seja, esperava-se que o jornalista desse as orientações para uma interpretação política. Carlos Lacerda é o típico caso de publicista brasileiro. </p>
<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/08/jornalismo5.jpg" alt="jornalismo5" title="jornalismo5" width="300" height="335" class="aligncenter size-full wp-image-2407" /><br />
<em>No começo do século XVII, os primeiros jornais eram<br />
pregadores políticos </em></p>
<p>No século XIX o cenário havia mudado. O público leitor havia se expandido muito graças à Revolução Industrial, que, aliada à crise feudal, levou multidões para as cidades. Assim, foi preciso mudar a linguagem dos textos. <em>“A retórica do jornalismo publicista era impenetrável para os novos leitores, herdeiros de uma tradição de cultura popular muito mais objetiva”</em>, escreve Lage. </p>
<p><em>“Além disso, a guerra de opiniões perdia interesse porque não havia, como antes, aristocracia poderosa para se opor ao pensamento burguês e a organização dos operários para a ação política contínua sempre esbarrou em grandes obstáculos – quando não a repressão policial, a recessão econômica”. </em></p>
<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/08/jornalismo.jpg" alt="jornalismo" title="jornalismo" width="318" height="318" class="aligncenter size-full wp-image-2406" /><br />
<em>Revolução Industrial propiciou o mercado que o<br />
jornalismo necessitava para se expandir</em></p>
<p>O jornalismo desse período pode ser chamado de sensacionalista e educativo. </p>
<p>Educador porque a incorporação de novos grupos à sociedade industrial <em>“implicava mudanças radicais de comportamento e de compreensão das relações humanas”</em>. O jornal ensinava às pessoas o que ver, ler, comprar, se vestir, etc. E sensacionalista pelo fato de que, para cumprir a missão educativa, era necessário alcançar o público. Leia-se atraí-lo, seduzi-lo. </p>
<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/08/jornalismo4.jpg" alt="jornalismo4" title="jornalismo4" width="317" height="320" class="aligncenter size-full wp-image-2405" /><br />
<em>No século XIX, atividade se valeu do<br />
sensacionalismo para atrair leitores </em></p>
<p>A reportagem nasceu nesse contexto. Vejam o que diz Lage: </p>
<p>“<em>Poucos documentos relatam, por exemplo, a liquidação sistemática das culturas inca, maia e asteca, na América espanhola, nos séculos XVI, XVII e XVIII. O século XIX, pelo contrário, foi um tempo de revelações. Todos ficaram sabendo das motivações reais de aventuras bélicas como a guerra do ópio, que impôs o comércio de entorpecentes da China sobre o controle inglês. Ou de estratégias covardes, como o uso de metralhadoras contra o exército zulu, na África do Sul, pela mesma Inglaterra. </p>
<p>A luta de classes não pôde ser mostrada como revolta da ralé social nem o desemprego maciço na Europa continental como mero fruto de acidentes climáticos, malandragem e incompetência dos italianos, irlandeses, alemães ou poloneses. Em meio à propaganda de sempre, surgiam, por via da reportagem, os fatos reais.” </em></p>
<p>Mais adiante volto ao assunto. Leia mais <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos/al290820011.htm">aqui</a>. </p>
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		<title>A evolução da mídia</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 18:12:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avacalhações]]></category>
		<category><![CDATA[Digital]]></category>
		<category><![CDATA[evolução]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Isso é que poder de síntese: séculos de evolução da mídia numa tirinha.
Na mosca!
Dó ótimo Forbidden Planet.

 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Isso é que poder de síntese: séculos de evolução da mídia numa tirinha.<br />
Na mosca!<br />
Dó ótimo <a href="http://www.forbiddenplanet.co.uk/">Forbidden Planet.</a></p>
<p><img src="http://www.pontodefuga.jor.br/wp-content/uploads/2009/08/evolução-da-espécie1.bmp" alt="evolução da espécie" title="evolução da espécie" class="aligncenter size-full wp-image-2400" /></p>
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