A-mar

Li o poema “Iemanjá”, de Sabrina Bambonatti, pensei numa foto que fiz e vieram essas palavras.  

“A-mar: ondulações da alma”

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Foto: editor do blog

“Sujeito há tumuto”

Essa daqui foi enviada por Adriana Solinas, mundialmente conhecida como Drix. Sensacional.

De alguma quebrada de Sampa, o aviso. Enfático, incisivo. Incontestável:  

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Pérola de mensagem persuasiva

enviada pela Drix para Ponto de Fuga

A propósito, enviem para Ponto de Fuga outras preciosidades do tipo (placas etc) para a seção Filosofia de Pára-choque. Publico as melhores. As piores, já sabem: “sujeito há tumuto”   

Em breve, a cobertura do Blogosfera ao Vivo

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Foto de defeito especial produzido pelo editor do blog

sabe-se lá como durante a festa de aniversário

 

 

Blogueiro em débito se penitencia: logo, logo a cobertura completa da Festa de Aniversário / pré-aquecimento para o Blogosfera ao Vivo.   Muitas histórias e flashs by Amaury Jr. Em resumo: mesmo com o temporal e cidade meio deserta, a festa bombou.   

Festa Blogosfera ao Vivo 19/01

Ponto de Fuga convida

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As Musas da Música – parte 2

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Carla Bruni, a musa que faz a alegria de Sarkozy  

As Musas de Ponto de Fuga (Música) – parte 2 

O charme das francesas 

A primeira parte da seleção das Musas de Ponto de Fuga (capítulo  Música Contemporânea) gerou comentários e boas dicas. Concordo com quase todas as sugestões e pretendo colocar no ar muitas delas nos próximos posts. Mas, durante a pesquisa para o segundo capítulo, deparei com cantoras que me despertaram a curiosidade (visual, sonora ou sensitiva). Quanto me dei conta, constatei que algumas delas eram francesas ou lá radicadas, como a deslumbrante Carla Bruni, que deixou o presidente da França, Nicolas Sarkozy, perdidinho da silva. Resolvi então ‘caçar”outras beldades talentosas da terra de Edith Piaf para o desfrute dos frequentadores deste blog.  

Aguenta coração! 

Carla Bruni – nascida em  1968 em Turim (Itália), a estonteante Carla Bruni foi criada na França, pois a família, de abastados industriais, mudou-se para lá na década de 1970 depois de receber ameaças de seqüestro por parte das Brigadas Vermelhas, grupo de extrema esquerda. Depois de se tornar uma modelo muito famosa nos anos 1990, abraçou a música, lançando seu primeiro disco em 2002 (Quelqu’un m’a dit, muito bom). Em 2007, veio o segundo trabalho ( No promises, igualmente recomendável ). Atualmente é figurinha carimbada das colunas sociais por ser a nova namorada de Nicolas Sarkozy. Há de se reconhecer que, pelo menos fora da política, Sarkozy sabe o que faz.  

  

 

Coralie Clément – seu primeiro álbum é Salle des Pas Perdus (2001) e o segundo,  Bye Bye Beauté (2005). Filha de um clarinetista e irmã do músico  Benjamin Biolay,  exibe certa semelhança com pelo menos duas cantoras pop francesas muito famosas na decada de 1960 – Françoise Hardy, Jane Birkin (alguém aí lembra de Je T’aime… Moi Non Plus, a música de motel mais famosa do mundo? Pois é, a vocalista é Jane, ao lado de Serge Gainsbourg, seu ex-marido).  


Zazie – cantora pop que se pemite uma pegada mais rock and roll em certos momentos,  Isabelle  de Truchis de Varennes – ou Zazie – construiu carreira na França. Pelo que me consta, é pouco conhecida fora da Europa. Nasceu em 1964 e lançou o primeiro disco em 1992.


Jeanne Cherhal & La Grande Sophie - Sessão dois em um: o vídeo abaixo apresenta um jam de duas cantoras de sucesso na França. Não tenho mais informações sobre elas, mas o duo tem seu charme e por isso as moçoilas estão na lista. Observação: Zazie e La Grande Sophie guardam um certa semelhança física, não? Mulheres belas e fortes!     


Estou apaixonado por elas

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Já faz tempo que Leslie Feist me arrebatou 

Musas da Música – Parte 1

Quem acompanha este blog há um certo tempo já percebeu que gosto de vocais femininos (espie a seção para constatar). E muito. Há um encanto que não consigo explicar – apenas sinto e me entrego. Particularmente as cantoras contemporâneas me arrebatam (sim, adoro as divas do jazz, mas eis um capítulo que tratarei outro dia). Agora, a vez é delas. Então resolvi prestar uma homenagem a essas “vestais da música”, parafraseando o glorioso Carlão em seu Reduto Comodoro.

Já publiquei posts sobre algumas delas, como Leslie Feist, a número 1 hoje para mim. Mas vamos relembra-las mesmo assim.   

Leslie Feist, claro (One Evening)  


Brandi Carlile – (The Story) – descoberta recente, encantadora. 
 

Charlotte Gainsbourg – (Everything I Cannot See) – sussurros delirantes. 

Camille -(Ta Douleur) – que francesinha, não?

Cinéfilos, 2008 já começou

Pode parecer que não (afinal mal voltamos do recesso de fim de ano), mas o ano cinematográfico já começou. E bem.  

Duas dicas:   

                                         

1)    Mostra Stanley Kubrick ­-  Sugestão do amigo André Dogon, o garimpador cibernético, amante de cinema japonês. Exibida no Centro Cultural São Paulo (CCSP), é parte das comemorações pelos 80 anos da data de  nascimento do diretor dos lendários Laranja Mecânica e Dr Fantástico. A retrospectiva começou ontem e vai até o dia 13 de janeiro. Imperdível! Veja programação e detalhes no CCSP.

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                                                   Stanley Kubrick no CCSP

  

 2)    Mostra Clássicos Raros do Nosso Cinema. Já devia ter falado dessa, que começou em dezembro, mas ainda dá tempo. 

Exibida no Centro Cultural Banco do Brasil e na Cinemateca, apresenta até dia 20 de janeiro obras importantes do cinema nacional (muitas das quais “escondidas em berço esplêndido”).  Exemplo: assisti no domingo passado a Hitler III Mundo, filme experimental de José Agrippino de Paula, de 1968, com  Jô Soares no elenco. Uma visão alucinada do Terceiro  Reich terceiro-mundista. Divertido e irônico,  é capaz de fundir a cuca de qualquer um. Onde mais assistiríamos algo assim?  

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                                         Cena de Bang Bang, de Andrea Tonacci 

Um dos pontos altos da programação são os encontros com os diretores. Hoje, por exemplo, tem bate-papo com Andrea Tonacci, diretor do excelente Bang Bang. Expoente do dito Cinema Marginal (nomenclatura que costuma ser rechaçada por seus protagonistas), Tonacci é um dos mais inventivos e inovadores cineastas de nossa história (não vejo a hora de seu novo filme, Serras da Desordem, entrar em cartaz. Apresentado basicamente em festivais até  o momento, tive a oportunidade de assistir a vários trechos desse longa em um curso que fiz. Fiquei entusiasmadíssimo. O filme mescla ficção e documentário).

 Programação completa e mais detalhes aqui  

8 de janeiro: Elvis e Bowie

8 de janeiro. Como já está virando uma tradição neste blog, uma homenagem sincera e particular para dois aniversariantes ilustres do dia –  David Bowie e Elvis Presley. Por uma razão muito especial, ambos  fazem parte da minha vida, o que me deixa imensamente feliz.    

Um mosaico musical com os dois grandes:   

David Bowie , John I´m Only Dancing

Elvis Presley, Suspicious Mind

Bowie, Starman

Elvis, Brigde Over Troubled Water

Bowie, Life On Mars

Elvis, My Way

Mais Sganzerla, direto do YouTube

Homenagem: Rogério Sganzerla – curta metragem Documentário e trecho de Abismu No dia 9 de janeiro, fará quatro anos que Sganzerla morreu. Continuando a série de homenagens a esse grande cineasta, do baú do YouTube trago duas preciosidades.  

Trecho de “O Abismu” – Longa-metragem lançado em 1977. Cena antológica com Zé Bonitinho ( Jorge Loredo), imperdível, assim  como o filme ( disponível em VHS).  


 


Mostra A Mulher do Bandido

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Homenagem: Helena Ignez - Quem envia esta dica é Sinai Sganzerla, musicoterapeuta e filha do cineasta Rogério Sganzerla e da atriz e diretora Helena Ignez: Mostra Helena Ignez – A Mulher do Bandido, de 8 a 20 de janeiro, na Caixa Cultural, no Rio de Janeiro. Serão exibidos 29 filmes estrelados e/ou dirigidos por Helena, que pela primeira vez ganha uma retrospectiva desse porte no Brasil. 

Ao lado da mãe e da irmã Djin, atriz, Sinai se dedica a preservar e propagar a obra do pai, num trabalho muito bonito e sincero, cujos frutos cada vez se avolumam mais. 

Sinai assina, entre outros trabalhos, a trilha de Signo do Caos (2003), último filme de seu pai, e a peça Savannah Bay (texto de Marguerite Duras), também dirigido por Sganzerla e com Helena e Djin no elenco.

Serviço Mostra Helena Ignez  - A mulher do bandido
Local: CAIXA Cultural RJ – Cinema 1
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 Centro (Metrô: Carioca)
Fone: (21)2544-4080

 

Reichenbach e a surpresa para Ponto de Fuga

Nada como voltar à ativa depois de alguns dias de desbunde existencial e deparar com uma grata surpresa.  

Carlos Reichenbach (figura importante do cinema nacional, diretor de “Alma Corsária”, “Anjos do Arrabalde” e “Amor, Palavra Prostituta”, entre tantos outros), indicou o Ponto de Fuga para os leitores de seu blog, o Reduto Comodoro (veja mais sobre o blog dele alguns posts atrás).  

Reichenbach  destaca, por exemplo, posts da Homenagem: Helena Ignez, que renderam muitos textos por essas bandas, e Waldomiro de Deus, artista de mão cheia e pessoa maravilhosa que tenho o privilégio de ter como amigo). 

O titular do Reduto relembra o seu curta-metragem que tem Waldomiro como protagonista. O próprio Waldomiro havia me falado desse filme, que ainda não tive meios de assistir.   

Reichenbach, aguardo ansiosamente você disponibilizar o curta no Reduto. E fico honrado pela referência ao grande Jairo Ferreira, já falecido, crítico e personagem marcante em nosso meio cinematográfico.

Não vou falar mais para não quebrar a surpresa. Vejam mais detalhes no Reduto .

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