@mombojo bota a turma p/dançar no SEsc Pompeia com bom publico, apesar do feriadao. http://yfrog.com/0qgsbj 8 horas atrás
RT @mombojo: É hoje!! http://ht.ly/2z9SE 9 horas atrás
Rumo ao @mombojo. #mombojo 9 horas atrás
A lista é...vejam vcs mesmos RT @IDGNow Software calcula popularidade de artistas.Fazem ideia de quem é o líder? http://bit.ly/9UI6P9 10 horas atrás
Bom gosto: RT @Cauefabiano Olha aí! @clayton_melo RT @fefamalfi logo mais o feriado de 5 dias começa. e em grande estilo: show do @mombojo 11 horas atrás
Os direitos humanos ocupam o centro da tela na Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, realizada pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) e o SESC-SP, com produção da Cinemateca Brasileira. Programada para a cidade de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Recife, a mostra será apresentada entre os dias 1 e 17 de dezembro – ou seja, começa nesta sexta-feira.
Ao todo, serão exibidos 28 filmes inéditos no circuito comercial brasileiro, entre longas e curtas-metragens produzidos em diferentes países da América do Sul a partir de janeiro de 2003.
A questão carcerária, a luta contra a discriminação, o trabalho escravo, as migrações, a acessibilidade universal para pessoas com deficiência e a defesa dos direitos políticos são alguns das temáticas presentes nas obras selecionadas.
A programação completa e outras informações, como local da exibição, podem ser obtidas por meio do site da Cinemateca.
Veja o curta-metragem Di, do diretor de Terra em Transe
Estopim de mil e uma polêmicas, provocador, verborrágico e visceral, Glauber Rocha nos faz uma tremenda falta. Talvez ele tivesse muitas dificuldades para viver em um mundo globalizado pelo capital e totalmente intermediado pelos “mercados”, cercado pelo politicamente correto e anestesiado por doses cavalares de apatia. Mas, pensando bem, talvez ele tirasse de letra. Mandaria tudo para aquele lugar, bradaria “EU SOU O CINEMA NOVO!” e filmaria “poesias audiovisuais”, alucinadas e febris, como o curta-metragem Di(esse é o nome como a película ficou conhecida, mas o título original é Ninguém Assistirá Ao Enterro Da Tua Última Quimera, Somente A Ingratidão, Aquela Pantera, Foi Sua Companheira Inseparável!, – Di Cavalcanti di Glauber).
Com pouco mais de 15 minutos de duração, o curta foi rodado em 1976, durante o funeral do pintor Emiliano Di Cavalcanti, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Ele foi exibido em algumas sessões no próprio MAM, na TV Educativa e no Festival de Cannes, onde, por indicação de Roberto Rosselini, foi premiado em 1977.
Glauber, como ele próprio disse, decidiu fazer o filme para atender a um pedido feito a ele por Di algum tempo antes. Certo dia o pintor pediu que Glauber o filmasse. Mas na ocasião o diretor não pôde. Quando Di morreu, Glauber não pensou duas vezes: foi ao enterro e realizou a vontade do amigo.
E o fez ao melhor estilo glauberiano: aos berros, o diretor dava instruções para o cinegrafista, pedia a quem tocasse o morto para olhar para a câmera e, com o caixão já fechado, o cortejo andando, gritou: “Pára o caixão. Pára que eu quero a câmera do outro lado” (leia mais). Di foi um transe carnavalesco, nas palavras do crítico Luiz Carlos Merten, em Cinema – Entre a realidade e o artifício (Artes e Ofícios Editora).
Quem não gostou nada da idéia foi Elizabeth Cavalcanti, que considerou as filmagens no enterro um desrespeito e conseguiu na Justiça, em 1981, a proibição da exibição do curta. Mas agora o filme está disponível na rede.
Sobre a pendenga judicial, há quem sustente que a proibição é ilegal. É o caso de José Mauro Gnaspini, advogado que defendeu dissertação de mestrado na Escola de Comunicação e Artes em 2003. Aprovado, com menção de louvor, o trabalho apóia-se sobre o conceito de que a obra audiovisual é protegida pelo direito de autor. Por isso o processo que culminou na proibição do curta deveria ter contato com a participação de Glauber, o que não ocorreu, pois a ação foi assumida pela Embrafilme. Assim, a sentença seria nula ou inexistente.
Polêmicas à parte, Di tem garantido seu lugar na cinematografia brasileira e merece ser visto.
Hoje o dia é de blues – pelo menos aqui no Ponto de Fuga. Selecionei dois vídeos – coloco um agora, o outro virá no próximo post.
O primeiro é da banda curitibana Mister Jack. Criada nos anos 90, já rodou o Brasil e se consolidou como figurinha carimbada na cena blues brasileira. Tive a oportunidade de assistir a alguns shows deles aqui em São Paulo anos atrás, principalmente quando tinha aulas com o grande professor Ulysses Cazallas (em outra oportunidade escreverei sobre esse amigo e amante da gaita cromática). Ulysses foi um dos “professores”, digamos assim, do Benê (Benevides Chiréia Júnior), o titular da gaita do Mister Jack – o Benê também mantém um projeto paralelo muito bom chamado Trupe da Gaita.
No vídeo abaixo, a banda toca Little Bitty Pretty One – Rockin Robin, do excelente Rod Piazza, gaitista californiano, um dos principais nomes da gaita na atualidade.
Um cineasta na contramão, um subversivo no ninho da águia, o jogador que filmava pelas beiradas. Cineasta independente de fato, que soube desenhar sua história à margem da grande indústria do cinema nos EUA, Robert Altman vai deixar saudades. Ainda mais nesses tempos bicudos em que a força econômica aperta o cerco a quem busca um caminho à parte do mainstream.
Lembra da briga entre o ator Dado Dolabella e João Gordo no programa Gordo a Go-Go? A MTV colocou no site Overdrive, da própria emissora, o vídeo do barraco entre os dois marmanjos. As imagens também estão no YouTube.
New Order. 1980 e alguma coisa, eu moleque de tudo. Turma da escola, identidade em mutação, namoricos que começam a florescer – mais imaginação que qualquer outra coisa; as meninas da mesma idade só querem saber de caras mais velhos. E as mais velhas, com suas curvas insinuantes em estado de abundância, não dão bola para pirralho.
Começava a descobrir que gostava de rock and roll – e suas variadas vertentes, como punk, hard rock e o pós-punk regado a eletrônico do New Order.
Tinha 12 anos quando comprei o bolachão Brotherhood, LP de 1986. Até hoje me lembro da capa acinzentada, meio escurecida, sem figuras. Com músicas como Every Little Counts, que nas minhas viagens lembrava Lou Reed (Walk on the wild side), cujo som também acabara de conhecer. E Bizarre Love Tringle, a música do New Order que mais enfeitiçou na época e ainda hoje permanece em minha memória como a fotografia de um tempo bom. Na minha e na de uma turma sem-fim.
Prova disso foi a platéia vir abaixo quando a banda tocou a canção no show da terça-feira passada, aqui São Paulo. Foi de arrepiar: era a catarse de uma geração que cresceu ouvindo New Order, mas que nunca havia tido a chance de ver um show deles – o grupo só havia tocado no Brasil em 1988, quando eu ainda era muito moleque para encarar um show de rock. A casa inteira pulando, multidão enlouquecida. Outros grandes momentos foram com Blue Monday e Love will tears us apart, do Joy Division.
New Order. O tempo passa, chegam os primeiros sinais de rugas, não temos mais o mesmo pique que antes – embora relutemos em aceitar essa verdade inquestionável. Mas tudo bem, ainda temos muita lenha para queimar. O importante dessa história é que ainda há alguma coisa lá no fundo que nos mantém unidos ao que fomos no momento das primeiras descobertas da vida. Ainda bem. Estou vivo – e quero mais.
O tema cultura ficou relegado às sombras na última eleição – como de resto acontece não é de hoje neste País. Pois eis que o assunto ganha os holofotes de um modo indireto, e como decorrência daquilo que realmente atrai as atenções da mídia, do poder e do mercado: o aspecto econômico. Pior: vem com uma ameaça ao bom trabalho cultural desenvolvido, por exemplo, pelo Sesc.
Resumindo, a história é a seguinte: o Senado aprovou no dia 8 deste mês a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, que institui o Supersimples. Entre outros pontos, a lei dispensa as empresas com renda bruta anual de até R$ 2,4 milhões de contribuir com o chamado Sistema S (Sesc, Sesi, Senac, Senai). Um acordo entre o governo federal e os estados adiou o início da vigência da lei de janeiro para julho de 2007, mas ela ainda precisa passar pela Câmera dos Deputados.
Preocupado com a perda financeira provocada pela nova lei, o que vai comprometer uma série de atividades, o Sesc ameaça recorrer à Justiça, conforme notícias veiculadas pela imprensa.
“Ao permitir que as micro e pequenas empresas fiquem isentas da contribuição, é como se quisessem dizer que essas entidades não têm importância ou que poderiam ser substituídas, o que é uma falácia”, declarou Danilo Santos de Miranda, diretor regional do Sesc-SP, ao Diário do Grande ABC, no dia 4 de novembro. Segundo o jornal, o Sesc perderia cerca de um terço de sua receita, ou seja, R$ 10 milhões mensais a menos. A entidade atende 1 milhão de pessoas por mês, com atividades de cultura, lazer, esporte e educação, entre outras coisas.
O objetivo da nova lei é desafogar as micro e pequenas empresas, que se vêem emparedadas pelo excesso de tributos. A desoneração dos empreendimentos de pequeno porte é mais do que justa: é necessária. Mas daí a prejudicar uma entidade como o Sesc, cujo trabalho reconhecidamente se pauta pela difusão cultural no mais alto grau, é uma atitude descabida. Mais uma vez, a cultura – entendida em seu sentido mais amplo – é vista como algo de segunda categoria. Dispensável.
Abaixo, selecionei algumas matérias sobre o assunto, para quem desejar obter mais informações sobre o tema.
A espontaneidade da criançada é um dom divino; um verdadeiro talento. Que o diga o Silvio Santos, que já se viu em maus lençóis por conta disso, como se vê nesse vídeo que está disponível no YouTube e circula pela internet. Pelo que me parece, é do lendário programa Domingo no Parque. Uma pérola.
A Paulista Cultural está com inscrições abertas para a oficina “A pré-visualização na criação da obra cinematográfica”. Ministrado pela cineasta Eliane Caffé (Narradores de Javé e Kenoma), o curso pretende, por meio de exercícios práticos, mostrar a importância e como se desenvolve a preparação de um filme, fase fundamental para os rumos da obra. É nessa etapa, por exemplo, que são discutidos os critérios que vão estimular a criação das diferentes áreas envolvidas na produção, garantindo assim a unidade do processo criativo em todos os setores envolvidos no projeto.
As inscrições podem ser feitas na própria Paulista Cultural, de segunda a sexta, das 14h às 20h. Mais informações pelo e-mail paulista@paulistacultural.com.br ou pelo telefone 3257 44 72.
Serviço:
Quando: de 20 a 25 de novembro
Horário: das 19h30 às 22h30; no sábado, das 14h às 18h
Onde: Paulista Cultural, na avenida Paulista 2518 conjunto 12 (próximo ao metrô Consolação), em São Paulo.
Quanto: R$ 280,00, com possibilidade de dividir o pagamento em 2 vezes
Número de vagas: 15
Acabo de ler Espinosa – Uma filosofia da liberdade, de Marilena Chauí (Editora Moderna). Fiquei impressionado com a capacidade desse pensador holandês de origem judaica de ser de ser odiado pelo status quo da ocasião. Ele foi capaz de despertar, no século XVII, a ira da Igreja e da própria comunidade judaica, que o considerou herege. Entende-se: árduo defensor da liberdade de pensamento e de expressão, colocou-se contra a tirania teológico-religiosa e defendia a idéia, conforme escreve a professora Marilena, de que a “democracia é o mais natural dos regimes políticos” porque realiza nosso direito natural pelo qual todos os homens “desejam governar e não serem governados”.
Baruch de Espinosa dizia, em Tratado Teológico-político, que a Bíblia não tinha como objetivo apresentar uma teoria sobre a verdadeira essência de Deus. Na verdade, buscava tão somente “oferecer à imaginação dos devotos um conjunto muito simples de crenças religiosas e morais, necessários aos que não aspiram ao conhecimento racional e filosófico de verdade”, escreve Chauí.
Ainda estou digerindo a pancada que são as idéias de Espinosa – aos poucos, em doses homeopáticas, que é para não entrar em curto-circuito. Em todo caso, reproduzo aqui um trecho de Espinosa – uma filosofia da liberdade que me chamou particular atenção, dado o fato de vivermos o apogeu da sociedade de consumo e seus reflexos mais dramáticos, entre eles, o empobrecimento das relações humanas. Lá vai:
“No Tratado da correção do intelecto, Espinosa parte da experiência individual e intersubjetiva como experiência trágica: o sentimento de perder um bem desejado cada vez que se imagina tê-lo alcançado. Essa fuga interminável de bens que se consomem e nos consomem divide os homens e os aliena porque imaginam a felicidade depositada em coisas que precisam ser possuídas com exclusividade.
Essa perda incessante torna impossível não só a realização do desejo de felicidade, mas também a liberdade, lançando os homens numa guerra sem freios pela posse dos objetos nos quais investiram sua esperança. Eis por que Espinosa dirá que a felicidade e a infelicidade dependem da qualidade do ser ao qual nos unimos por amor, porque há entre o desejar e o desejado um vínculo intrínseco.
Amando coisas perecíveis e cuja posse exclui os demais, a felicidade será perecível e ameaçada pelo desejo de outrem. A felicidade é desejar um Bem imperecível que, sendo capaz de ‘comunicar-se igualmente a todos’ e de por todos ser compartilhado, permite o exercício da liberdade.
Espinosa não duvida da existência desse Bem como não duvida de que possamos alcançá-o. O Tratado visa oferecer à inteligência os recursos para chegar ao bem verdadeiro. Com isso, Espinosa articula internamente o desejo da felicidade, da liberdade e da verdade.”
Estamos acostumados com amor à primeira vista. Pois neste final de semana fui alvo de amor à primeira audição. Conheci, por meio do Outro, blog do meu amigo João Paulo Freitas ( veja na lista de blogs), o som da canadense Leslie Feist.
Delicada, mas nada adocicada; leve, sem a busca do apelo fácil. Melodia para acalmar os ouvidos, a alma e fazer a gente flutuar. Navegando pelas praias indies, de namoro com o folk – há até quem diga que com a bossa nova, não por conta da música que selecionei neste post, claro -, Feist conquista pela doçura poética de sua voz e nos convida para uma viagem de última hora, desencanada e despretensiosa, que encanta pelo que esconde e seduz pelo que finge não ser.Agora, fique com o videoclipe da música Mushaboom.
Boa notícia: B.B. King vai fazer show extra. Mais detalhes na matéria do jornalista Helton Ribeiro, da Revista Blues’n'Jazz.
————————————————————————————
B.B. King fará mais um show extra em São Paulo
Por Helton Ribeiro
B.B. King fará mais um show extra em São Paulo, dia 04 de dezembro, no Via Funchal. Os portadores do cartão Unicard (Unibanco) podem comprar ingressos a partir do dia 10 de novembro; o público em geral, a partir do dia 15. Os preços vão de R$ 95 a R$ 480.
Outra boa notícia é que, para os shows dos dias 02 e 03, foram colocados à venda mais ingressos, na platéia VIP e nos setores 01 a 03.
E já começou o leilão de ingressos para a apresentação no Bourbon Street, dia 30 de novembro. Estão sendo oferecidos por esse sistema os vinte melhores lugares da casa paulista. O lance mínimo é de R$ 1.200.
Os lances devem ser feitos pelo call center (11-5095-6100), que emitirá boletins diários aos participantes. A renda será revertida integralmente para a instituição filantrópica Cruz Verde, e os compradores receberão um documento que permitirá descontar do Imposto de Renda o valor pago.
Os outros ingressos para o Bourbon, de R$ 900, já estão esgotados.
Rio e Curitiba
No Rio de Janeiro, continuam à venda os ingressos para o show único em 07 de dezembro, no Rio Vivo (nova sala que fica no complexo do MAM, no Aterro do Flamengo).
Em Curitiba, o show será no dia 03 de dezembro, no Teatro Guaíra.
Essas são as três únicas cidades que receberão o rei do blues. Outras praças que chegaram a ser sondadas, como Brasília e Porto Alegre, acabaram ficando de fora da turnê. E, conforme noticiado pela Blues’n'Jazz, as datas constantes no site oficial de B.B. King não se confirmaram.
Meu amigo Fábio Barbará repassa uma notícia interessante. A Unisinos, do Rio Grande do Sul, abriu um curso superior de rock. É isso mesmo que você leu. É o curso superior de Formação Específica de Produtores e Músicos de Rock.
O coordenador do curso é Frank Jorge, do Graforréia Xilarmônica, banda gaúcha fundada nos anos 80 – ele também foi do Cascavelletes.
O texto abaixo, preparado pela universidade, traz mais detalhes. Para quem quiser saber mais, acesse o site.
————————————————————————————-
O som profissional Unisinos lança Curso Superior de Formação Específica de Produtores e Músicos de Rock
Texto: Danielle Titton
“Pai, quero ser músico”. Essa frase promete nunca mais incomodar famílias preocupadas em ver o filho seguir uma trilha profissional que não passa pela universidade. A Unisinos acabou de criar a solução para quem sempre quiser seguir carreira mas sentia falta de uma base educacional e um pouco de motivação para enfrentar o competitivo mundo musical. O nome é comprido, mas a moral é bem simples: curso superior de Formação Específica de Produtores e Músicos de Rock.
A modalidade está disponível no vestibular de verão, que ocorre em 2/12. Com duração de dois anos e meio, e 40 vagas disponíveis, o curso tem por objetivo formar um profissional completo: um misto de instrumentalista, compositor e arranjador, mas que também saiba operar softwares de áudio, produzir discos, fazer críticas musicais e dialogar com os meios de comunicação. Não é só aprender a tocar. O negócio é ser um músico capaz de gerenciar sua carreira.
Para que tudo isso seja colocado em prática, o projeto político-pedagógico caprichou no conteúdo. Os alunos irão trabalhar em quatro módulos – Construção de Referências Musicais, Identidade Musical e Elaboração de Repertório, Produção Musical e Preparação da Carreira – que variam de acordo com a necessidade e característica de cada tema.
Um dos grandes diferenciais da formação é a preparação do aluno para trabalhar com a questão autoral. Durante o módulo Identidade Musical e Elaboração de Repertório, o estudante terá noções de marketing, legislação, história do rock e desenvolvimento da carreira musical. “É importante que, cada vez mais, os músicos façam as escolhas certas na carreira. É ruim chegar em uma rádio, num programa de TV e falar um monte de abobrinha. E é isso que faz desse curso algo totalmente fora do tradicional, que mostra uma mudança no papel do músico”, disse Frank Jorge, professor e um dos idealizadores da proposta.
A formação fechou parcerias com estúdios como o Plus (São Leopoldo) e o Music Box (Porto Alegre), além de gravadoras como a Trama (São Paulo), a Senhor F. Discos (BSB) e a Plus Records (São Leopoldo). O apoio também virá das lojas Multisom, dos bares Opinião e Ocidente (Porto Alegre) e do Café do Bordo (São Leopoldo) e de inúmeros veículos de comunicação.
“Só se lê aquilo que é lido com algum propósito pessoal. Pode ser até com a intenção de adquirir poder. Pode ser até mesmo com ódio ao autor” (Paul Valéry)
Quando estão terminados, apercebo-me que os meus filmes meus filmes são sempre mais tristes do que eu pretendia (François Truffaut)
*Jean-Pierre Léaud (em destaque), o Antonie Doinel de Os Incompreendidos, o primeiro longa-metragem de François Truffaut
Desamparado, sozinho no mundo, lá vai Antoine Doinel para o cinema, seu refúgio. Ver cinejornal. Sua fuga e sua liberdade. Lá vai Antoine cabular aula com o René, o único amigo que tem na vida. Lá vai Truffaut, e nós com ele, com a certeza de que o mundo em, Os Incompreendidos, tem um pedaço de todos nós.
*O trailler do filme
*Agora, uma das passagens mais lindas de Os Incompreendidos: a cena flagra o encanto das crianças com o teatro de marionetes. Magia pura.
Curto-circuito sonoro, poesia para domesticar o caos; inquietude. Canções que explicam e confundem, como Tom Zé. Homem-espuma, nadadenovo – não acreditem nisso: desse baú poético-lunático-musical os experimentos apontam para o futuro. Tudo é novo e ao mesmo já visto. Del Rey. Liquidificador, afrociberdelia, som de graça na internet, samplers, som de pista, rock alucinado. Mangue Beat deglutido.
Mombojó é tudo isso – e muito mais.
Quem quiser baixar os dois CDs da banda, basta acessar o site
Veja o videoclipe de Deixe-se acreditar, do CD Nadadenovo, o primeiro da banda pernambucana ( o segundo é o Homem-espuma)
Já imaginou morar num carro? E se a “residência” for uma Variant 68?
Pois veja o curta-metragem abaixo e conheça a história de Sagu, um catador de recicláveis que mora no coração da Vila Olímpia – em uma Variant 68.
Dirigido por Fábio Barbará, o filme Variant foi editado por Tiago Cururu. A produtora atende pelo sugestivo nome de Saideira filmes.